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Cida Freitas (1950)

Nasceu em 14 de junho de 1950 na cidade de Santa Mariana, Pr, onde concluiu seus estudos primários e secundários. Filha de Júlio de Freitas e Palmira Mareze de Freitas, é a segunda dos seis irmãos. Cursou Letras pela Faculdade de Ciências e Letras de Campo Mourão, hoje, UNESPAR. Na mesma Instituição fez o Curso de Especialização em Língua Portuguesa e, posteriormente, especializou-se em Supervisão Escolar. Casou-se em 1971 com Hélio Dias França com quem teve quatro filhos: Tânia, Luci Mara, Susi e Júnior. Divorciou-se em 1990.

Profissionalmente começou como balconista em sua cidade natal aos 14 anos. Aos dezoito, prestou concurso municipal e passou a lecionar no distrito Panema em Santa Mariana. No ano seguinte trabalhou no distrito Quinzópolis, no mesmo município. Após o casamento, mudou-se para Jesuítas, 1971, ano em que lecionou Língua Portuguesa na Escola Normal (Ensino Médio) na cidade de Formosa D’Oeste.

Em 1972 transferiu-se para Cianorte e em 1974, abriu uma empresa comercial de produtos esportivos. Optou pelo ramo empresarial para poder ficar perto dos filhos. Em 1979, transfere-se para Campo Mourão, onde abre a Casa dos Esportes que funcionou até 1996.

Voltou para o magistério em 1986. Lecionou no Colégio João D’ Oliveira Gomes, FECILCAM, Colégio Integrado e, há 10 anos, trabalha como Supervisora Pedagógica no Colégio Vicentino Santa Cruz onde, em 1995, ajudou a criar o curso de Ensino Médio. Em 1996, casou-se com o professor Jacó Gimenes e juntos criaram a empresa Instituto de Cultura e Desenvolvimento da qual foi sócia proprietária. Em 2000 criou o Centro Interativo de Aprendizagem.

Começou como escritora aos 14 anos, quando venceu um concurso promovido pela Secretaria Estadual de Educação, escrevendo 40 páginas sobre Natureza.

Em 1987, incentivada pela professora Sinclair Pozza Casemiro, participou do “I Varal de Poesias da FECILCAM” ficando com três dos cinco prêmios.

Lançou seu primeiro livro, “VIDA E POESIA”, na IV Bienal do Livro, no Rio de Janeiro em 1989. Depois vieram: “DEUS ABSTRATO”; “UM POUCO DE NÓS”; “TOQUE DA ALMA” e a revista especial “MÃE”, lançada pelo Rotary Club Verdes Campos durante a XLI Conferência Distrital em Campo Mourão.

Participa das Antologias: “Benditos Alternativos e Independentes” (EDICON-SP); “Antologia de Contos, Crônicas e Poesias” (EDICON-SP); “Selectio Prima” (FICILCAM-PR); “Proseando” (EDICON-SP); “Poeta, mostra tua cara” (Edições Garatuja-RS); “Vivência” (Artes Gráficas Mourãoense-PR). Assinou, por dois anos, a coluna “Vida e Poesia” no jornal Tribuna do Interior; hoje escreve para a Gazeta do Centro Oeste em sua coluna “Pensando…”.

Possui publicações no jornal “Turismo é Aqui”, na revista do “Lions Club”, fevereiro de 2002 e em jornais alternativos. Compôs para o CD “Meu Canto em Oração” (Paulinho): “Meu Querer”; “Doce pedido” e “Oferenda”. Para o CD Meu Canto em Oração II, compôs: “Só tu, Senhor”; “Meu canto”; “Minha Senhora” e “Oração”.

Foi membro da ACICAM, onde integrou a Diretoria por três gestões consecutivas. Presidente do Fórum Popular de Cultura. Coordenadora da Associação de Educação Católica do Paraná (AEC), Núcleo de Campo Mourão.

É membro da AME Associação Mourãoense de Escritores.

Cadeira numero 8 da Academia Mourãoense de Letras.

Membro do Conselho Municipal do Turismo, coordenando a área de Cultura. Presidente da Academia Mourãoense de Letras no biênio 2008-2010.

