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Prêmio Paraná de Literatura (Resultado)

A entrega oficial dos prêmios e o lançamento dos livros acontecerá no dia 11 de dezembro 
A Biblioteca Pública do Paraná (BPP) divulgou os títulos dos livros vencedores do Prêmio Paraná de Literatura 2012. Em sua primeira edição, o concurso da Secretaria da Cultura do Estado selecionou obras inéditas, de autores de todo o País, em três categorias que homenageiam figuras importantes da literatura paranaense. 
O júri apontou 
Sergio Y vai à América, de Alexandre Vidal Porto (SP), como melhor romance (prêmio Manoel Carlos Karam). 

Papis et circensis, de José Roberto Torero (SP), venceu a categoria de contos (prêmio Newton Sampaio). 

As maçãs de antes, de Lila Maia (RJ), foi o destaque entre as obras de poesia (prêmio Helena Kolody). 
Cada autor receberá R$ 40 mil e terá sua obra publicada pela Biblioteca Pública, com tiragem de mil exemplares. A entrega oficial dos prêmios e o lançamento dos livros acontecem no dia 11 de dezembro, em evento a ser realizado na BPP. 
“O Prêmio Paraná teve ótima repercussão em todo o País e chamou a atenção da cena literária. A prova disso são as quase 900 obras inscritas. Além disso, ter um autor como José Roberto Torero entre os vencedores é algo bastante significativo. A intenção de recolocar o Paraná no mapa dos grandes prêmios literários foi cumprida de maneira exemplar”, afirma Rogério Pereira, diretor da Biblioteca e presidente da comissão julgadora. 
Segundo Pereira, a meta agora é trabalhar para fortalecer ainda mais o concurso. “O Prêmio terá continuidade em 2013. Já é uma certeza, pois temos recursos garantidos. Serão investidos novamente R$ 200 mil. Por ora, vamos manter as categorias de romance, conto e poesia. No entanto, estudamos alguns ajustes no regulamento, principalmente no que se refere ao ineditismo dos textos nos meios eletrônicos. É algo que já estamos discutindo. Também estudamos a possibilidade de parceria com uma grande editora para que os livros tenham circulação comercial em todo o País. Com isso, a tiragem de mil exemplares seria, no mínimo, dobrada”. 
Comissão julgadora — As 878 obras concorrentes foram avaliadas por um júri formado por nove membros (três em cada categoria). José Castello, João Cezar de Castro Rocha e Luiz Ruffato foram os jurados da categoria Romance. Marçal Aquino, Rodrigo Lacerda e Caetano Galindo escolheram o melhor livro de contos. Heloisa Buarque de Hollanda, Miguel Sanches Neto e Antonio Carlos Secchin analisaram as obras de poesia. 
“Fiquei surpreso com o número de bons textos apresentados. E, igualmente, com a diversidade. Mininarrativas, realismo mágico, brutalismo, experimentalismo, realismo de fina cepa, humor. O Prêmio Paraná me provou que há muita variedade e qualidade esperando os leitores”, afirma o tradutor e professor da UFPR Caetano Galindo. 
O escritor Miguel Sanches Neto também destaca a versatilidade da produção. “Apareceram bons livros nas mais diversas modalidades, dos volumes de haicais à poesia filosófica, das formas tradicionais aos experimentalismos, da poesia lírica à política e ecológica. A seleção foi feita a partir do conjunto, da capacidade de o poeta construir um livro com unidade de linguagem e de voz”, explica. 
“A maior novidade do panorama das letras no Brasil não é, como se poderia pensar, o renascimento da vida literária. Pelo contrário, trata-se do surgimento da experiência literária no espaço público. São dois movimentos diferentes. O primeiro, a vida literária, supunha o círculo restrito de pessoas envolvidas profissionalmente com a literatura. O momento atual demanda a ampliação da experiência literária. Nesse sentido, a criação de um prêmio representa um estímulo muito importante”, diz o crítico e professor da UERJ João Cezar de Castro Rocha. 
Fonte: 
Http://concursos-literarios.blogspot.com 

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12º Concurso de Poesias da UFSJ – Universidade Federal de São João Del Rey (Resultado)

1º LUGAR
José Carlos Santos Peres
Filhos de papel
Presidente Alves – SP
2º LUGAR
André Telucazu Kondo
Lavar
Santo André – SP
3º LUGAR
Alexandre Pastre Gonçalves
Velhos embriões
Andradas – MG
Classificados:
Fátima Soares Rodrigues
Faxina geral
Belo Horizonte – MG
Rosimara das Graças de Paiva
Feita para partir
Conceição da Barra de Minas – MG
Renata Alves Torres
Poema saudoso
Santa Maria de Itabira – MG
Aline dos Santos Silva
Estações (ou canção de ninar)
Barbacena – MG
Gabriel Abílio de Lima Oliveira
Costura
Pará de Minas – MG
Silvana Michele Ramos
O emanado
Belém – PA
Amalri Nascimento
Eco
Brejinho – RN
Djamila Taís Ribeiro dos Santos
Velhas canções
São Paulo – SP
Carmélia de Castro Vargas
Favela(do) eu
Santana do Garambeu – MG
Denise Tavares da Silva
O segredo de uma cidade
Paranavaí – PR
Elisvânia Aparecida Rodrigues Santos
Papel pequenino
Juiz de Fora – MG
Carina Castro Mota de Oliveira
Tecido
São Paulo – SP
Carlos Eduardo Mesquita Magalhães
Grito
Fortaleza – CE
Darcy Ribeiro da Cruz
Pensamento
Rio de Janeiro – RJ
João Paulo Lopes de Meira Hergesel
filosofia
Sorocaba – SP
Evandro Figueiredo Cândido
Poema ventoso
Elói Mendes – MG
Letícia Oliveira Gomes de Faria
Quero construir prédios
Conselheiro Lafaiete – MG
Darly Angélica de Oliveira Barros
Prelúdio
São Francisco do Sul – SC
Jackson Jardel dos Santos
Tomaz
Conselheiro Lafaiete – MG
Hernany Luiz Tafuri Ferreira Júnior
Fórceps
Juiz de Fora – MG
Geraldo Xisto da Silva
Flor mulher
Tiradentes – MG
Artur Mesquita Bicalho
O mar é o mais perto do infinito
São Paulo – SP
Rui do Carmo
Punhais afiados
Belém – PA
Evelyn dos Santos Pereira
Re-ar-anjo
Parauapebas – PA
João Carlos da Silva
Loucura da Cruz
Corinto- MG
Rosana Banharoli
Teresópolis
Santo André – SP
Reginaldo Costa de Albuquerque
Cadeira de balanço
São Sebastião do Umbuzeiro – PB
Flávia Avelino Goursand
Gratitude
Belo Horizonte – MG
Rodrigo Ladeira
A rua
Leopoldina – MG
Márcio Davie Claudino da Cruz
Canção de ninar saudades
Quitandinha – PR
Fonte:

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VIII Concurso de Trovas da UBT Maranguape/CE – 2012 (Resultado Final) 2a.Parte

ABERTO
INTERNACIONAL/BRASIL (Exceto do Ceará)

TEMA: CONTADOR (A, AS, ES)

VENCEDORES (1º ao 5º lugares)

1º. Lugar:

Contador e cantador,
num só tempo eu conto e canto:
conto as rendas do labor;
de outras “rendas” canto o encanto!
Antonio Augusto de Assis
Maringá-PR

2º. Lugar:

Se não me falha a memória,
“Contador” é, com certeza,
Quem escreve e conta a História
Das Finanças de uma Empresa!
Maria Madalena Ferreira
Magé/RJ

3º. Lugar:

O contador competente
Mantém as contas em dia,
É correto e coerente,
Mostra ter sabedoria.
Simão Elane Marques Rangel
Rio de Janeiro/RJ

4º. Lugar:

Parabéns ao CONTADOR!
Ele faz jus ao seu dia :
competente em seu labor,
dá-nos sossego e alegria.
Alba Helena Corrêa
Niterói/RJ

5º. Lugar:

Dupla missão me completa,
ambas de excelso teor:
não bastara ser poeta,
SOU POETA… E CONTADOR!
José Ouverney
Pindamonhagaba/SP

MENÇÕES HONROSAS (6º ao 10º lugares):

6º. Lugar:

Ah! Quem sabe o contador,
Por trás dessas contas frias,
Também não vibra de amor,
Compondo ou lendo poesias!
Ederson Cardoso de Lima
Niterói/RJ

7º. Lugar:

Romântico e sonhador,
com muitas desilusões,
hoje sou um contador
de partidos corações.
Dulcídio de Barros Moreira Sobrinho
Juiz de Fora/MG

8º. Lugar:

Bela e nobre profissão
Orgulho da economia,
O contador na nação,
Alavanca noite e dia!…
Carlos Alberto de Carvalho
São Gonçalo/RJ

9º. Lugar:

Vai, Contador… seca o pranto
por conta de teus amores.
Sou Contador e garanto:
– Também conto as minhas dores!
Edmar Japiassú Maia
Nova Friburgo/RJ

10º. Lugar:

Curar doença é proeza
De remédios e doutores,
Mas a saúde da empresa
Depende dos contadores!
Renata Paccola
São Paulo/SP

MENÇÕES ESPECIAIS (11º ao 15º lugares):

11º. Lugar:

Nobre e sábia profissão,
indispensável na empresa:
contador é exatidão;
dois é dois, não tem moleza!…
Flávio Roberto Stefani
Porto Alegre/RS

12º. Lugar:

Em minha faixa de idade,
Contador nenhum calcula
O volume de saudade
Que o pensamento acumula.
Luzarte de Medeiros Brito
Parnamirim/RN

13º. Lugar:

O contador tem desgosto
Por não saber onde vai,
A dinheirama de imposto
Que do seu salário sai.
Afonso José dos Santos
Mogi Guaçu/SP

14º. Lugar:

Veja nosso contador:
eficaz e pontual,
um grande conhecedor
da tal escrita fiscal!
Glória Tabet Marson
São José dos Campos/SP

15º. Lugar:

Numa empresa não há ócio
com um bom empreendedor,
mas o lucro do negócio
quem o mostra é o contador.
Eliana Ruiz Jimenez
Balneário Camboriú/SC

DESTAQUES (16º ao 20º lugares):

16º. Lugar:

O tempo, grande senhor,
das noites e das auroras,
é o eterno contador
de todos os dias e horas.
Dulcídio de Barros Moreira Sobrinho
Juiz de Fora/MG

17º. Lugar:

E não tem nada de louco,
De ciúmes ou de medo…
Contador conversa pouco
Pra não revelar segredo…
Dari Pereira
Maringá/PR

18º. Lugar:

As contas que compartilhas,
Contador, justas e boas,
são a expressão, em planilhas,
da justeza das pessoas.
Sérgio Ferreira da Silva
Santo André/SP

19º. Lugar:

O papel do contador,
É importante na empresa,
com seu saber e valor
ajuda a criar riqueza…
António Boavida Pinheiro
Lisboa/Portugal

20º. Lugar:

No balanço desta vida
o melhor contador, Deus,
ao banquete nos convida,
de paz, nos caminhos Seus..
Maria Cristina Fervier
Santa Fe/Argentina

Trovadores do Estado do Ceará 

VENCEDORES (1º ao 5º lugares):

1º. Lugar:

Para contar toda história
das receitas e despesas,
é figura obrigatória
o Contador, nas empresas!
Nemésio Prata Crisóstomo
Fortaleza/CE

2º. Lugar:

No meu tempo um Contador
Sabia até tabuada,
Hoje no computador
Não precisa aprender nada.
Deusdedit Rocha
Fortaleza/CE

3º. Lugar:

No balancete celeste
fez o Contador Jesus
um lançamento inconteste:
Pecados na Conta Cruz!
Nemésio Prata Crisóstomo
Fortaleza/CE

4º. Lugar:

Superávit, concordata
São termos do contador
Ativo, passivo e data
Patrimônio, borderôtt
Luiz Carlos de Abreu Brandão
UBT-Maranguape/CE

5º. Lugar:
Estimado contador
Vincule-se a UBT
Seja um novo trovador
Esperamos por você.
João Osvaldo Soares (Vaval)
UBT-Maranguape/CE

MENÇÕES HONROSAS (6º ao 10º lugares):

6º. Lugar:

E no balanço da vida
Eu sou como o contador
Não deixo vácuo na lida
Pois nisso sou professor.
Maria Ruth Bastos de Abreu Brandão
UBT-Maranguape/CE

7º. Lugar:

Preste atenção no que digo:
“Valorize o contador”.
Faça dele seu amigo,
Seu caixa será credor!.
Hortêncio Pessoa
Fortaleza/CE

8º. Lugar:

Contador que conta bem
Que se esmera no contar
Conta um, dois, três, dez e cem
Sem ter medo de errar.
Raimundo Rodrigues de Araújo
UBT-Maranguape/CE

9º. Lugar:

Canta… canta… contador
Dê-me logo o resultado
Se o balanço é animador…
Qual é o lucro esperado?
Lúcia Mapurunga
UBT-Maranguape/CE

10º. Lugar:

Um contador graduado
Na escola da sedução
Deixou meu sonho arruinado,
Machucou-me o coração.
Ana Maria Nascimento
Aracoiaba/CE

MENÇÕES ESPECIAIS (11º ao 15º lugares):

11º. Lugar:

Na saúde familiar
É mister um contador
Para as finanças somar
Dividindo com o amor.
Antônio Andrade
UBT-Maranguape/CE

12º. Lugar:

Hoje a mídia mundial
Já não transmite surpresa
O contador é vital
Para o êxito da empresa.
José Aureilson Cordeiro de Abreu
UBT-Maranguape/CE

13º. Lugar:

O contador é ativo
Quando registra, controla
Também demonstra o passivo
Não deixa cair a bola.
Luiz Carlos de Abreu Brandão
UBT-Maranguape/CE

14º. Lugar:

Fui estudar pra Doutor,
Mas desviei-me depois;
Findei sendo Contador
Dessa história de nós dois.
Deusdedit Rocha
Fortaleza/CE

15º. Lugar:

Conta, conta contador
Quanto vale o teu contar,
Pois na escrita o teu valor
É difícil comparar.
Raimundo Rodrigues de Araújo
UBT-Maranguape/CE

 DESTAQUES (16º ao 20º. lugar)

16º. Lugar:

Contadora, uma mulher
Registra e com bem fervor,
Os créditos que ela quer
No balancete do amor!
Francinete Azevedo
Fortaleza/CE

17º. Lugar:

Por entre perdas e um dano,
contadores aparecem.
Mas, ao chegar o fim do ano.
seus pró-labores mais crescem.
Hortêncio Pessoa
Fortaleza/CE

18º. Lugar:

Na Receita Federal
Não devo mais um vitem
Que contadora legal!
Quitou a Sefaz também.
Olga Rosália Silva Pedrosa
UBT-Maranguape/CE

19º. Lugar:

Ah!, se meu dinheiro desse:
dizia meu contador.
Levaria em canto e prece
jóias raras ao meu amor.
Sonia Nogueira
Fortaleza/CE

20º. Lugar:

A vida do contador
É lidar com documento
Trabalhando com amor
É aquele contentamento.
João Alberto Fernandes Augusto
Pentecoste/CE
==============================
ÂMBITO – ABERTO
INTERNACIONAL/BRASIL (Exceto do Ceará)

TEMA: “Patrimônio” (Trova lírica;filosófica)

VENCEDORES (1º ao 5º lugares)

1º. Lugar:

O pai que é pai de verdade,
com pouco ou com muito brilho,
deixa sempre a honestidade
no patrimônio do filho.
Milton Souza
Porto Alegre/RS

2º. Lugar:

Patrimônio não almejo,
Não me seduz metal nobre,
O que, na vida, desejo,
É ser feliz, mesmo pobre.
Luzarte de Medeiros Brito
Paranamirim/RN

3º. Lugar:

O patrimônio ideal
é o amor, não o dinheiro:
só a riqueza moral
tem o lastro verdadeiro!
Alba Helena Corrêa
Niterói/RJ

4º. Lugar:

O patrimônio que tenho
com orgulho, manifesto.
Tive em família e me empenho
de ser bom e ser honesto.
Antônio Carlos Rodrigues
São Gonçalo/RJ

5º. Lugar:

O patrimônio maior
– saldo da luta… sofrida -,
Todos sabemos de cor:
É o bom exemplo de vida.
Roberto Resende Vilela
Pouso Alegre/MG

MENÇÕES HONROSAS (6º ao 10º lugares):

6º. Lugar:

Chico Anísio, patrimônio
do povo maranguapense,
contraiu seu matrimônio
com um Brasil mais circense.
Olympio da Cruz Simões Coutinho
Belo Horizonte/MG

7º. Lugar:

Teu patrimônio é medido
pela riqueza em cifrões.
Vale mais o meu … erguido
pelo amor nos corações!
Edmar Japiassú Maia
Nova Friburgo/RJ

8º. Lugar:

Patrimônio bem cuidado
não é só na aplicação;
tem mais valor partilhado
fazendo o bem ao irmão.
Eliana Ruiz Jimenez
Balneário Camboriú/SC

9º. Lugar:

Feliz quem subiu na vida
e um bom patrimônio tem,
se esforçando na subida
mas sem pisar em ninguém.
Licínio Antônio de Andrade
Juiz de Fora/MG

10º. Lugar:

O patrimônio moral
tem muito mais garantia
do que bem material,
pois, seu valor não varia…
Geraldo Lyra
Recife/PE

MENÇÕES ESPECIAIS (11º ao 15º lugares):

11º. Lugar:

Meu patrimônio na vida
ninguém supera em valor,
é você, minha querida,
o meu grande e eterno amor.
Licínio Antônio de Andrade
Juiz de Fora/MG

12º. Lugar:

Este belo patrimônio
que o velho pai conquistou
só reforçou o matrimônio
da prole que ele gerou.
Maria Conceição de Paula
(Conceitita)
S. José dos Campos/SP

13º. Lugar:

Mais do que luxo e oportunas
ostentações materiais,
mais que sólidas fortunas,
patrimônio… é muito mais!!!
José Ouverney
Pindamonhangaba/SP

14º. Lugar:

Se um país tem conseguido
Patrimônio cultural,
é sempre reconhecido
em âmbito mundial!
Glória Tabet Marson
São José dos Campos/SP

15º. Lugar:

Pelo caminho plantei,
as sementes de amizade,
e um patrimônio eu herdei
colhendo a felicidade.
Vanda Alves
Curitiba/PR

DESTAQUES (16º ao 20º lugares):

16º. Lugar:

Olho a Família… e o que vejo?
Um patrimônio sagrado;
aval de tudo que almejo,
sempre ao alcance… a meu lado!
José Ouverney
Pindamonhangaba/SP

17º. Lugar:

Por graça de Santo Antônio,
A quem fizeste oferenda,
És o maior patrimônio
Do meu imposto de renda.
Luzarte de Medeiros Brito
Paranamirim/RN

18º. Lugar:

Patrimônio, quando herdado
sem o trabalho do braço,
traz a marca de um reinado
que vem fadado ao fracasso.
Neide Rocha Portugal
Bandeirantes/PR

19º. Lugar:

O patrimônio de um povo
é: saúde , educação,
preservar o velho e o novo,
e saber o que é Nação!
Dilva Maria de Moraes
Nova Friburgo/RJ

20º. Lugar:

Patrimônio tem valor
Que devemos preservar
Símbolo do nosso amor
Num futuro secular.
Maria José Fraqueza
Algarve/Portugal

TROVADORES DO ESTADO DO CEARÁ

TEMA: PATRIMÔNIO (S) [l/f]

VENCEDORES (1º ao 5º lugares):

1º. Lugar:

Embora sem matrimônio
Posso viver sonho alado
Vendo que meu patrimônio
É ter você ao meu lado.
Ana Maria Nascimento
Aracoiaba/CE

2º. Lugar:

Patrimônio, se desgasta,
e por vezes envaidece.
Do próprio Deus nos afasta,
quando a riqueza aparece.
Hortêncio Pessoa
Fortaleza/CE

3º. Lugar:

Meu patrimônio, acreditem,
Feita a Contabilidade,
Superavitou num ítem
Da Sub-Conta Saudade.
Deusdedit Rocha
Fortaleza/CE

4º. Lugar:

A vista longe alcançava
Numa visão deslumbrada,
o patrimônio que alçava
ruína e pouca jornada.
Sonia Nogueira
Fortaleza/CE

5º. Lugar:

O patrimônio se faz
Com muita perseverança
E muita alegria traz
Na vida com esperança.
João Alberto Fernandes Augusto
Pentecoste/CE

MENÇÕES HONROSAS (6º ao 10º lugares):

6º. Lugar:

Quem tem esse patrimônio
Só é pobre se quiser
Já me disse Santo Antônio
Que beleza de mulher.
João Osvaldo Soares (Vaval)
UBT-Maranguape/CE

7º. Lugar:

Contador é patrimônio
Da nossa sociedade
Faz do dever matrimônio
Na falta fica a saudade.
Raimundo Rodrigues Araújo
UBT-Maranguape/CE

8º. Lugar:

Patrimônio, bens, legado
Mas também dor de cabeça
Impostos, taxas, cuidado!
De pagá-los não se esqueça.
Maria Ruth Bastos de Abreu Brandão
UBT-Maranguape/CE

9º. Lugar:

Aquele teu patrimônio,
Tão de repente fugiu.
Foi jogar com o demônio,
Tudo que tinhas sumiu.
Olga Rosália Silva Pedrosa
UBT-Maranguape/CE

10º. Lugar:

No balancete da vida
sua conta Patrimônio,
com saldo, mostra a subida,
de seu ganho e matrimônio!
Nemésio Prata Crisóstomo
Fortaleza/CE

MENÇÕES ESPECIAIS (11º ao 15º lugares):

11º. Lugar:

O patrimônio da terra
herança que Deus nos deu,
está falindo na guerra
o homem não percebeu.
Sonia Nogueira
Fortaleza/CE

12º. Lugar:

Tal qual colcha de retalhos,
o patrimônio te cobre.
Se praticas atos falhos,
cada vez ficas mais pobre.
Hortêncio Pessoa
Fortaleza/CE

13º. Lugar:

Trago, guardado no peito,
Um patrimônio de amor,
Registrado pelo eleito
De meu imo sonhador.
Ana Maria Nascimento
Aracoiaba/CE

14º. Lugar:

O Patrimônio mais raro
Ou avultado, talvez,
De modo algum eu comparo
Ao nascido da honradez.
Deusdedit Rocha
Fortaleza/CE

15º. Lugar:

Quem tem um bom patrimônio
Sozinho não vai ficar
Logo encontra matrimônio
Mas vai sempre lamentar.
Lúcia Mapurunga
UBT-Maranguape/CE

DESTAQUES (16º ao 20º lugares):

16º. Lugar:

Quem acumula riqueza
só pensando em Patrimônio
não conhece a singeleza
do viver como campônio!
Nemésio Prata Crisóstomo
Fortaleza/CE

17º. Lugar:

Patrimônio sim senhor
Da nossa escrituração
É dever do contador
Somar inteiro e fração.
Raimundo Rodrigues Araújo
UBT-Maranguape/CE

18º. Lugar:

Patrimônio é riqueza,
Porém o pobre de espírito,
Jamais consegue a nobreza,
De celebrar o seu rito.
José Abdon Vasconcelos de Melo
Eusébio/CE

19º. Lugar:

O patrimônio decerto
Na ciência tem fator
Para o balanço dar certo
Conte com o Contador.
Luiz Carlos de Abreu Brandão
UBT-Maranguape/CE

20º. Lugar:

Patrimônio na evidência
É espelho das empresas
Contador por excelência
Demonstrações com clarezas
José Aureilson Cordeiro de Abreu
UBT-Maranguape/CE

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XXVII Concurso de Poesia ‘Brasil dos Reis’ (Resultado Final)

Tema: Caminho – Soneto Nacional

1º – Thereza Costa Val
Cuidados no caminho
Belo Horizonte / MG

2º – Antônio Roberto de Carvalho
Caminhante
São Paulo / SP

3º – Edmar Japiassú Maia
Ladeira
Rio de Janeiro / RJ

4º – Luna Fernandes
Caminho do bem
Rio de Janeiro / RJ

5º – Antônio Carlos T. Pinto
Revolta
Brasília / DF

6º – Wanda de Paula Mourthé
Convite de estrelas
Belo Horizonte / MG

7º – Maria Madalena Ferreira
Meus caminhos
Magé / RJ

8º – José Messias Braz
Versos negros
Juiz de Fora / MG

9º – Roberto Resende Vilela
Caminhada
Pouso Alegre / MG

10º – Gilson Faustino Maia
Meu conselho
Petrópolis / RJ

Tema: Natureza – Verso Livre Nacional

1º – Thiago Oliveira de Carvalho
Natureza morta
Rio de Janeiro / RJ

2º – Marcelo Zanconato Pinto
No palco da natureza
Juiz de Fora / MG

3º – André Telucazu Kondo
A cada folha
São Paulo / SP

4º – Edna Valente Ferracini
Natureza
São Paulo / SP

5º – Lohan Lage Pignone
Natureza desumana
Trajano de Moraes / RJ

6º – Maria Romana Costa L. Rosa
Amar a natureza
Faro – Portugal

7º – Heloísa Zanconato
Natureza
Juiz de Fora / MG

8º – Nathalia da Cruz Wigg
Múltiplas naturezas
Rio de Janeiro / RJ

9º – Renato Vieira Ostrowski
Natureza
Campo Magro / PR

10º – Simone Alves Pedersen
Corram…
Vinhedo / SP

Tema: Infância – Soneto Regional

1º – Neusa Aparecida M. Maia
Lembranças
Angra dos Reis / RJ

2º – Rose Lopes
A infância
Angra dos Reis / RJ

3º – Rita de Cássia L. Dardengo
Resto de infância
Angra dos Reis / RJ

4º – Ronaldo Oliveira Santos
Infância , a melhor vinha…
Paraty / RJ

Tema: Velhos Casarões – Verso Livre Regional

1º – Leilda Pereira Leone
Velhos casarões
Rio Claro / RJ

2º – Lisabete Lopes Loureiro
Velhos casarões
Rio Claro / RJ

3º – Silvia Alice de C. Soares
Relicários
Angra dos Reis / RJ

4º – Sebastião Isidro de Araújo
Velhos casarões
Angra dos Reis / RJ

5º – Lenine Sérgio de Moura
A corte e os velhos casarões
Angra dos Reis / RJ

6º – Maria Helena U. C. Fonseca
A vida da gente
Angra dos Reis / RJ

7º – Maria José Moreira Dias
Velhos casarões
Angra dos Reis / RJ

8º – José Carlos de Almeida
Uma viagem no tempo
Angra dos Reis / RJ

9º – Tânia Lima
Temores
Angra dos Reis / RJ

10º – Denise Constantino da Fonseca
O beijo selador
Angra dos Reis / RJ
Fonte:
Http://concursos-literarios.blogspot.com

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Concurso Cultural ‘Porto Alegre, meu lugar’ (Cronicas Vencedoras)

As três melhores crônicas:

“Sobre Porto Alegre”, de Gabriel Braga Zarth, 17 anos;

“Porto Alegre, Paris de Minha Infância”, de Maria Lenira Souza Pereira, 57;

“Porto Alegre, Meu Lugar”, de Ricardo José de Souza Almeida, 50.

Fontes:
http://www.correiodopovo.com.br/
http://concursos-literarios.blogspot.com

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Concurso Cultural ‘Fábrica de Poesia’ (Resultado Final)

LIMERIQUE

1º LUGAR – Elton C. A. Júnior (Bauru – SP)
2º LUGAR – Tatiane Panzarini Labliuk (Pirapora do Bom Jesus – SP)
3º LUGAR – Vera Lúcia Scherer (Rio Grande – RS)

HAICAI

1º LUGAR – Altair Cachone (Londrina – PR)
2º LUGAR – Sérgio Bernardo (Nova Friburgo – RJ)
3º LUGAR – Samantha Costa de Sousa (Paragominas – PA)

CORDEL

1º LUGAR – Arlene Moreira Rodrigues (Belo Horizonte – MG)
2º LUGAR – Elenir Ferreira Nunes Gonçalves (Buritizeiro – MG)
3º LUGAR – Roque Aloisio Weschenfelder (Santa Rosa – RS)

SONETOS

1º LUGAR – Rosane Granja Fernandes (Petrópolis – RJ)
2º LUGAR – Francisca Alana Araújo Aragão (Sobral – CE)
3º LUGAR – Leandro Raimundini (Batatais – SP)

