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Academia de Letras de Maringá (Inscrição para o Preenchimento de Cadeiras Vagas)

ACADEMIA DE LETRAS DE MARINGÁ
EDITAL nº. 01/2010

A Diretoria da Academia de Letras de Maringá torna público que está aberto o processo para o preenchimento das seguintes cadeiras vagas:

Cadeira nº. 04. Patrono: Álvares de Azevedo. Fundador: Wall Barrionuevo.
Cadeira nº. 17. Patrono: Gonçalves Dias. Fundador: Osvaldo Reis. Segundo ocupante: Nilton Tuller.

No site da ALM, http://www.academiadeletrasdemaringa.com.br/ , os candidatos, com vistas a uma das cadeiras vagas, encontrarão modelo de requerimento e ficha de inscrição, a serem preenchidos e entregues, acompanhados de curriculum vitae e dois exemplares das obras publicadas, na sala da ALM, situada no Centro Empresarial Metrópole, Avenida XV de Novembro, 462 – sala 221, nesta cidade, das 14 às 18 horas do dia 21 de junho do corrente ano.

Os interessados deverão se enquadrar nas disposições instituídas pelos artigos 6º. e 7º do Estatuto, também disponível no site da ALM.

Quaisquer dúvidas, favor entrar em contato pelos e-mails: olgaagulhon@hotmail.com ou mep@teracom.com.br .

Maringá, 07 de junho de 2010.
Olga Agulhon – Presidente
Maria Eliana Palma – Secretária geral

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Jantar de Confraternização da Academia de Letras de Maringá

No dia 5 de dezembro, sábado, as 20hs, no restaurante do Bristol Metropole Hotel, em Maringá, ocorreu uma confraternização da Academia de Letras de Maringá, onde eu e minha esposa nos sentimos muito honrados ao sermos convidados para tal evento.

Nesta ocasião tive a oportunidade de reencontrar alguns escritores que hoje são meus confrades na Academia de Letras do Brasil. A presidente da Academia de Maringá, Olga Agulhon, a vice-presidenta Maria Eliana Palma e o secretário ou tesoureiro, ou ambos, não me recordo agora, Alberto Paco, além dos outros membros da Academia. A ausência mais sentida foi do grande trovador Antonio Augusto de Assis que estava em viagem.

Num ambiente descontraído e muito humorado, ao final do jantar, os acadêmicos dirigiam-se aos microfones onde declamaram poesias, trovas e contaram piadas.

Antes que minha carruagem virasse abóbora eu tive que sair cedo, com a certeza de que lá além des escritores, trovadores, etc., há pessoas maravilhosas que não sobem em seus pedestais e ficam a encarar os outros de cima. São pessoas que fazem questão de descer dele para dividir o seu conhecimento e buscar novos conhecimentos. São pessoas que muito tem a oferecer e ensinar.

(José Feldman)

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Florisbela Margonar Durante (Cristais Poéticos)

LUZES

A cidade dorme
e do alto do meu edifício
observo o silêncio escorrer pelas ruas
e se perder no lusco-fusco de luzes
que rompe a escuridão.

Também a luz do seu olhar
se projeta no espaço
e como um facho de estrelas
ilumina as trevas
que anoitecem meu coração.
*

PRESENTE

Eu aceito você
como a ordem natural da vida;
como um rio imutável
cumpre o seu destino;
como a árvore fixa há séculos
vive o drama das pessoas,
mas continua impassível;
como a certeza de um dia
ensolarado ou chuvoso
pouco importa, pois
o dia é sempre presente,
e presente de Deus.
*

TODA VEZ QUE É NATAL

Toda vez que é Natal
meu coração tinge-se
de vermelho, verde,
prata, dourado,
numa profusão de cores
que alegram tua festa, Senhor.

Toda vez que é Natal
as luzes das janelas,
das casas, dos edifícios,
transformam minha cidade
numa grande árvore natalina
para te bendizer, Senhor.

Toda vez que é Natal
quisera ser o bálsamo
para curar o enfermo,
o alimento para saciar o faminto,
a alegria para curar as tristezas,
a mão que se estende solidária, Senhor.

