Arquivo da categoria: Palestras

Nelson Jacintho (Palestra e Lançamento do Livro “Postura é Fundamental”)


A ACADIL – Academia Ituana de Letras tem a honra de convidar Vossa Senhoria para uma palestra de palpitante atualidade a ser proferida pelo médico

Dr. Nelson Jacintho,

membro da SOBRAMES, entidade que congrega médicos escritores.
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Na mesma oportunidade acontece o lançamento de sua notável obra

Postura é Fundamental.

Data: 27 de abril de 2012 (sexta-feira)

Horário: 20hs

Local: Auditório do SINCOMÉRCIO

Endereço: Rua Maestro José Victorio, 137 – Centro – Itu/SP

Fonte:
ACADIL

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Thalma Tavares (Trovas que Falam de Mãe)


Nós, homens e mulheres de todos os tempos, de todos os credos religiosos, de todos os rincões da Terra, que aprendemos a usar as palavras, vivemos ansiosamente buscando o verso perfeito, a expressão mais sublime para externar verbalmente a grandeza do amor materno. E ao cabo de muitas buscas concluímos contrafeitos que a expressão que encontramos, quando a encontramos, por mais extraordinária que nos pareça, não tem a força nem o brilho necessário para exprimir o que sentimos em relação a esse amor. No entanto, como o presidiário ante a estreita faixa de luz que lhe cabe na minúscula abertura de sua cela, mas que não reflete totalmente a grandiosidade do Sol, nós nos conformamos com o fruto dessa busca, desde que ele traduza fielmente a essência do nosso carinho, daquilo que há de melhor em nosso coração. E o melhor que há em nós, para nossa mãe, pode estar contido num simples gesto, no respeito que lhe devotamos, na palavra que silenciamos para não magoá-la, na aceitação de suas humanas imperfeições e no esforço que fazemos para que os nossos defeitos não lhe tirem o sono, vincando-lhe prematuramente o rosto amado com as indesejáveis rugas do desgosto. E nesse contexto insére-se muito bem a Trova sincera de LUIZ OTÁVIO, quando suplica:

“Oh, mãe querida, perdoa!
O que sonhaste, não sou…
Tua semente era boa:
a terra é que não prestou.”

Muitas vezes, no perfil de mãe que costumam traçar poetas e prosadores, identificamos traços e gestos daquela que nos deu o ser.

Minha mãe foi para a morada eterna quando eu contava apenas sete anos de idade. Guardo ainda em minha lembrança seu rosto suave, seus dulcíssimos olhos que nos fitavam com uma ternura e um sentimento de quem está sempre se despedindo. Ela se foi, é verdade, mas deixou na ternura de sua própria mãe a mãe que se desvelaria por mim e por minhas irmãs. E é desta outra mãe o traço humano e heróico que identifico nestas trovas do saudoso JOSÉ MARIA MACHADO DE ARAUJO e de PEDRO ORNELLAS, respectivamente:

De JOSÉ MARIA:
“Na infância de minha vida,
fui pobre, mas não sabia
porque é que eu tinha comida
e a minha mãe não comia.”

De PEDRO ORNELLAS:

“Ser mãe é zombar da fome,
nos olhos mantendo o brilho,
ao ver o pão que não come
matando a fome do filho.”

Mas JOSÉ MARIA não parou por aí, traçou nesta bela trova um outro lado do amor de sua genitora, que fez das lágrimas o apelo maior para que o filho se tornasse um homem de bem:

“Minha mãe verteu mais pranto
que a Mãe de Nosso Senhor…
A Virgem chorou um Santo,
Minha mãe – um pecador.

Deus nos premiou generosamente ao colocar no coração de nossas mães e de nossas avós, toda essa inesgotável fonte de ternura que as vicissitudes da vida não nos deixa, às vezes, perceber em toda a sua plenitude, nem retribuir como se deve. Mas as mães não cobram atitudes, não exigem trocas ou recompensas porque não barganham com o amor. E quem nos garante isto é a poeta e trovadora MARILITA POZZOLI, quando nos diz:

“Coração de mãe, canteiro
em perene floração,
onde um Santo Jardineiro
planta as rosas do perdão”

É feliz quem pode ainda hoje olhar fundo nos olhos dessa extraordinária criatura, tomar-lhe carinhosamente as mãos, aconchegá-las ao peito e dizer-lhe enquanto bate mais forte o coração: – Escuta, mãe! Escuta como bate o meu coração! Ele está te dizendo o que as minhas palavras não conseguem…

E aquele a quem ela já não pode tocar fisicamente o peito, porque já não é deste mundo, tem-na constantemente no coração, como estrela inapagável no céu da alma. E esta certeza está comoventemente contida nos versos desta tocante Trova de SARA MARIANY KHANTER:

“Minha mãe partiu, tão linda!
Sorriu no último adeus…
E em minha tristeza infinda
eu tive inveja de Deus.”

