Arquivo da categoria: Bibliotecas

Bibliotecas Públicas de São Paulo (Programação)


Projeto Canto Livro.

Canto Livro: De Amor e Solidão – Gabriel García Márquez

Neste espetáculo da série “Canto Livro”, Joana e Jean Garfunkel narram trechos de Cem Anos de Solidão e O Amor nos Tempos da Cólera, de Gabriel Garcia Márquez, ilustrados com canções caribenhas. Eles se apresentam acompanhados pelo violonista Natan Marques.

12 de maio (sáb) – 19h – Biblioteca Pública Cassiano Ricardo
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Prof. João Jonas Veiga Sobral.
ENCONTRO

Nova ortografia

O professor João Jonas Veiga Sobral apresentará as principais mudanças propostas pelo Novo Acordo Ortográfico e as ilustrará com exemplos extraídos de mídias impressas e canções populares. Haverá espaço para debate e esclarecimento de dúvidas acerca das novas solicitações. 2h10.

14 de maio (seg) – 15h – BIBLIOTECA PÚBLICA Camila Cerqueira César
17 de maio (qui) – 15h – BIBLIOTECA PÚBLICA Amadeu Amaral
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CURSOS

Os contos de fadas: tradição oral e educação de sensibilidade
Com Fabiana Rubira

O objetivo é entender melhor a natureza e as funções dos contos de fadas na formação do ser humano e refletir sobre por que essas narrativas da tradição oral, muitas delas milenares, e, ao mesmo tempo atuais, são ainda significativas para nós. Público alvo: educadores, contadores de histórias, estudantes de pedagogia e interessados.

12 de maio (sáb) – 10h – BIBLIOTECA PÚBLICA Hans Christian Andersen
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TEATRO

Lado de Lá
Com Cia Luarnoar

O infantil relata um pouco das histórias africanas contadas a partir das curiosidades e das observações que este povo faz na natureza. Esses questionamentos e inquietações viraram lendas, que revelam a riqueza do povo africano. Livre. 50 min.

12 de maio (sáb) – 14h – BIBLIOTECA PÚBLICA Mário Schenberg
13 de maio (dom) – 11h – BIBLIOTECA PÚBLICA Cora Coralina

Cidade Azul
Com Cia Truks

O espetáculo conta como nasce e cresce uma amizade entre duas crianças de realidades diferentes: um menino das ruas e uma menina perdida pelas ruas. Livre. 50 min.

13 de maio (dom) – 11h – BIBLIOTECA PÚBLICA Padre José de Anchieta
16 de maio (qua) – 14h30 – Biblioteca Infantojuvenil Monteiro Lobato

Leitura encenada do texto “Macaco peludo”
Com Cia. Triptal. Dir: André Garolli

A rica Mildred desce ao porão de navio para conhecer os trabalhadores das fornalhas. Lá conhece Yank, que ao ir atrás da jovem, descobre que Mildred é apenas uma dentre outros, para quem homens como ele são insignificantes. A apresentação será seguida de debate com o público.

16 de maio (qua) – 19h30 – BIBLIOTECA PÚBLICA Alceu Amoroso Lima

Visite nosso site: http://www.bibliotecas.sp.gov.br

Fonte:
E-mail recebido pela Coordenadoria do Sistema Municipal de Bibliotecas. Secretaria de Cultura. Prefeitura de São Paulo | http://www.bibliotecas.sp.gov.br

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Biblioteca do Centro Integrado de Educação Pública, de Rio Grande/RS aceita doações

O Bibliotecário, de Giuseppe Arcimboldo
O CIEP do Bairro São João “Dr. José Mariano de Freitas Beck”, inaugurado em 1993, atende em média cerca de 500 alunos desde a Educação Infantil ao Ensino Médio. O corpo docente é formado por 22 professores.

A biblioteca do CIEP do Bairro São João na cidade do Rio Grande precisa da ajuda de pessoas voluntárias que se disponham a doar um pouco do seu tempo para organizar o seu acervo e desenvolver projetos que aproximem os alunos dos livros e da leitura.