Toda vez que é Natal
quisera que a minha poesia,
ainda que tardia,
fosse um hino de louvor
derrubando muro, fronteiras,
no coração dos homens, Senhor.

Toda vez que é Natal
sinto-me criança ainda,
por acreditar em Papai Noel,
em milagres de amor
que possam transformar nosso Planeta
no Paraíso que nos deixaste, Senhor.
*

VENHA

Venha,
sinta a brisa suave da manhã
num misto de aromas agrestes
com sabor de hortelã.

Venha,
contemple o brilho das estrelas
nas fagulhas douradas
que abrasam meu olhar.

Venha,
observe as arquiteturas arrojadas
de concreto e metal da cidade
que argamassam o nosso amor.

Venha,
veja o tapete azul e verde
e o manto de estrelas
com que Deus nos presenteou.
–––––––––––––––––––––––

Sobre a Autora

Florisbela Margonar Durante (1947)
Nasceu em Itajobi – SP, no dia 10 de dezembro de 1947.

Professora de Língua Portuguesa e Inglesa e respectivas Literaturas com especialização em Língua Portuguesa.

Pertenceu à União dos Escritores de Maringá – UEMA.
Cadeira nº. 38 da Academia de Letras de Maringá. Patrono: Tomás Antônio Gonzaga
Participou da Coletânea de Poetas de Maringá II, de todas as Coletâneas da Academia de Letras de Maringá e do livro: Maringá – Um olhar feminino em cores e versos.
É autora do livro: Photo – grafando o amor.

Fonte:
Academia de Letras de Maringá

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Olga Agulhon (1965)

Olga Agulhon é filha dos agricultores Dimaura e João Agulhon. Nasceu em 6 de dezembro de 1965, em Assis – SP, mas a família já morava no sítio Rica Fé, município de Sertaneja, Paraná. Em 1970, mudaram-se para a fazenda São João, em Ivatuba, ainda de propriedade da família.

Em 1972, em Maringá, iniciou seus estudos no Colégio Estadual Brasílio Itiberê (grupo escolar, naquela época). Estudou ainda no Instituto estadual de Educação de Maringá e no Colégio Regina Mundi, onde ingressou na sexta série e concluiu, em 1983, o segundo grau.

Em 1984, ingressou na Universidade Estadual de Maringá (UEM), no curso de Agronomia, que interrompeu após dois anos, quando nasceu sua primeira filha. Formou-se em Pedagogia, com Láurea Acadêmica de Graduação, pela UEM, no primeiro semestre de 1990.

Em 1994 terminou o curso de Especialização em Literatura Brasileira, do Departamento de Letras (UEM), fazendo a defesa da monografia com o título “A fábula no livro didático”.

Foi professora particular e da rede municipal de ensino de Maringá, diretora da Creche e Pré-escola Alziro Zarur, da LBV; e coordenadora pedagógica da Pré-escola Primeiro Mundo.

Participando ativamente da vida cultural da cidade desde o início da década de 1990, já foi comentarista em mostras de vídeo, jurada de concursos de poesias, e já fez dezenas de palestras em escolas de Maringá e região, falando sobre seus livros, sobre leitura e literatura.

Fez parte da antiga UEMA – União dos Escritores Maringaenses, do Clube dos Trovadores de Maringá, da Sociedade de Cultura Latina do Paraná e da Sala do Poeta de Maringá.

É membro da União Brasileira de Trovadores (UBT) e membro da Academia de Letras de Maringá (ALM), fundada em 7 de setembro de 1997, onde ocupa a cadeira nº. 24, que homenageia Lygia Fagundes Telles. Exercendo o cargo de secretária-geral desde setembro de 2003, foi eleita presidente da ALM em 06 de abril de 2008, em virtude do falecimento de Antonio Facci.

Tem poesias, trovas e contos publicados em várias coletâneas, revistas e jornais literários, sites e comunidades do orkut, bem como várias premiações em concursos literários, especialmente na modalidade trova.