E são às mães de todos nós filhos presentes e ausentes, que nós dedicamos este trabalho em homenagem ao Dia das Mães, enriquecido pelas jóias da genialidade de nossos irmãos poetas e TROVADORES.

Entre as amorosas mães do mundo inteiro uma existe que não pode ser esquecida; destaca-se por ser, brasileiramente, a mãe dos filhos alheios. Eis como Thalma Tavares, tem-na em sua lembrança:

Foi Mãe Preta alforriada
pelo afeto do Senhor…
De tanto afeto cercada
morreu escrava do amor.

É tocante o lirismo com que o trovador JOSÉ LUCAS DE BARROS evoca a ternura materna:

“Frases de eterna pureza
mamãe sempre me revela;
porém as de mais beleza
eu leio nos olhos dela.”

A.A. DE ASSIS exalta o amor materno nesta sua trova bastante criativa, numa comparação repleta de lirismo:

“Com que suave ternura
tece a canária o seu ninho!
– Mãe é assim, dengosa e pura;
a nossa e a do passarinho…

Mas quem se emociona com os versos que falam de Mãe, não pode esquecer esta jóia da inspiração poética de MARTINS FONTES, engastada neste seu primoroso e delicado Soneto:

MINHA MÃE

Beijo-te a mão que sobre mim se espalma
Para me abençoar e proteger.
Teu puro amor o coração me acalma;
Provo a doçura do teu bem-querer.

Porque a mão te beijei, a minha palma
Olho, analiso, linha a linha, a ver
Se em mim descubro um traço de tua alma,
Se existe em mim a graça do teu ser.

E o M, gravado sobre a mão aberta,
Pela sua clareza me desperta
Um grato enlevo que jamais senti:

Quer dizer Mãe este M tão perfeito,
E, com certeza, em minha mão foi feito
Para, quando eu for bom, pensar em ti.

Ficaríamos aqui, com um prazer imenso reproduzindo incontável número de trovas e poemas que falam de mãe, se o tempo e o espaço não obstassem a nossa intenção. Mas vamos encerrar esta breve homenagem fazendo nosso o desejo de ARCHIMIMO LAPAGESSE, e nossa a gratidão de AGMAR MURGEL DUTRA, nestas duas trovas repletas de singeleza e ternura:

De ARCHIMIMO:
“Se Deus atendesse um dia
minha prece ingênua e doce,
quem fosse mãe não morria,
por mais velhinha que fosse.”

De AGMAR:

“Pelo bem que me fizeste
sem nunca exigires nada;
pela luz que tu me deste,
Minha mãe, muito obrigada.”

E nós aqui desejamos a todos

UM FELIZ DIA DAS MÃES

(Minipalestra proferida pelo autor na UBT- São Paulo, UBT-Amparo, Casa do Poeta e Escritor de Ribeirão Preto, SOS – Cultura de São Simão-SP e C.E. “A Caminho da Libertação”)

Fonte:
Texto enviado por Mifori

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Casa do Poeta de Canoas (Palestra de Cicero Galeno Lopes)

A Casa do Poeta de Canoas
convida
para mais uma edição do projeto

Confraria da Leitura

Próxima palestra:

27 de Abril (quarta-feira) – 19 horas

Convidado:
CÍCERO GALENO LOPES

ASCCAN – Associação Cultural de Canoas
Av. Victor Barreto, 2301 – Centro
Canoas/RS

Contamos com o prestígio da presença de nossos associados,
colaboradores e simpatizantes.