Fonte:
http://www.academiacm.org.br/academicos/cida-freitas

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Trova 129 – Sinclair Pozza Casemiro (Campo Mourão/PR)

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19 de março de 2010 · 22:48

Gilmar Cardoso (A Verdadeira Origem do Carneiro no Buraco)

Esta história começou já se vai quase um século. Eu mesmo confesso que desconhecia a verdadeira origem do prato típico do Município de Campo Mourão-PR, até colidir meu carro em outro onde viajavam dois nobres anciãos: o Tenente Soares e seu fiel escudeiro Benevides, ambos na casa dos seus noventa anos, bem vividos, diga-se de passagem. Isto aconteceu no ano passado no litoral do Estado de Santa Catarina, durante as férias mais controvertidas que já tive.

Quebrei vários ossos, mas não corri risco de morte, ao contrário dos velhinhos. Ficamos os três em uma só enfermaria, e como não podia ser de outra forma, conversávamos, ou seja, entre os “ais” de dor, falávamos sobre os mais diversos assuntos, até mesmo sobre o Carneiro no Buraco e a história de que ambos presenciaram a primeira vez que essa iguaria foi consumida.

Abre aspas: Viajava nossa caravana em busca da Água da Fonte de São João Maria de Jesus, que segundo se sabia, ficava cerca de doze léguas a oeste do povoado de Campos do Mourão num lugarejo batizado por Pinhalão. – disse o oficial. Vínhamos da já frondosa Guarapuava, a qual era matrona de toda essa região, cujo percurso fazíamos em lombos de mulas. Se me lembro bem, o Zizinho e o Cacique vinham a pé. Um burro forte carregava a cozinha, que era composta dos víveres, uma chaleira de ferro para esquentar a água do chimarrão, talheres de pau, e um tacho de cobre com tampa. A água carregávamos nas cabaças.

Estávamos já há muitos dias andando por uma estrada conhecida como Caminho Pisado, uma antiga via que possuía cerca de oito palmos de largura, uma profundidade de 0,40cm e forrado por gramíneas que impediam o crescimento do mato. Esse histórico ramal era popularmente conhecido como caminho das tropas ou Peabiru; e naquele tempo ainda era bem delineado.

Nossas provisões estavam no fim, assim como a pólvora. Sem comida e sem jeito para caçar, a situação começou a ficar insustentável. Mas Deus nunca havia sido tão generoso para conosco como naquele dia.

Num final de tarde, Zizinho e o Cacique afastaram-se um pouco do acampamento para ver se encontravam alguns frutos que se pudesse amenizar a fome. Mas adivinha o que encontraram? Dois carneiros gordos!

Um deles eles conseguiram pegar. E como bons mateiros que eram, o trouxeram destripado ao acampamento. O animal pesou cerca de 30 quilos, depois de limpo e cortado em pedaços. — Não deixa o animal balir, meu pai dizia que dá azar e é sinal de que o próximo a morrer é você! — ouvia-se por ali como influência da cultura popular.

O japonês, nosso mestre-cuca, ativou o fogo, juntou tudo o que restava da dispensa: tomate, cebola, batata doce, batata salsa, chuchu, abobrinha, cenoura, vagem, pimentão, mandioca e maçã; e foi logo botando tudo para cozinhar no tacho de cobre com tampa.

Chegava o crepúsculo daquele dia distante. Estávamos todos ansiosos para saborear o cozido, que naquele instante começava a ferver. Mas a alegria do pobre dura pouco, e não demorou mais um minuto que ouvimos tiros, seguidos por berros: “ladrões de carneiro, vou cobri-los de chumbo!”

Mais do que depressa Zizinho, Cacique e o Japonês trataram de se livrar dos vestígios do animal roubado. A opção foi o buraco deixado pelo tronco de um pé de jaracatiá apodrecido. Nele colocaram o tacho, juntamente com o material incandescente: brasas vivas do nó de pinho; e depois o cobriram com a terra de um cupinzeiro abandonado que havia nas imediações. Além disso, cobriram também a terra removida com folhas para não gerar nenhuma suspeita de que ali havia um jantar sendo preparado.