Possui um diversificado acervo que precisa ser organizado e classificado de maneira a possibilitar que os alunos ali encontrem o que procuram para suas pesquisas escolares e leituras gerais.

A Biblioteca do CIEP aceita doações de livros, revistas, quadrinhos e audiovisuais.
Entre em contato com a escola:
Centro Integrado de Educação Pública – CIEP
“Doutor José Mariano dos Santos Becker”
Rua Eduardo Araújo,
Bairro São João
Rio Grande – RS
Brasil
CEP: 96.213-040

Telefone: (53) 32301612

E-mail:
bibliotecacieprg@gmail.com
Blog: http://bibliotecacieprg.blogspot.com/

Fonte:
Biblioteca CIEP Rio Grande

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Biblioteca de Alexandria


A Biblioteca de Alexandria foi uma das maiores bibliotecas do mundo e se localizava na cidade egípcia de Alexandria que fica ao norte do Egito, situada a oeste do delta do rio Nilo, às margens do Mar Mediterrâneo.

É hoje, o mais importante porto do país, a principal cidade comercial e a segunda maior cidade do Egito. Tem cerca de 4.4 milhões de habitantes.

A cidade ficou conhecida por causa do empreendimento de tornar-se, na Antigüidade, o centro de todo conhecimento do homem, com a criação da Biblioteca de Alexandria.

Considera-se que tenha sido fundada no início do século III a.C., durante o reinado de Ptolomeu II do Egito, após seu pai ter construído o Templo das Musas (Museum).

É atribuída a Demétrio de Falero sua organização inicial. Estima-se que a biblioteca tenha armazenado mais de 400.000 rolos de papiro, podendo ter chegado a 1.000.000.

Foi destruída parcialmente inúmeras vezes, até que em 646 foi destruída num incêndio acidental.

A instituição da antiga Biblioteca de Alexandria tinha como o principal objetivo preservar e divulgar a cultura nacional. Continha livros que foram levados de Atenas. Ela se tornou um grande centro de comércio e fabricação de papiros.

Papiro (pelo latim papyrus do grego antigo πάπυρος) é, originalmente, uma planta perene da família das ciperáceas cujo nome científico é Cyperus papyrus, por extensão é também o meio físico usado para a escrita (percursor do papel) durante a Antigüidade (sobretudo no Antigo Egito, civilizações do Oriente Médio, como os hebreus e babilônios, e todo o mundo greco-romano).

Foi por volta de 2200 anos antes de Cristo que os egípcios desenvolveram a técnica do papiro, um dos mais velhos antepassados do papel.

Para confeccionar o papiro, corta-se o miolo esbranquiçado e poroso do talo em finas lâminas. Depois de secas, estas lâminas são mergulhadas em água com vinagre para ali permanecerem por seis dias, com propósito de eliminar o açúcar. Outra vez secas, as lâminas são ajeitadas em fileiras horizontais e verticais, sobrepostas umas às outras.

A seqüência do processo exige que as lâminas sejam colocadas entre dois pedaços de tecido de algodão, por cima e por baixo, sendo então mantidas prensadas por seis dias.

E é com o peso da prensa que as finas lâminas se misturam homogeneamente para formar o papel amarelado, pronto para ser usado. O papel pronto era, então, enrolado a uma vareta de madeira ou marfim para criar o rolo que seria usado na escrita.

A lista dos grandes pensadores que frequentaram a biblioteca e o museu de Alexandria inclui nomes de grandes gênios do passado.

Importantes obras sobre geometria, trigonometria e astronomia, bem como sobre idiomas, literatura e medicina, são creditados a eruditos de Alexandria.

Segundo a tradição, foi ali que 72 eruditos judeus traduziram as Escrituras Hebraicas para o grego, produzindo assim a famosa Septuaginta (tradução da Tora para o idioma grego, feita no século III a.C.).

Ela foi encomendada por Ptolomeu II (287 a.C.-247 a.C.), rei do Egito, para ilustrar a recém inaugurada Biblioteca de Alexandria.