Em 1991 publicou o livro de poesias “Delírios”.

Com o espírito de educadora e a paixão pelos contos de fadas, escreveu, em 1998, o livro infanto-juvenil “As três estatuetas de bronze”, que somente conseguiu publicar no final de 2000.

Segundo a bibliotecária Zery Monteiro, o livro “é uma história de magia e encantamento, escrita de forma clara e concisa, que aguça nossa sensibilidade para decifrar a diferença entre o verdadeiro e o aparente”.

Depois de fazer sucesso com o gênero infanto-juvenil, a autora voltou-se novamente para os poemas e, cheia de inspiração, transformou seu livro “O Tempo”, publicado em 2003, numa obra que nos leva a uma reflexão após a leitura de cada página, abrindo nossa mente para as muitas janelas do tempo e da alma.

Seu livro “O Tempo” também foi lançado no Centro Cultural Brasil-Espanha de Curitiba/Agência Espanhola de Cooperação Internacional.

Não conseguindo abandonar nem o conto nem a poesia, Olga Agulhon lançou, em 2004, o livro de contos “Germens da Terra”, agora em sua segunda edição.

Olga Agulhon é casada com o engenheiro civil e agricultor Antonio Molonha; e tem duas filhas: Ana Carla e Isabela.

Além de pedagoga, escritora, presidente da Academia de Letras de Maringá, esposa, mãe e dona-de-casa, Olga também é produtora rural e coordenadora do Núcleo Feminino Cocamar – Maringá.

De família pioneira na região, atua profissionalmente como agricultora/produtora rural, sendo associada do Sindicato Rural Patronal e da Sociedade Rural de Maringá, e cooperada da COCAMAR – Cooperativa Agroindustrial.

