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Nei Garcez (Trovas pelo Aniversário do Feldman)

Nesta data em que a natura
deu ao mundo um escritor,
nós brindamos à cultura
deste Mestre difusor!
*
Amizades que são boas
e atitudes tão singelas,
é gostarmos das pessoas
bem assim como são elas!

Parabéns, nobre amigo
Curitiba, 27 de setembro de 2012

Nei Garcez é de Curitiba/PR
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Arquivado em aniversário, Trovas

Paulo José de Oliveira [Pajo] (Do Semear ao Germinar e do Cultivar ao Colher)

Caro amigo José Feldman! 
Trago aqui um poema meu a você nesta sua data tão especial 

Mais um ano de vida se avizinha
E com ele o melhor da esperança
Há que degustar o sabor da vinha
Em campo fértil a brotar pujança

Que as alegrias de seu existir então
Armazenada nas sementes do saber
Garantam fartura na seara em chão
Adubadas no dia-a-dia do seu fazer

Que lhe acalme o espírito do amor
Encha seu coração de alegria plena
Irradie ao semblante seu esplendor
Transmita ao próximo a paz serena

Resto invocar por ti Divinas bênçãos
Na Terra a grande Luz que te conduz
Iluminados os passos que te apensam
A aconchegar-lhe a alma que te aduz

Na experiência de seus dias vividos
O germinar fecundo no seu construir
Que tenha o doce dos frutos colhidos
E fartas colheitas ao que lhe há de vir

Aniversariar é festejar etapa vencida
Que lhe seja esta data um marco forte
De tudo que foste e construíste na vida
Sendo, de o seu existir, o alicerce e norte.

Feliz e Abençoado Niver!

Um gde abraço,

Pajo

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Arquivado em aniversário, poema.

Ademar Macedo (Homenagem ao Prof.. Garcia pela sua Data Natalícia)

ARGENTINA

Felicidades Francisco!
En este precioso dia.
Va mi beso en un ventisco
compartiendo tu alegria.
–LIBIA BEATRIZ CARCIOFETTI

CEARÁ

Garcia, meu professor,
rogo a Deus como ninguém,
que vivas, meu trovador,
bem mais que Matusalém!
–FRANCISCO JOSÉ PESSOA-

MINAS GERAIS

De muita festa e alegria
é de domingo o cenário,
pois nosso amigo Garcia
tem o seu aniversário!
–ALMIRA GUARACY REBÊLO–

Não podia ser diverso
a sina do bom Garcia:
o seu nome é quase um verso
e faz rima com poesia.
–OLYMPIO COUTINHO–

PARANÁ

Grande data para a Trova
é este alegre e belo dia.
Faz-se um brinde à idade nova
do amigo e mestre Garcia!
–A. A. DE ASSIS–

Importante é este dia
no Rio Grande do Norte.
Nasceu Professor Garcia,
poeta de grande porte!
–ALBERTO PACO–

Parabéns, nobre Garcia,
neste teu aniversário,
e que o bem da poesia
o conduza ao centenário!
–NEI GARCEZ–

RIO DE JANEIRO

Nas contas do meu rosário,
– onde guardo as amizades,
achei teu aniversário,
cheio de felicidades!….
–DIAMANTINO FERREIRA–

Para o Professor Garcia
uma abraço bem apertado,
desejando que o seu dia
seja muito abençoado.
–ESTER FIGUEIREDO–

Parabéns, caro colega,
grande Professor Garcia,
que a Rosa da Trova rega
com talento e simpatia!
–RENATO ALVES–

RIO GRANDE DO NORTE

Nasceu pra ser Trovador!
– Muitas rimas tem Garcia.
Todas nascidas do amor,
mas, uma é rica… Poesia!
–FRANCISCO MACEDO–

Meu Pai (Feliz Aniversário!!!)
–MARA MELINNI–

Pai, és meu farol, o meu guia
quando a estrada é longa e escura…
És a mão que me sustenta
se uma dor me desventura…
E, quando estou em perigo,
pelos teus passos, eu sigo
porque a trilha é mais segura.

Tantos anos, e eu me lembro
do teu colo e teu abraço…
da menina que brincava,
seguindo o pai, passo a passo…
Eu cresci, mas a lembrança
permanece na esperança
dos versos que agora eu faço.