A tradução ficou conhecida como a Versão dos Setenta (ou Septuaginta, palavra latina que significa setenta, ou ainda LXX), pois setenta e dois rabinos trabalharam nela e, segundo a lenda, teriam completado a tradução em setenta e dois dias.

A Septuaginta foi usada como base para diversas traduções da Bíblia.

Fontes:
Amigos do Livro
Imagem = Biblioteclando

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Fundação Biblioteca Nacional

A Biblioteca do Mosteiro de São Bento, fundada em 1581, em Salvador, Bahia, é a biblioteca mais antiga do Brasil. A Biblioteca Nacional, contudo, é a primeira oficial e pública. Foi trazida de Lisboa para o Brasil pela Corte portuguesa, a pedido de D. João, em 1808, e instalada em uma das salas do Hospital do Convento da Ordem Terceira do Carmo, contendo sessenta mil peças (livros, manuscritos, mapas, medalhas e estampas). A época, chamava-se Real Biblioteca.

Em 1810, foi transferida para sua sede atual, no Rio de Janeiro, e recebeu o nome de Biblioteca, hoje, Fundação Biblioteca Nacional (FBN). Tornou-se propriedade do Estado em 1825.

Atualmente, a FBN é considerada a 8ª. Biblioteca do mundo. Guarda a mais rica coleção bibliográfica da América Latina e conta com mais de nove milhões de itens catalogados, realizando, com êxito, a sua missão de captar e preservar o acervo da memória nacional, disposto em: obras gerais, referência, iconografia, música, periódicos, obras raras, manuscritos e cartografia.

Os chamados Tesouros da Biblioteca Nacional constituem um acervo em formato digital, do qual fazem parte a Carta de abertura dos portos, a Bíblia da Mogúncia, o Livro das horas e a primeira gramática em língua portuguesa, entre outras peças (iconografia, manuscritos, música e obras raras).

A FBN presta importantes serviços aos usuários, não só atendendo in bloco, como também on-line ou por via telefônica e portal. Visite o Site Oficial da FBN. Há, também, o serviço do Escritório de Direitos Autorais (EDA), que funciona desde 1898 (e-mail: eda@bn.br).

Além do laboratório da restauração e conservação, a FBN possui o maior laboratório de digitalização da América Latina, para que o leitor tenha acesso à biblioteca virtual.

Atendimento a Distância

A Divisão de Informação Documental (DINF) oferece aos usuários que residem fora do município do Rio de Janeiro e do Grande Rio serviços de informação, tais como:

– pesquisa e compilação de registros bibliográficos no acervo da BN;
– reprodução do acervo;
– obtenção de cópias de textos de periódicos, através do Programa COMUT;

Presta também, por correio eletrônico ou telefone, atendimento local para demandas de pronta-resposta
( informações sobre o acervo, informações bibliográficas, etc.)

Para solicitar este serviço preencha o Formulário de Solicitação de Pesquisa em
http://www.bn.br/portal/index.jsp?nu_pagina=78

Base de Bibliografias Especiais

A DINF organizou, a partir de solicitações de usuários, uma base de dados, não exaustiva, que reflete as pesquisas realizadas. São referências compiladas nos catálogos da Biblioteca Nacional, que, em sua maioria, podem ser complementadas com o acesso aos Catálogos on line.

Essa base, embora não esteja totalmente revisada, está disponível para consulta. http://catalogos.bn.br/ .

Fundação Biblioteca Nacional
Divisão de Informação Documental
Av. Rio Branco 219, 2o. andar – Rio de Janeiro, RJ – 20040-008
tel: (0xx21) 2220-1330
tel/fax: (0xx21) 2220-1326
e-mail:
dinf@bn.br

Fontes:
Biblioteca Nacional
Quiosque Azul

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Biblioteca Comunitária Barca dos Livros (Florianópolis/SC)

A Barca dos Livros é uma biblioteca comunitária, mantida pela SOCIEDADE AMANTES DA LEITURA, com sede na Lagoa da Conceição, em Florianópolis, que defende a importância da leitura para o desenvolvimento comunitário e individual.