Participações

– Participação na Oficina de Literatura Infantil – Análise da Obra “O PATINHO FEIO”, de Hans Christian Andersen, ministrada pela bibliotecária Zeri Monteiro, em 1995.
– Participação na Oficina de Haikai, promovida pela Academia Cascavelense de Letras, em maio de 2008, em Cascavel – PR, ministrada pela professora mestre e escritora Áurea da Luz, membro da Academia de Letras, Artes e Ciências de Guarapuava.
– Participação, como acadêmica e presidente da Academia de Letras de Maringá, no Encontro das Academias de Letras do Estado do Paraná, em Cascavel, nos dias 09 e 10 de maio de 2008.
– Tem artigos, com temas relacionados à Educação e Cultura, publicados nos jornais Hoje e O Diário do Norte do Paraná, revistas e jornais literários independentes, sites e blogs de literatura, arte e cultura.
– Palestrante no tema “Fábulas”, na Semana Nacional do Livro e da Biblioteca.
– Participação, como jurada, nos Concursos de Poesias promovidos pela Escola Estadual “Zuleide Saways Portes” e Secretaria de Cultura / Divisão de Patrimônio Histórico e Cultural / Biblioteca Municipal Pioneiro “Nilo Gravena” (Jardim Alvorada), em comemoração ao Dia do Escritor / Semana Nacional do Livro e da Biblioteca, em:
1994 (II Concurso de Poesias), 1995 (III Concurso de Poesias), 1997 (V Concurso de Poesias), 1998 (VI Concurso de Poesias), 2002 (X Concurso de Poesias), 2004 (XII Concurso de Poesias).
– Participação no “Dia da Mulher”, em 2001, falando sobre o ato de escrever e apresentando o livro “As três estatuetas de bronze”.
– Participação na comemoração ao Dia Nacional do Livro Infantil através do “Encontro com a escritora Olga Agulhon”, realizado em 2001, com a participação de escolas estaduais.
– Palestrante no “Dia Nacional do Livro Infantil”, promovido pela Biblioteca Municipal e Secretaria de Educação e Cultura de Mandaguaçú, em 2001.
– Participação na comemoração do 14º aniversário da Biblioteca Municipal Professora “Tomires Moreira de Carvalho”, com o evento “Encontro com a escritora Olga Agulhon”, realizado em 2001.
– Palestrante, na I Semana Cultural de Terra Boa, realizada em 2001. Tema da palestra: Literatura Infantil
– Manhã de autógrafos na Livraria Campus, do Cesumar, divulgando o livro “As três estatuetas de bronze”, que foi adotado e estudado pelos alunos das 5ª séries do Colégio Objetivo.
– Palestras sobre a importância da leitura para os alunos do CEEBEJA, de Sarandi – PR, em 2001 e 2002.
– Participação, como escritora homenageada, no “Sarau da Cidade”, promovido pela Prefeitura de Maringá / Secretaria de Cultura; e coordenado pelo professor de teatro Tisley Barbosa, no teatro Calil Haddad.
– Palestras e bate-papos informais sobre literatura e o ato de escrever com alunos de diversas escolas de Maringá e região, a partir do ano 2000.
– Coordenação geral do “Concurso Ary de Lima”, 2002/2003, de trovas, contos e poesias, promovido pela Academia de Letras de Maringá, que recebeu um total de 902 textos da lavra de 320 escritores de 18 Estados brasileiros e de Portugal.
– Como parte do projeto cultural “O Tempo”, a autora realizou, entre maio e junho de 2003, dez palestras e bate-papos em escolas públicas municipais e outras em escolas estaduais.
– Contos, poemas e trovas publicados pela Revista BALI (Boletim Acadêmico de Letras Itaocarenses), e outros jornais, revistas e sites literários do Brasil e Portugal.
– Noite de autógrafos, com o livro “O Tempo”, no dia 19 de setembro de 2003, no Espaço de Cultura do Centro Cultural Brasil-Espanha de Curitiba, a convite de Luiz Arthur Montes Ribeiro, Curador Oficial do referido centro cultural.
– Coordenação geral do Concurso Literário “Cidade de Maringá”, 2004, de trovas, poemas livres, crônicas e sonetos, promovido pela Academia de Letras de Maringá.
– Jurada, no III Concurso de Poesias “Prêmio Helena Kolody”, no município de Terra Boa, realizado nem 2004.
– Coordenação geral do III Concurso Literário “Cidade de Maringá”, 2006/2007, de trovas, poemas livres, crônicas e sonetos, promovido pela Academia de Letras de Maringá.
– Participação com declamação de poemas, exposição de livros e montagem de varal de poesias de sua autoria no 1º. Intercâmbio Cultural Entre Cooperativas (ITC), em 2007.
– Participação no processo de seleção dos trabalhos premiados no III Varal de Poesias da UNIFAMMA, em 2008, durante o 1º Ciclo de Estudos Integrados UNIFAMMA.

PREMIAÇÕES EM CONCURSOS LITERÁRIOS

– Terceiro lugar no Concurso de Livros de Poesias promovido pela Sociedade de Cultura Latina do Paraná, em 1991.
– Menção Honrosa (4º. Lugar) no Concurso Literário “Contos de uma Noite de Natal”, promovido pela Casa do Poeta de Santos e Elos Clube de Santos, em 1995.
– Vencedora no XXI Jogos Florais de Bandeirantes, em 2004, Âmbito Estadual, tema IMORTAL (lírico/filosófico).
– Menção honrosa no XXII Jogos Florais de Bandeirantes – 2005, Âmbito Estadual, tema SURPRESA (humorístico).
– Menção honrosa, no VIII Jogos Florais do Rio de Janeiro – Âmbito Nacional, 2006, tema ENCONTRO (L/F).
– Menção Honrosa – 4º lugar – VI Concurso de Trovas “Cidade de Pirapetinga” – MG – 2006, tema CARINHO (L/F), Âmbito Nacional.
– Premiada, com duas trovas vencedoras, no XXIII Jogos Florais de Bandeirantes – 2006, Âmbito Estadual, tema VIAGEM (L/F).
– Menção Honrosa + Menção Especial, no XXIII Jogos Florais de Bandeirantes – 2006, Âmbito Estadual, tema SORTE (humorístico).
– 1º. Lugar, no I Concurso Comunidade “Sou Trovador” (Orkut), em 2006. Mote: “As dores e os desencantos”.
– Várias outras premiações em concursos de trovas e poesias pela internet, através das Comunidades “SOU TROVADOR” e “POESIAS LAC”, em 2006 e 2007.
– 8º. Lugar no 1º. Concurso de Trovas pela Internet, promovido UBT – União Brasileira de Trovadores – Delegacia de Roseira – SP. Tema: Enchente:
– Vencedora + Menção Especial, no XXIV Jogos Florais de Bandeirantes – 2007, Âmbito Estadual, tema ENCANTO (L/F).
– Vencedora, no XXIV Jogos Florais de Bandeirantes – 2007, Âmbito Estadual, tema PIRRAÇA (humorístico).