De repente apareceu no acampamento um homem baixinho, tez clara e nariz afilado. Trazia às costas uma enorme espingarda, cuja boca do cano ainda saía um pouco de fumaça. Fedia mais que as mulas.

De véspera, olhou para uma botija que havia sobre os arreios, e foi logo perguntando se era vinho. Eu disse que era e ele poderia bebê-lo todo se pudesse.

Nem precisei insistir. Não demorou nem meia hora e o baixinho estava mais bêbado que gambá de alambique. Falando mole ele dizia que os carneiros não sobreviveriam mesmo naquelas condições. A bicharada iria comê-los mais dia, menos dia.

Não demos o braço a torcer nos entregando de que havíamos surrupiado o animal, talvez fosse uma estratégia do tal baixinho.

Escureceu profundamente. A fome aumentava e nosso convidado não ia embora.

Lá pela meia noite ele adormeceu. Podíamos até desenterrar o tacho se quiséssemos, pois naquelas condições o homem da espingarda não iria perceber, já que dormia sua total embriaguez.

Num verdadeiro ritual, aos poucos fomos retirando as folhas que estavam sobre o buraco em que havíamos colocado o tacho, até o descobrir totalmente. Enquanto isso os outros estavam a acender um novo fogo que de fato serviria para terminar de cozinhar o carneiro, nossa única opção do jantar daquele dia.

Mas tão grande fora a surpresa quando o japonês retirou a tampa do tacho, o carneiro estava totalmente cozido, tenro, macio e delicioso!

Não sabíamos, mas naquela noite nascia uma iguaria exótica. Nossa viagem terminou e por muitas outras vezes cozinhamos carneiros daquele modo, só que juntando a ele outros temperos, tais como: pimenta do reino, alho, ajinomoto, cebolinha, salsinha, vinagre de vinho, óleo e sal.

Certa ocasião, na década de 60, eu estava em São Paulo e como você já percebeu, gosto de contar histórias e contei essa passagem a um grupo de americanos. Alguns anos depois fiquei sabendo que eram eles cineastas e que até utilizaram minha receita num daqueles filmes de bangbang.

Naquele instante percebi que Benevides estava muito quieto e o chamei por várias vezes. Ele não respondeu. Havia morrido enquanto seu companheiro me contava a história.

No dia seguinte o Tenente já não tinha mais forças, falava entre longas pausas já com voz sumida. Mas antes que desse o último suspiro, chamou-me para perto de si e disse: “você pode ter duvidado da história que lhe contei, mas se quiser saber certeza, pergunte ao falecido Nereu e o finado Deodato, eles também estavam lá”. Fecha aspas.

Essa foi a história que o valente tropeiro militar Tenente Soares me contou, antes de ter o corpo encomendado por um padre coadjutor de Guarapuava, da Congregação do Verbo Divino, que lhe aspergiu água benta sob o “olhar” vigilante da imagem de São José, que adornava o oratório daquele hospital. Ao longe soou um berrante…

Fonte:
Conto de abertura do livro “Enquanto conto, encanto o conto” – contos, lendas e rumores, Organizado pela Fundaçao Cultural de Campo Mourao.1ª. ed. Curitiba: Imprensa Oficial do Paraná, 2004. v. 5000. 100 p.
Imagem = montagem de José Feldman

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Sinclair Pozza Casemiro (Peregrinação)

Expedição pelo Caminho de Peabiru
Peregrinação no Caminho de Peabiru

Vejo a pedra que rola
Querendo ganhar o mundo
Sendo que foi feita pra ficar.
Vejo o barro que se prende nas rodas de um móvel,
Nos pés calçados ou não do caminhante, traindo seu destino de ficar.
Não sei se sabem que estão buscando além do que podem
E do que lhes foi destinado.
Mas sei que a pedra acaba indo longe
Nas construções, nas estradas asfaltadas…
O barro se espalha e se vai…
Sou peregrina que anda
Nos quilômetros deste chão de tantas cores,
De tantas formas, cheiros e marcas,
E estou presa na sua extensão, passo a passo.
Mas, como as pedras e o barro,
Meus sonhos se vão
Construindo e edificando longe…
Se espalhando feito pó na imensidão do possível.
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TROVAS

Busca-se ainda o Caminho,
vive-se a doce ilusão
de um mundo feito carinho,
que ao fraco não negue o pão.