Inaugurada em 02 de fevereiro de 2007, a Biblioteca possui um acervo de mais de 7.500 livros já catalogados e 3.000 em fase de catalogação. Nesses dois anos de atividade, a Biblioteca é referência na área do livro e da leitura, e presença constante na mídia local e nacional.

A Barca dos Livros foi finalista do Prêmio Vivaleitura 2007 (Minc/MEC e OEIAE e Grupo Santillana), recebeu em 2006 o 2° lugar no 11° Concurso FNLIJ/Petrobrás – Melhores Programas de Incentivo à Leitura junto a Crianças e Jovens de todo o Brasil. Em 2008 foi reconhecida como “ação destaque” no II Fórum do Plano Nacional do Livro e da Leitura (PNLL/MinC) e I Encontro Internacional de Bibliotecas Comunitárias em São Paulo.

Em 2006 o Projeto foi aprovado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura /Minc (Lei Rouanet – Artigo 18) e contou com importantes incentivos da Eletrobrás, Eletrosul, Tractebel, BRDE e BADESC, o que permitiu equipar o espaço, contratar profissionais qualificados, atendendo às necessidades de funcionamento da sede/porto. O objetivo principal sempre foi o de facilitar o acesso ao livro e à leitura e a formação do leitor, através do atendimento diário e gratuito à comunidade e do programa mensal de incentivo à leitura, com a qualidade de um acervo de livros escolhidos.

Nesses dois anos de atividades, a Barca dos Livros atingiu uma média de 1.800 visitantes/mês (beneficiando escolares de todas as idades e público em geral da comunidade da Lagoa da Conceição e região, Florianópolis, Grande Florianópolis e também do interior do Estado).
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O Barco – Biblioteca Itinerante

A implantação do barco-biblioteca (biblioteca itinerante), concretizará na totalidade os objetivos do projeto Barca dos Livros. Montada a bordo de um barco especialmente adaptado, respeitando as condições geográficas, o meio-ambiente e as tradições culturais da população da Lagoa da Conceição, a biblioteca-itinerante cumprirá um roteiro de visitas, quando emprestará livros, receberá devoluções e servirá de base para atividades de estímulo à leitura diretamente nos núcleos das comunidades ribeirinhas da Lagoa da Conceição. Contadores de histórias, autores e oficinas de formação do leitor e mediadores de leitura complementarão e marcarão sua passagem.

Nas margens e proximidades da Lagoa da Conceição, vivem cerca de 40 mil habitantes espalhados em vários núcleos, com cerca de 20 mil crianças, adolescentes e jovens matriculados desde creches até o ensino médio e universitário. Linhas regulares de barcas servem a algumas comunidades ribeirinhas, como a Costa da Lagoa, cujo único acesso é a via aquática. É um microcosmo construído em torno da Lagoa, onde o barco é meio de transporte cotidiano e os 23 trapiches públicos são pontos de contato incorporados aos usos e costumes. Com o Barco – Biblioteca em funcionamento, ampliará em 50% o número de pessoas (adultos e crianças) que serão beneficiadas com as atividades de incentivo à leitura e acesso à Biblioteca.

O Projeto Barca dos Livros – Fase II – consta da circulação do barco-biblioteca e a realização das atividades de incentivo à leitura diretamente nas comunidades. Estamos trabalhando na captação de recursos para a compra e implantação do Barco-biblioteca, ainda em 2009. Enquanto isso, foram realizadas, desde a abertura da Biblioteca, a atividade mensal de incentivo à leitura chamada “Histórias na Barca dos Livros” – três passeios à bordo de um barco na Lagoa da Conceição, com livros, narração de histórias e música numa viagem encantadora.

Rua Senador Ivo d’Aquino, 103
Lagoa da Conceição, frente ao trapiche
(048) 3879-3208
Horário de funcionamento
De 3ª a 6ª das 10h às 20h
Sábados e domingos das 14h às 20h

Fonte:
http://www.amantesdaleitura.org/

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