LIVROS PUBLICADOS

1. “DELÍRIOS” (poesias). 1991. Edição da autora. Prefácio de Dari Pereira. Comentário da contracapa de Agenir Leonardo Victor.

2. “AS TRÊS ESTATUETAS DE BRONZE” (infanto-juvenil). 2000. Edição da autora.
Comentários de Adrian Oscar Dongo Montoya (professor universitário, doutor em psicologia), Zery Monteiro (bibliotecária, especialista em literatura brasileira), Galdino Andrade (advogado, presidente da Academia de Letras de Maringá), Antonio Augusto de Assis (professor universitário, membro da ALM) e Altamiro Avelino da Silva (graduado em letras, membro da ALM).

Pelo lançamento deste livro recebeu elogios do presidente da Academia Paranaense de Letras, Túlio Vargas, de escritores de outros Estados; e um voto de congratulação da Assembléia Legislativa do Estado do Paraná, proposto pelo Deputado Estadual Ricardo Maia.

O livro “As três estatuetas de bronze” passou a fazer parte do acervo da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil – Seção Brasileira do IBBY, foi trabalhado em sala de aula em diversas escolas públicas e privadas de Maringá e região e foi escolhido para um projeto de leitura elaborado pela Secretaria de Educação e Cultura de Terra Boa – PR, envolvendo o estudo de diversas disciplinas a partir de sua leitura e das questões levantadas por seu conteúdo.

3. “O TEMPO” (poesias). 2003. Edição da Autora.
Prefácio de Antonio Facci (presidente da ALM), “orelhas” de Sildemar José de Barros e Jaime Vieira (professor graduado em letras, membro da ALM).

O livro “O Tempo” é citado na Dissertação apresentada ao Programa de Pós-graduação em Letras da Universidade Estadual de Maringá para obtenção do título de Mestre em Letras na área de Estudos Literários da aluna Ângela Enz Teixeira, sob orientação da Profª.Drª. Rosa Maria Graciotto Silva, nas páginas 83, 88 e 155, sendo apontado como o livro mais lido e como obra inesquecível de acordo com alunos de uma turma de escola municipal de Maringá.

4. “GERMENS DA TERRA” (contos). 2004. Edição da autora. Prefácio de A. A. de Assis, posfácio do Cônego Benedito Vieira Telles, “orelhas” de Neide Rocha Portugal, Sebas Sundfeld (Tambaú-SP) e Zery Monteiro; texto da contracapa de Maria Eliana Palma; comentários dos acadêmicos Antonio Facci, Jeanette Monteiro de Cnop, Florisbela Margonar Durante e Francisco Jorge Ribeiro.

PARTICIPAÇÃO EM COLETÂNEAS

– COLETÂNEA DA ACADEMIA DE LETRAS DE MARINGÁ – 1999 (com um conto e uma poesia);
– COLETÂNEA DA ACADEMIA DE LETRAS DE MARINGÁ – 2002 (com duas poesias);
– COLETÂNEA DA ACADEMIA DE LETRAS DE MARINGÁ – 2004 (com dois contos e sete trovas);
– COLETÂNEA DA ACADEMIA DE LETRAS DE MARINGÁ – 2007 (com duas trovas, dois poemas e um conto).
– “COLETÂNEA DOS POETAS DE MARINGÁ – II” (Organização: A. A. de Assis, Dari Pereira e Galdino Andrade.);
– “COLETÂNEA DOS POETAS DE MARINGÁ – III” – 2006;
– COLETÂNEA “MARINGÁ – UM OLHAR FEMININO EM CORES E VERSOS”, (Participação como membro da comissão de seleção de textos e com a publicação do poema “Maringá”).
– COLETÂNEA “BRASIL LITERÁRIO – 2003” / Caxias do Sul – RS (com uma poesia);
– outras coletâneas com textos vencedores em concursos literários.