Fontes:
http://educarparacrescer.abril.com.br/concurso-cultural/fabrica-de-poesia/resultado.shtml
Http://concursos-literarios.blogspot.com

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Varal de Poesias da UNIFAMMA, de Maringá (Poesias Finalistas)


1. lugar:

PATCHWORK
Perpétua Conceição da Cunha Amorim (Franca, SP)

Cá com os meus botões
Alinhavo sentimentos rotos
Num emaranhado de cores
Desafiando o tempo e as diretrizes
Abarrotados de promessas descumpridas
Cinzas de um carnaval vencido
Sem data
Sem valia

Com linha de cor forte
Cirzo as emendas do ontem
Num tecido fino de espera.
Desenho arabescos
E sigo o ponto atrás das correntes
Sem nó
Sem dó

Cá com as minha dúvidas
Teço os dias e desfaço as noites
Com agulhas impiedosamente cegas.
A rotina sangra-me as mãos
Sangrando continuo
Sem prumo
Sem rumo

2º lugar

DICIONÁRIO
Lucas Corrêa Mendes (Araguaína To)

Vindo da uva, vinho tinto,
Quebra do ovo, vida do pinto,
Busca do álcool, alcance da fuga,
Sina do copo, bebida à culpa.

O risco que desce o rapel,
O risco que mancha o papel,
O que descreve o próprio umbigo,
O que escreve o ambíguo.

A pele da presa na unha do predador,
A fé presa na palavra do pregador,
O peso da amizade que se preza,
O preço da novidade que prega peça.

A venda que cobre os olhos do vendado,
A venda que cobra o valor do vendido,
A escolha que provoca o rejeitado,
A escola que promove o escolhido.

Ter sorte pra ser mais amado,
Ser forte pra ter menos risco,
A fala que manifesta o falado,
A falha responsável pelo falido.

O freio da beleza, baque da imagem,
O feio da leveza, peso sem gravidade,
O feito certeiro e ultrapassado virou “ex-ato”,
O defeito, eterno condenado, foi humanizado.

O desejo tímido é “sub-atração”,
A antipatia em demasia é “multi-implicação”,
A atitude, nua, sem endereço, não alcançada,
A altitude do baixo da rua pro tropeço no engano da calçada.

A palavra que, distraída, emudece o ato,
A razão, que se diz traída, muda o que falo,
O som da palavra que combina…
Equivale ao poder da rima.

3º lugar

POEMINHA PRA QUEM TEM MEDO DE AMAR
Andréa Cristina Francisco (Mogi das Cruzes, SP)

Quem tem medo de amar
tem coração que nem coração de passarinho
que se assusta fácil
e sai voando fugido

É menino triste
que pensa que Amor é gaiola

– Amor é gaiola não, menino,
gaiola é medo
Respira firme
que Amor é ipê!

4º lugar

FANTASMAS
Simone Alves Pedersen (Vinhedo, SP)

Com o passar dos anos:
A minha biografia amarelou
Como meus dentes;
A memória embranqueceu
Como meus cabelos;
O passado escureceu
Como o futuro.
Os filhos cresceram
Casaram-se e mudaram-se.
O cachorro morreu.
O gato também.
Até o pó se retirou
Para lugares onde abrem as janelas.
A televisão antes me incomodava,
Agora preciso de aparelho para ouvi-la,
Minha única companhia.
Não tenho mais bagunça para organizar,
Não recebo visitas para me estressar,
Não gasto com pizzas nem refrigerantes,
Que sumiam nas mãos dos adolescentes.
Nem o telefone toca.
O despertador sim! Faço questão de saber que horas são…
Apesar de dormir menos com o passar dos anos
E estar acordada quando o galo acorda o relógio,
Tenho um rádio que fica ligado o dia todo.
As vozes dos radialistas afastam os meus fantasmas,
Que ficam espreitando, esperando,
A hora que me deito…
É quando eles se aproximam.
Sentam-se na minha cama,
Seguram a minha mão e choram comigo.
O nome deles?
Arrependimento, fracasso e solidão.

5º lugar

DE SECAS E VERDES
Francisco Ferreira (Betim, MG)

Cantador, se quiseres cantar;
vê que te não aconselho,
os tempos são difíceis!
Mas se imperativo for,
que cantes aleluias
às alegrias da chuva nova
na poeira velha e o cheiro bom
do bom barro de telha branco.
Ou o ocre dos ceramistas,
o branco das terracotas
e o ocre dos santeiros
nos cheiros molhados dos terreiros.

Não é que te queira ensinar
o ofício – de padre dizer missa –
(longe de mim).
É que os tempos são de seca,
são difíceis.
O mundo está sinistro.
Digo isto só para parecer mais jovial.

Mas se quiseres calar
(veja que não te censuro)
se acaso, porém, insistires,
que cantes a paz.
As harmonias de abelhas e vespas
e formigas em seu fatigar
– operárias em construção –
na produção de alimentos
e no tornar fronteiras mais seguras.
Vidas mais úteis, vidinhas miúdas…
Ah, cantador, se os governos
fossem assim, tão eficientes!
Seríamos formigas maiores
e mais úteis, te garanto!
E nossas vidas, melhores.

Não que me queira queixar
é que a seca destes tempos sombrios
tornou agreste a minha alma
e desertificou o meu espírito.
O nosso destino de veredas
é alimentar rios.

Se, calado, quiseres cantar e depois emudecer,
(veja que não te pressiono, nem apresso),
já que, por ti, tenho tanto apreço.
É que nestes tempos secos
de dificuldades, cantar é dorido.

Mas se, de todo, quiseres te expressar,
que cantes jardins
belezas de moral em cachos,
canteiros floridos de ética,
floradas de justiça
e leiras e leiras de democracia.