Foram anos tão felizes
e, apesar de algum tormento,
juntos, sempre superamos
a dor de qualquer lamento,
Da nossa fé, todo dia,
Deus fez brotar como guia,
o melhor ensinamento.

Teu rosto jovem, eu lembro,
de uma aparência distinta…
E os cabelos sem as cores
que o tempo retrata e pinta…
Mas o grisalho que cresce,
e o branco que prevalece,
foi de Deus, a cor da tinta.

Ah, meu Pai, quantas lições
eu tenho que agradecer…
As mais simples que aprendi
enfeitam todo o meu ser…
Nenhuma tem mais valor
do que o exemplo de amor
que tu tens a oferecer!

RIO GRANDE DO SUL

A meu grande irmão Garcia,
neste seu aniversário
mando a alma em poesia,
como fora um relicário!
OLGA MARIA DIAS FERREIRA–

SANTA CATARINA

Grande mestre trovador,
parabéns pelo teu dia.
De Amizade és professor:
– Felicidades Garcia!!!
–ELIANA JIMENEZ–

Ao meu amigo Garcia,
desejo felicidade,
neste dia, que é seu dia,
mando um “beso” de amizade!
GISLAINE CANALES–

SÃO PAULO

Ao Mestre dos Trovadores,
grande Professor Garcia,
vão todos nossos louvores,
em especial no Seu Dia!
AMILTON MACIEL–

No correr do calendário,
tão cheio de vai-e-vens,
neste seu aniversário
tenha os nossos parabéns !!!
–COLAVITE E ROSELI–

Além de mestre, um poeta!..
esse é o professor Garcia!..
– que esteja sempre completa
sua taça de alegria!
–HÉRON PATRÍCIO–

Um ano a mais… uma festa!
Dentre as mensagens que tens,
na minha que é a mais modesta,
vai “um mar”… de Parabéns!
–DOROTHY JANSSON MORETTI–

Este professor louvado
ao bem-querer nos conduz…
E, seu verbo abençoado
surge em rajadas de luz !
–JOSÉ VALDEZ–


Fonte:
Textos recebidos e organizados por Ademar Macedo

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Franz Kafka (3 Julho 1883 – 3 Junho 1924)

Franz Kafka (língua tcheca: František Kafka)(Praga, 3 de julho de 1883 – Klosterneuburg, 3 de junho de 1924) foi um dos maiores escritores de ficção da Língua alemã do século XX. Kafka nasceu numa família de classe média judia em Praga, Áustria-Hungria (agora República Tcheca). O corpo de obras suas escritas— a maioria incompleta e publicadas postumamente — destacam-se entre as mais influentes da Literatura ocidental.

Seu estilo literário presente em obras como a novela A Metamorfose (1915), e romances incluindo O Processo (1925) e O Castelo (1926) retratam indivíduos preocupados em um pesadelo de um mundo impessoal e burocrático.
–––––––––––––––––––

Filho mais velho de Herrmann Kafka, um abastado comerciante judeu, e de sua esposa Julie, nascida Löwy. Nascem depois dele dois meninos, que irão morrer pouco tempo após o nascimento, fato que segundo alguns psicólogos especialistas na obra de Kafka, será um factor determinante para o sentimento de culpa presente nos seus livros; e três meninas, sendo Ottilie a sua irmã favorita, com quem ele chega a morar algumas vezes.

Kafka cresce sob as influências de três culturas: a judaica, a checa e a alemã.

No ano de 1902 conhece Max Brod, seu grande amigo, e no ano de 1922 pedirá a ele para que destrua todas as suas obras após sua morte.

Em 1903, Kafka tem sua primeira relação sexual, o que lhe trará insegurança por toda sua vida. Neste ano também, ele fará sua primeira visita a um sanatório. Teve vários casos amorosos mal resolvidos, uns por intervenção dos pais das moças, outros por desinteresse próprio.

Entre 1914 e 1924, Kafka esteve três vezes perto do casamento. Desistiu sempre. Tentou primeiro por duas ocasiões com Felice Bauer, uma alemã com quem se correspondeu até 1917. A última vez foi com Milena Jesenská, mais nova do que ele.