ENTIDADES EM QUE É MEMBRO:

– Membro da União dos Escritores Maringaenses (UEMA), do Clube dos Trovadores de Maringá, da Sociedade de Cultura Latina do Paraná e da Sala do Poeta de Maringá.
– Membro da União Brasileira de Trovadores – UBT/seção Maringá.
– Membro e fundadora da Academia de Letras de Maringá (ALM), fundada em 07/09/1997, ocupante da cadeira nº. 24, que homenageia Lygia Fagundes Telles, fazendo parte de todas as diretorias. Exerceu o cargo de secretária-geral de setembro de 2003 a 06 de abril de 2008, quando foi eleita presidente da ALM em virtude do falecimento de Antonio Facci. (V. título)
– Foi membro do Conselho Municipal de Cultura de Maringá.
– Associada do Sindicato Rural Patronal de Maringá.
– Associada da Sociedade Rural de Maringá.
– Cooperada da COCAMAR.
– Coordenadora Geral do Núcleo Feminino Cocamar – Maringá, nos anos de 2006, 2007 e 2008.

Fonte:
A Autora

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Olga Agulhon (Paraná em Trovas)

Quando o amor fica em ruína,
sem chão, paredes… ou teto,
o alicerce nos ensina
que só o carinho é concreto.

As dores e os desencantos,
lancem ao pó das estradas…
– Façam dos lares recantos
que lembrem contos de fadas!

No colo do solo bruto,
se a semente é bem tratada,
por prêmio colhe-se o fruto
da esperança ali plantada.

Mira a “boneca” o “pendão”
que a contempla lá de cima…
– É o milho em fecundação
pra safra que se aproxima!

Não há fronteira na vida
que separe um grande amor,
quando a ponte foi erguida
pelas mãos do Criador.

Mantinhas longe o olhar,
e eu, tola, não percebi…
Mesmo dizendo me amar,
aos poucos eu te perdi.
————

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Galdino Andrade (1931 – 2002)

Galdino Andrade nasceu no dia 29 de dezembro de 1931, na cidade de Visconde do Rio Branco, Minas Gerais, filho do médico Vicente Andrade e da professora Luzia Lisboa Braga Andrade.

Fez as primeiras séries do curso primário no Grupo Escolar Dr. Carlos Soares, de Visconde do Rio Branco, e em seguida mudou-se com seus pais para a cidade de Rolândia, no norte do Paraná, em 1940.

Fez todo o curso secundário no Colégio Paranaense – Internato, na capital paranaense, onde ingressou em 1943. Em 1950 ingressou na Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais, na capital desse estado, onde se formou em 1954, sendo um dos oradores da turma.

A seguir, radicou-se na cidade de Maringá, onde instalou seu escritório de advocacia, em abril de 1955. Desde essa época, exerceu ininterruptamente a advocacia e o magistério.

Foi professor, por mais de trinta anos, de Português e Literatura de Língua Portuguesa, no Colégio Estadual Gastão Vidigal. Também lecionou na Universidade Estadual de Maringá, dando aulas de Direito Civil.

Escritor, dedicou-se à literatura desde o Curso Secundário, no Colégio Paranaense-Internato, onde colaborou na redação do jornal mural, denominado “O Anchieta”, participando também das sessões literárias da Academia Anchieta, grêmio literário dos estudantes do colégio.