Não é que te queira
dizer o que dizer.
É que aqui, ao sul do equador,
são tempos de seca,
qualquer fagulha pode atear incêndios
e tiranias.

6º lugar

CENA MUDA
Nelsi Inês Urnau (Canoas, RS)

Século vinte e um
Família – pedaços. Laços… nenhum!
Às vezes, tantas, se amedrontam…
Não se reúnem, nem unem,
se encontram, se defrontam
conhecidos, estranhos… e a televisão.
Chiclete, bocejo, silêncio, tensão…

Olhos furtivos, lampejos, desejos
pescando imagens. Vidas em conflito,
entre cifras e delitos
de vazios, brios sem fulgor,
incertezas, tristezas e dor…
Em histórias tão banais, tão iguais!

Ceia muda… não há o que dizer.
Ora! Hora assim, tudo perde o sentido.
Qualquer palavra diz pouco
qualquer gesto, risco torto
que inflama a chama
vulcão ambulante morto…

A cena muda
adormece ao cair da chuva.
Enquanto à massa os corpos se reduzem,
as mentes se acalmam e se esquecem…
enquanto a vida continua
disparada na luta crua
em contínua cena muda.
É século vinte e um.

7º lugar

FÚRIA ESCREVINA
Rômulo César Lapenda Rodrigues de Melo (Joinville, SC)

Escrever, escrever furiosamente como quem tem um dragão no intestino, cheio de dor de dente, escrever silenciosamente no silêncio que só o solitário sente, com torpor, com loucura e escrever, escrever, e só depois pensar em viver, a sorrir, a chorar, a sofrer, usar a borracha para morrer no silêncio temente, acordar para escrever, beber, cheirar letras em pó, escrever com a sede dos bêbados, com as ideias dos loucos, com a exata amoralidade dos psicopatas, dormir só para poder não morrer e morrendo de escrever vencer a próxima página, com a imprecisão desconcertante dos gênios, a pureza dos gentios, a safadeza das diabas, a podridão dos vermes, com a segurança dos equilibristas cegos, a pujança dos halterofilistas magros, escrever, escrever e depois apagar, rasgar folhas, costurá-las, remontá-las e escrever, e se for só a escrever, é depois remoer, ver as folhas voarem ao cesto sepulcro, regurgitar a bile no fundo da posta dormente do fígado, escrever feito demente e apagar, rasgar, escrever até o calo do dedo sangrar, escrever feito doente querendo remédio urgente, escrever sem nem pensar, roubando o dízimo da boca do crente, escrever suicidamente, feito cervo na beira do rio, esperando a bocada do crocodilo, escrever mesmo sem pé, nem cabeça doida fervente, os pensamentos dessa nossa gente, escrever, apagar, escrever, mais tarde refogar no caldeirão dos inconsequentes, ser canibal da própria mente, exorcista da alma, pinça em bicho de pé, ataque de tubarão branco, escrever desavisadamente, como quem anda à beira do precipício, cai e na queda, sem suplício, escreve o cair na poeira, e parado ao chão cansado da madrugada inteira, quando nada restar, nem a sobrancelha, há de haver uma letra brilhando pungente.

8º lugar

AH! MAR
Hernany Luiz Tafuri Ferreira Júnior (Juiz de Fora, MG)

ah! mar
inunda-me sem limites
sê céu
sê água
horizonte bem ali adiante.

ah! mar
falta-me coragem
para ser pirata
nesta viagem
hastear bandeira –
busca certeira por teus tesouros –
intenso aceno com lenço
imagem de que não me esqueço
oh! mar imenso
em terra firme permaneço.

mineiro desconfiado
contento-me com água de coco
enquanto contemplo
mar em tudo quanto é lado.

e de sereia em sereia
serei sempre um bobo
que não sairá da areia!

9º lugar

PÉS
Hernany Luiz Tafuri Ferreira Júnior (Juiz de Fora, MG)

Alumbrado,
calado,
caminho apoiado
na palavra
pé:
pé direito à frente
do esquerdo, depois
atrás do pé de
vento que
balança o pé
de fruta: pé
de moleque
descalço, no
encalço da ilusão:
em pé de guerra,
pede para amarrar
o cadarço e continua,
passo a passo,
a subir o pé
de feijão.

10º lugar

MEMÓRIAS
Denivaldo Piaia (Campinas, SP)

O quadro-negro da memória
Guarda frases rabiscadas:
Não pode…
Não deve…
Educação cercada de muros,
Tranca nas portas, vidraças opacas,
Medo.
Incoerentes correntes
Aprisionam sonhos e voos,
Pés pretos de branco jugo
E as porteiras.
Atam mãos sossegadas às suas almas mortas,
Janelas bocejando ao sol fresquinho da manhã.
E o vento venta,
Sopra segredos,
Range lamentos.
Revela histórias e lendas,
Esparrama glória pelas sendas
Assoviando em quinas,
Indiferente, nas esquinas.
Venta vento, ventania,
Em desbocada poesia.
Que leve tudo para bem longe
Soprando nuvens para reinventar formas.
—–

Fonte:
Simone Pedersen

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V Concurso Literário "Cidade de Maringá" (Sonetos Vencedores = Troféu Antonio Mestriner)


ALBA HELENA CORRÊA (Niterói/RJ)
Um Celeiro Diferente

No meu “celeiro”, vou acumulando
os grãos do meu viver, tão variados…
Eu colho o que plantei, amontoando
sementes de atos certos e de errados.

Eu sou um lavrador, tenho o comando,
poderes que, por Deus, me foram dados,
mas surgem pelo chão, de vez em quando,
joios, que em meu trigal são infiltrados.

Que eu não descuide, pois, da sementeira,
esteja vigilante a vida inteira,
arranque ervas daninhas com vigor.

Transborde o meu “celeiro” de carinho
e, ao partir, restem messes no caminho
– frutos do que plantei com muito amor!