Kafka falece dia 3 de junho de 1924 no sanatório Kierling perto de Klosterneuburg na Áustria. A causa oficial da sua morte foi insuficiência cardíaca, apesar de sofrer de tuberculose desde 1917.

Educação

Kafka aprendeu alemão como sua primeira língua, contudo era quase fluente em tcheco. Kafka se considerava incapaz nos estudos, tanto que em uma carta a Felice Bauer ele declara que não acreditava que conseguiria concluir o ensino médio. No momento de decidir que carreira seguir, Franz Kafka opta por cursar Filosofia, no entanto é impedido pelo seu pai, com quem não tinha uma relação afetividade. Tendo de decidir entre Química e Direito, Franz opta pela faculdade de Química junto com seu grande amigo Max Brod. Permanece 15 dias no curso e desiste, entrando de vez para a faculdade de Direito, que será tema de boa parte de suas obras. Formado em Direito, em 1906, trabalhou como advogado a princípio na companhia particular Assicurazioni Generali e depois no semi-estatal Instituto de Seguros contra Acidentes do Trabalho. Solitário, com a vida afetiva marcada por irresoluções e frustrações, Kafka nunca atingiu fama ou fortuna com seus livros, na maioria editados postumamente. Mesmo assim era respeitado nos círculos de literatura que frequentava.

Obra

O seu livro A Metamorfose (1915) narra o caso de um homem que acorda transformado num gigantesco insecto; O Processo (1925) conta a história de um certo Josef K., julgado e condenado por um crime que ele mesmo ignora; O Castelo (1926), o agrimensor K. não consegue ter acesso aos senhores que o contrataram. O livro Na Colônia Penal (1914) fala sobre uma maquína que tem o poder de executar sentenças. Trata-se de uma história absurda sobre uma Colônia que usa esta máquina para torturar e matar pessoas, sem que estas sequer saibam o porquê de sua morte. O livro é uma crítica aos sistemas despóticos de poder. Essas quatro obras-primas definem não apenas boa parte do que se conhece até hoje como “literatura moderna”, mas o próprio caráter do século: kafkaniano.

Autor de várias coletâneas de contos, Kafka escreveu também a avassaladora Carta ao Pai (1919) e centenas de páginas de diários. Deixou inacabado o romance Amerika.

Morreu num sanatório perto de Viena, onde se internou com tuberculose. Desde então, seu legado – resgatado pelo amigo Max Brod – exerce enorme influência na literatura mundial.

Bibliografia

A escrita de Kafka é marcada pelo seu tom despegado, imparcial, atenciosa ao menor detalhe, e que abrange os temas da alienação e perseguição. Os seus trabalhos mais conhecidos abrangem temas como as pequenas histórias A Metamorfose, Um artista da fome e os romances O Processo, América e O Castelo. Os seus contos são julgados como verdadeiros e realistas, em contato com o homem do século XXI, pois os personagens kafkanianos sofrem de conflitos existenciais, como o homem de hoje. No mundo kafkaniano, os personagens não sabem que rumo podem tomar, não sabem dos objetivos da sua vida, questionam seriamente a existência e acabam sós, diante de uma situação que não planejaram, pois todos os acontecimentos se viraram contra eles, não lhes oferecendo a oportunidade de se aproveitar da situação e, muitas vezes, nem mesmo de sair desta. Por isso, a temática da solidão como fuga, a paranóia e os delírios de influência estão muito ligados à obra kafkaniana, sendo comum a existência de personagens secundários que espiam, e conspiram contra o protagonista das histórias de Kafka (geralmente homens, à exceção de alguns contos onde aparecem animais e raros onde a personagem principal é uma mulher). No fundo, estes protagonistas não são mais que projeções do próprio Kafka, onde ele expõe os seus medos, a sua angústia perante o mundo, a sua solidão interior.