Pediram-me lá uma trova
Preciso, pois, de emoção,
Mas vive tão só e sem novas
Meu pobre e infeliz coração!
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Arquivado em A Poetisa no Papel, Campo Mourão, Paraná em Trovas

Sinclair Pozza Casemiro

Possui graduação em Letras Anglo Portuguesa pela Universidade Estadual de Maringá [UEM] (1976), mestrado em Letras pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho [UNESP] (1995), doutorado em Letras, Área de Filologia e Lingüistica Portuguesa pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho [UNESP] (2001) e pós-doutorado em Letras pela Universidade de São Paulo [USP].

Coordenadora de Pesquisa do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre o Caminho de Peabiru na COMCAM – NECAPECAM, com sede em Campo Mourão, pesquisadora pelo CNPq da Faculdade Estadual de Ciências e Letras de Campo Mourão – FECILCAM

Foi diretora e vice-diretora da Faculdade Estadual de Ciências e Letras de Campo Mourão, FECILCAM, Brasil.

É Professora da Comunidade dos Municípios de Campo Mourão, COMCAM

Prêmios e títulos

– 2004 Certificado, Secretaria de Estado da Ciência,Tecnologia e Ensino Superior do Paraná.
– 2003 Honra ao Mérito, FECILCAM.
– 2003 Certificado, FECILCAM – Faculdade Estadual de Ciências e Letras de Campo Mourão.
– 2003 Certificado de Honra ao Mérito, Conselho Departamental da FECILCAM – Faculdade Estadual de Ciências e Letras de Campo Mourão.
– 2003 Certificado, Coordenação do Curso de Letras, Universidade Paranaense – UNIPAR.
– 2003 Certificado, Universidade Estadual de Londrina. – UEL
– 2003 Palmas para Elas – Mulher Especial, Fundação Cultural de Campo Mourão.
– 2002 Menção Honrosa – Mulheres Destaque 2002, Secretaria Especial de Cultura do Município de Campo Mourão.
– 1998 Cidadã Benemérita de Campo Mourão, Prefeitura Municipal de Campo Mourão.
– 1994 Certificado, Departamento de Linguística da Faculdade de Ciências e Letras de Assis.
– 1994 Certificado, Auditório da FECILCAM e FUNDACAM.
– 1992 Certificado, Departamento de Letras do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes.
– 1991 Certificado, UNIFRAN.
– 1991 Certificado, Departamento de Letras da Faculdade Estadual de Filosofia, Ciências e Letras de Guarapuava.

Entidades a que pertence

– Cadeira n.14 da Academia Mourãoense de Letras.

– Delegada municipal por Campo Mourão da União Brasileira dos Trovadores/PR

– Coordenadora de pesquisas do NECAPECAM – Núcleo de Estudos e Pesquisas Sobre o Caminho de Peabiru na região de Campo Mourão (COMCAM), sua equipe realiza um trabalho de resgate da história da trilha indígena conhecida pelo topônimo “Caminhos de Peabiru” . Trata-se de uma rede pré-colombiana de caminhos indígenas, cuja extensão, pelos estudos que se vêm realizando, é bastante polêmica. Para Rosana Bond, estudiosa do tema, ela pode chegar a mais de três mil quilômetros, ligando o Oceano Atlântico ao Pacífico (São Vicente ao Peru). Há historiadores que contestam essa hipótese e o NECAPECAM se debruça sobre as mais diferentes hipóteses para melhor conhecer a história dessa milenar rota. Algumas das conclusões a que chegaram os seus pesquisadores são as de que, baseando-se nas pesquisas arqueológicas de Igor Chmyz, da década de 1970, na região da COMCAM, onde se realizam as peregrinações, o Peabiru foi construído pelos Itararés (do grupo Macro-GÊ); e, baseando-se nos depoimentos de descendentes do povo guarani, suas trilhas foram utilizadas, entre outras formas, pela nação guarani em sua migração em busca da Terra Sem Mal.