Maria Santos Rigo Presidente da Casa do Poeta de Canoas

Saiba mais sobre este projeto visitando:
http://www.casadospoetas.com.br
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Isabel Furini (Palestra: Como Escrever Livros de Ficção)

Quando: 22 de março (terça-feira)
Horário: 19:30 horas,
Local: Livrarias Curitiba do Shopping Estação – Curitiba/PR

Palestra: COMO ESCREVER LIVROS DE FICÇÃO.

Palestrante: escritora Isabel Furini, autora de “O livro do escritor”, da editora Instituto Memória (Curitiba).

ENTRADA FRANCA

Serão abordados assuntos importantes da arte de escrever, entre eles, como criar personagens marcantes, a escolha do enredo, o trabalho do escritor.

Escrever um livro é um sonho para muitas pessoas, a palestra orientará sobre possíveis caminhos para escrever obras de ficção. Segredos de escritores consagrados. Como despertar o escritor interior e estimular a criatividade? Técnicas modernas para reconhecer a própria voz narrativa.

Fonte:
A Palestrante.

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Casa do Poeta de Canoas (Palestra com Vladimir Cunha Santos)

Casa do Poeta de Canoas convida para a 2ª edição da

CONFRARIA DA LEITURA

Palestra com o escritor, poeta, cronista, contista, romancista,
publicitário, jornalista, editor e ativista cultural

Vladimir Cunha Santos

Sexta-feira – 5/11/2010 – 19h

ASCCAN – Av. Victor Barreto, 2301 Centro/Canoas (Antiga FCC)

As 20h, após a palestra, realizaremos um Sarau de Confraternização como evento participante da Semana Cultural da ASCCAN

Maria Santos Rigo
Presidente da Casa do Poeta de Canoas

Fonte:
Casa do Poeta de Canoas

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Ana Paula Maia e Paulo Sandrini (O Futuro do Mercado Editorial)

Ana Paula Maia (1977)

Nasceu em 1977, em Nova Iguaçu, Rio de Janeiro. Publicou seu primeiro romance, O habitante das falhas subterrâneas, aos 26 anos (2003) pela 7 Letras, editora que sempre deu espaço para jovens escritores. Depois investiu no universo que já domina, o da internet, e lançou Entre rinhas de cachorros e porcos abatidos (aqui), em 2006, que agora em 2009 saiu impresso pela editora Record.

Com uma prosa que procura escrutinar a violência social, Ana Paula vem conquistando espaço no meio literário. Está em algumas antologias de novos talentos da ficção brasileira, entre elas 25 mulheres que estão fazendo a nova literatura brasileira / organização Luiz Rufatto (editora Record, 2004); Todas as guerras – Volume 1 (Tempos modernos) / Org. Nelson de Oliveira – (editora Bertrand Brasil, 2009); 90-00 – Cuentos brasileños contemporáneos / org. Nelson de Oliveira e Maria Alzira Brum – (Peru) – 2009
Seu blog é: http://www.killing-travis.blogspot.com/

Paulo Sandrini (1971)

Paulo Sandrini nasceu em março de 1971, em Vera Cruz, São Paulo. Vive em Curitiba desde 1994. É Designer gráfico, mestre e doutorando em Estudos Literários [UFPR], autor de O estranho hábito de dormir em pé [2003], Códice d’incríveis objetos & histórias de lebensraum [2005], ambos de contos, e Osculum obscenum [2008], novela. Participou das coletâneas Contos cruéis, as narrativas mais violentas da literatura brasileira contemporânea [2006], 15 cuentos brasileros/15 contos brasileiros [Argentina, 2007], 90-00 Cuentos brasileños contemporáneos [Peru, 2009] e Futuro Presente [2009]. Ministrante de oficinas de criação literária desde 2007. Editor da Kafka Edições. Mantém o blog http://paulosandrini.blogspot.com/.

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Cristovão Tezza (Palestra: Tecnologia – Leitura no Cotidiano)

Nesta quinta-feira, dia 23/09 – 20h, teremos o escritor Cristóvão Tezza falando sobre Tecnologia – Leitura no Cotidiano .

O escritor Daniel Pizza por problemas pessoais cancelou participação.

Para se inscrever encaminhar nome e telefone de contato neste endereço de e-mail. LaideSousa@sescpr.com.br

Abraços.

Laíde Cecilia de Sousa
Assistente de Atividades
SESC- Maringá
(44) 3262-3232
Ramal – 2755
http://www.sescpr.com.br

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