A obra sobre Kafka é já de maior dimensão do que o trabalho próprio do autor, e vai desde estudos literários sérios até análises psicológicas do autor, a quem já foram atribuídos todos os tipos de complexos e traumas concebíveis. A própria sexualidade de Kafka chegou a ser discutida, apesar de que para muitos de seus leitores o desejo por mulheres estar evidente na maioria de suas principais obras, e o próprio Kafka não ter dado em vida nenhuma razão para que alguém afirmasse que ele era homossexual. No entanto, a obra de Kafka tem despertado enorme interesse entre os leitores gays pois, de acordo com Ruth Tiefenbrun, a maior parte dos seus personagens são homens homossexuais, que simultaneamente exibem a necessidade de se esconder e de se exibir. Já Gregory Woods refere que, mesmo que a sexualidade de Kafka seja controversa, tal não deve impedir a apreciação dos seus textos no âmbito da literatura gay, e que as histórias de homens isolados, forçados a não ter certezas na vida, que estão em constante perigo de ser descobertos, tocam fortemente na sensibilidade de todos os gays.

Livros e Contos

Cenas de um Casamento no Campo (1907)
Considerações (1908)
Aeroplano em Brescia (1909)
Amerika (1910,1927)
O Veredicto (1912)
A Metamorfose (1912, 1915)
A Sentença (1912, 1916)
Meditação (1913)
Contemplação: O Foguista (1913)
Diante da Lei (1914, 1915)
A Colônia Penal (1914, 1919)
O Processo (1914,1925)
Um Relatório para a Academia (1917)
A Preocupação de um Pai de Família (1917)
A Muralha da China (1917, 1931)
Carta ao Pai (1919)
Um Médico Rural (1919)
Poseidon (1920)
Noites (1920)
Sobre a Questão das Leis (1920)
Primeiro Sofrimento (1921)
Cartas a Milena (1920, 1923)
Investigações de um Cão (1922)
Um Artista da Fome (1922, 1924)
O Castelo (1922, 1926)
Uma Pequena Mulher (1923)
A Construção (1923)
Josefina, a Cantora ou O Povo dos Ratos (1924)
Sonhos

Fonte
Wikipedia

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Guimarães Rosa (Aniversário de Nascimento)

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120o. Aniversário de Fernando Pessoa

Fernando Pessoa, para sempre
(Paulo Jorge Brito e Abreu)

Cantaste toda a gente e toda a parte,
Preste canto, presságio e profundo,
«Et coetera», automóvel e estandarte,
Canto mar, canto livre e canto fundo.
Te anelo rododendro em rodapé,
Eu rapsodo, sinal, revolução;
Te saúdo carioca e busco até
Canto mar, canto anil e cantochão.
Sonhei que tu nascias dentro em mim
E eu te apadrinhava. Éramos seis.
Eras Álvaro, Alberto e o Latim,
O teutónico, e o Ricardo Reis.
E sonhei que na «Ode Triunfal»
Eu era Autor de láureas dadivosas,
A libido, o licor e o real
Guardador de rebanhos só de rosas.
Pois quando agora em álcool for compor
O aljôfar, e alucinogénio,
Não confundam mais dinheiro com Amor,
Não matem, outra vez, o verde Génio.

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Fernando Pessoa
(Eugênio de Sá)

Foste quatro em vez de um
Até nisso foste um mestre
E em todos e cada um
Pra falar por eles nasceste
Foste Caeiro, foste Reis
Foste Campos e Pessoa
Podias ser cinco ou seis
Pois nenhum de ti destoa
Mestre foste e serás sempre
Desta orgulhosa linguagem
Que nos embala p’lo mundo;
Pois tu Fernando fizeste
Renascer nos portugueses
O amor p’lo mar profundo!
*****

Poetas?…
(Carmo Vasconcelos)

Poetas nos dizemos, tu e eu…
Mas a Divina Mestria
está para além do que somos
Nossos versos… Poesia?…
São apenas magros gomos
duma iguaria completa
Gotas breves
dum mar que imortalizou
o verdadeiro Poeta
Que a dor nunca nos doa
do poeta que não fomos
do estro que não floriu
E bendigamos a asa
que ao de leve nos tocou
poeira que se espargiu
e nós pegámos à toa
quando a “esquina dobrou”
o grande mestre PESSOA

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Sobre Fernando Pessoa: postagens dias 17 e 27 de janeiro.
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Fontes:
Varanda das Estrelícias (de Joaquim Evónio), http://www.joaquimevonio.com/ ,
colaboração de Douglas Lara , www.sorocaba.com.br/acontece

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