Ao seu primeiro livro de poemas, publicado em 1968, intitulado “Eu te Amo, Maringá!”, seguiram-se mais seis de poesia, contos e novelas: “Efêmero” (poemas), “Caminho Enluarado” (trovas), “Poeira Vermelha” (contos), “Rio do Tempo” (poemas), “Sementes da Esperança” (poemas), “Flores para Dalva” (novela), “Memórias de uma Mulher” (novela) e “Vila Paraíso” (romance).

Deixou, ainda, duas obras inéditas, que a família pretende publicar: “Sonhos Mortos” (contos) e “Sem medo de Amar” (romance).

Foi membro atuante da União Brasileira de Escritores, seção de São Paulo, e da União dos Escritores de Maringá, e também da Sociedade de Cultura Latina do Paraná, do Clube dos Trovadores de Maringá e da União Brasileira de Trovadores (UBT), seção de Maringá, onde sempre participou da Diretoria.

Presidiu a União dos Escritores de Maringá (UEMA) durante os anos de 1996 e 1997, até a fundação da Academia de Letras de Maringá, da qual foi membro fundador e também seu primeiro presidente.

Foi sócio-correspondente de inúmeras academias e entidades literárias, situadas no Brasil e no exterior, com cujos escritores se correspondia assiduamente, numa incessante troca de livros e opiniões acerca de movimentos e tendências literárias da atualidade, no Brasil e no mundo.

Detentor de inúmeras láureas literárias, recebeu honroso convite da Embaixada Americana, no Rio de Janeiro, para ter seus livros integrando a Biblioteca do Congresso, em Washington, D.C.

Participou de várias coletâneas e foi vencedor de dezenas de concursos literários por todo o Brasil, inclusive com haicais.

Jornalista, colaborou na redação da “Tribuna de Maringá”, de propriedade de Manoel Tavares, nos primórdios de Maringá, figurando depois como colaborador de “O Jornal de Maringá”, onde escrevia críticas literárias.

Foi, também, um dos fundadores da Associação dos Professores do Paraná e recebeu o título de Mérito Comunitário de Maringá.

Foi casado, desde 30 de janeiro de 1960, com a professora Dylma Althair Castaldo Andrade, licenciada em História e Estudos Sociais pela Universidade Estadual de Maringá, e teve três filhos.

Como era de sua vontade, o advogado, jornalista, professor, escritor , poeta, trovador e acadêmico Galdino Andrade faleceu em sua sempre amada Maringá, no dia 12 de agosto de 2002.

Fonte:
Academia de Letras de Maringá

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A A de Assis (Concurso é Concurso)

Sempre é válido insistir: quem participa de concursos precisa estar preparado para o que der e vier. O resultado é imprevisível e há necessidade de muito espírito esportivo. Você faz a trova com máximo carinho, toma todos os cuidados para evitar cochilos, e só envia quando acredita haver boas chances de ser premiado. O problema é que os demais concorrentes fazem a mesma coisa… e eles são tão bons quanto você.

A grande aventura começa no momento em que o envelope é colocado no correio. Chegará ou não ao seu destino? Como a norma é o remetente usar o mesmo endereço do destinatário, nunca se está seguro do que acontecerá no percurso.

Dando tudo certinho, a trova entrará na “briga”. Três, cinco, dez julgadores, todos dignos da maior confiança e geralmente mestres no ofício. Mas, claro, cada qual com seu jeito de gostar e sua maneira de avaliar.

E aí é que entra aquela velha história de que em um concurso você joga com 70 por cento de competência e 30 por cento de sorte. A sorte vai por conta de sua trova cair ou não no gosto da maioria dos julgadores. Há trovas que recebem nota 10 de um julgador e nota 01 de outro, ou às vezes nem isso. Há também o risco de um belo achado passar despercebido, como há o risco de um grave defeito não ser notado, etc. Quer dizer: a intenção dos julgadores é sempre a melhor possível, porém ninguém é perfeito.

Cabe então a cada concorrente entender que concurso é assim mesmo… e o jeito é bater palmas para os irmãos premiados e esperar pela próxima oportunidade. Mesmo porque, na grande maioria dos casos, se a trova da gente não ganha é porque outras havia realmente melhores…

Fonte:
Editorial Trovia Junho / 2003

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