Produção bibliográfica

Artigos publicados em periódicos

– Estudos sobre o Caminho de Peabiru na COMCAM. Compêndio sobre o Caminho de Peabiru na COMCAM, Campo Mourão, v. 2, p. 10-25, 2005.
– Estudos Literários de Campo Mourão. Compêndio da Academia Mouraoense de Letras, Campo Mourão, v. 1500, p. 147-160, 2004.
– A lingua portuguesa como disciplina. X CELLIP, Londrina, 2003.
– Linguagem-lingua-fala-discurso-letras. III SIC- Semana de Iniciação Científica, Campo Mourão, v. III, p. 109-118, 2002.

Livros publicados/organizados

– (Organizadora). 2º Compêndio da Academia Mourãoense de Letras Vida & Liberdade – O Caminho De Peabiru A Terra Sem Mal E Os Guaranis. 1. ed. Campo Mourão: UNESPAR/FECILCAM, 2006. v. 1. 172 p.

– Causos do Coração do Paraná – por entre as beiras do Ivaí e do Piquiri. Editora Sisgraf, 2005.

– Pequeno Vocabulário comentado de usos lingüísticos no Projeto Caminhos de Peabiru da COMCAM. 1ª. ed. Campo Mourão: UNESPAR/FECILCAM – Campo Mourão, 2005. v. 500. 30 p.

– (Organizadora). Compêndio do Simpósio Caminho de Peabiru. 1. ed. CAmpo Mourão: UNESPAR/FECILCAM, 2005. v. 500. 272 p.

– Pequeno Vocabulário comentado de usos lingüísticos no Projeto Caminho de Peabiru da COMCAM. 2ª. ed. Campo Mourão: UNESPAR/FECILCAM – Campo Mourão, 2005. v. 500. 45 p.

– (Organizadora) . Caminho de Peabiru projeto de resgate -Compêndio sobre o Caminho de Peabiru na COMCAM Micro-Região 12 do Paraná.O Silêncio E As Vozes Sobre O Caminho De Peabiru Nos Discursos Da História Da Comcam- Micro Região 12. 1. ed. Campo Mourão: NECAPECAM, 2005. v. 1. 209 p.

– Enquanto conto, encanto o conto – lendas, contos e rumores de Campo Mourão. 1ª. ed. Curitiba: Imprensa Oficial do Paraná, 2004. v. 5000. 100 p.

– (Organizadora). Compêndio da Academia Mourãoense de Letras. 1ª. ed. Campo Mourão: UNESPAR/FECILCAM, 2004. v. 1. 182 p.

– (Organizadora). IV Semana de Iniciação Científica. 1. ed. Campo Mourão: FECILCAM-Campo Mourão, 2003. v. 1. 540 p.

– Caminhos In versos. 3ª. ed. Curitiba: Francisco Pinheiro, 2002. v. 1000. 110 p.

– Um olhar sobre a língua…Portuguesa? A formação do Professor como desafio. 1ª. ed. Campo Mourão: Unespar, 2001. v. 800. 101 p.

– Novos Conteúdos Para O Curso De Letras Na Terminalidade De Formação Do Professor De Língua Materna.. 1. ed. Assis: UNESP, 2001. v. 1. 281 p.

– Amigos da Poesia. 1ª. ed. Campo Mourão: Kromoset, 2000. v. 600. 80 p.

– Caminhos In versos. 1ª. ed. Curitiba: Francisco Pinheiro, 1997. v. 1000. 110 p.

– Emprego Dos Verbos Ter E Haver. 1. ed. Assis: Universidade Estadual Paulista/Assis-SP, 1991. v. 1. 84 p.

– A Informática E A Estatística Na Língüística. 1. ed. Assis: Universidade Estadual Paulista”Julio De Mesquita Filho”, 1991. v. 1. 34 p.

Diversos textos em jornais de notícias/revistas
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Mais informações sobre
Caminho de Peabiru pode ser obtido em http://singrandohorizontes.blogspot.com/2009/11/o-caminho-de-peabiru.html
Terra sem Mal em http://singrandohorizontes.blogspot.com/2008/04/lenda-indgena-em-busca-da-terra-sem-mal.html
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Fontes:
Currículo Lattes.
Dados adicionais e atualizados fornecidos pela Escritora.
SARTORI, Rubens Luiz. Compêndio da Academia Mourãense de Letras.2004.

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