EDMAR JAPIASSÚ MAIA (Rio de Janeiro/RJ)
Gota a Gota

Um pingo apenas, percorreu-me a face;
um pingo estranhamente caudaloso,
que, umedecendo o meu perfil nervoso,
mostrou-me um veio que no peito nasce…

A lembrança do tempo desditoso
permitiu à tristeza que afogasse
numa só gota, as rugas que encontrasse
em meu semblante austero, ainda ansioso…

Aquele pingo foi a gota d’água
que fez extravasar a intensa mágoa
há muito represada a contragosto…

E as lágrimas, vazadas do celeiro
de minha alma angustiada de guerreiro,
fluíram nas ruínas de meu rosto!

GILSON FAUSTINO MAIA (Petrópolis/RJ)
À Minha Primeira Professora

Como eu faria a minha poesia,
escreveria neste meu caderno,
não fosse de Maria, o gesto terno,
pegar na minha mão com simpatia?

Do Carmo, paciente r com mestria,
com as bençãos do nosso Pai Eterno,
transformou minha vida, pôs no interno
do meu pobre existir, sabedoria.

A escola era na roça, na fazenda,
e Maria do Carmo, com ternura,
dividia o seu tempo, sua agenda.

Quatro turmas, coitada, a criatura,
do saber transformou-se em oferenda,
num celeiro de amor e de cultura.

JOSÉ MESSIAS BRAZ (Juiz de Fora/MG)
Céu da Madrugada

A abóbada celeste toda acesa…
um celeiro de luzes na amplidão!
– Embevecido, saio da incerteza
e no infinito encontro inspiração…

A madrugada esmera-se em beleza…
e o encanto do luar na imensidão
faz minha alma voar na profundeza
do espaço majestoso da ilusão…

No brilho das estrelas busco a rima…
e nos confins contemplo, lá de cima,
a Terra, indefinida, iluminada!

Sou nada ante a grandeza ou, muito pouco,
apenas sonhador – poeta e louco –
um grão de pó na vastidão do nada!…

LUCILIA ALZIRA TRINDADE DECARLI (Bandeirantes/PR)
Celeiros da Modernidade

Antigamente a sobra de tostões
ia direto a cofres bem pequenos.
As cédulas, guardadas nos colchões,
visavam novos dias… e serenos.

De cereais, lotados os galpões,
sem a penhora, livres os terrenos.
Nem cheques pré-datados, nem cartões…
Vaidade havia, só que muito menos.

Tempos modernos… Nestes, quase loucos,
endividados somos – salvo poucos -,
mil promoções, ofertas endeusadas…

De bugigangas cheios os armários;
grande aparato exposto nos “sacrários”
onde “coisas”, por nós, são adoradas!…

Fontes :
AGULHON, Olga e PALMA, Eliana. V Concurso Literário “Cidade de Maringá”. 1. ed. Maringá: Academia de Letras de Maringá, 2011.
Criação da Imagem por José Feldman, com foto e troféu obtidas na Internet. O troféu foi adaptado para esta postagem.

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II Concurso de Trovas Antônio Roberto Fernandes – Academia Pedralva

VENCEDORAS
Em ordem alfabética

Noel Rosa, agora empresta
ao céu, mais encanto e brilho!…
Que Deus em noite de festa
aplaude as canções do seu filho!
Adilson Maia – Niterói-RJ

Sem Noel Rosa, a verdade,
é uma dor que não tem jeito,
do tamanho da saudade
que nem cabe em nosso peito.
Almerinda F. Liporage – Rio de Janeiro-RJ

As estrelas “Pastorinhas”
na piscadela amorosa
vão soprando as cem velinhas,
que festejam Noel Rosa!
Dirce Montechiari – Nova Friburgo-RJ

Um novo mestre no céu…
De Noel Rosa, a lição:
Harpas deixadas ao léu,
Anjos tocando violão!
Dodora Galinari – Belo Horizonte-MG

Ausente o rei da seresta
chora a Vila pesarosa…
Mas Deus recebe com festa
o seu filho, Noel Rosa!
Elen de Novaes Felix – Niterói-RJ

De Noel Rosa a lembrança
sempre traz grande emoção:
-Saudade que vive mansa,
com “Feitio de Oração”!…
Hermoclydes S. Franco – Rio de Janeiro-RJ

Na Vila Izabel famosa
onde há cem anos nasceu,
o poeta Noel Rosa
foi rei num mundo plebeu!
Licínio Antônio de Andrade – Juiz de Fora-MG

Cem anos de Noel Rosa…
O povo se rejubila
e em seresta harmoniosa
louva o Poeta da Vila!
Marina Bruna – São Paulo-SP

Noel Rosa bem sabia
o que mata uma paixão:
a noite triste e sombria,
sem luar e sem violão.
Olympio da Cruz Simões Coutinho – Belo Horizonte-MG

Inspiração fabulosa,
veia irônica sutil;
os teus sambas, Noel Rosa,
têm a cara do Brasil!
Wanda de Paula Mourthé – Belo Horizonte-MG

MENÇÃO HONROSA
Em ordem alfabética

Tecendo versos e rimas
com bossa e facilidade,
Noel Rosa, em obras primas,
pôs samba até na saudade.
Almira Guaracy Rebelo – Blo Horizonte-MG

Que versos, que repertório!
Noel Rosa foi um “bamba”.
Foi um marco divisório,
na história de nosso samba!
Ederson Cardoso de Lima – Niterói-RJ

A mercê das emoções
Noel Rosa impressionou
com suas lindas canções
que o tempo nunca apagou.
Jupyra Vasconcelos – Belo Horizonte-MG

Noel de Medeiros Rosa,
que hoje canta lá no céu,
é a voz do samba, saudosa,
que encanta Vila Izabel.
Nei Garcez – Curitiba-PR

Noel Rosa com seu tino
e talento musical,
fez do samba seu destino
e tornou-se imortal.
Nei Garcez – Curitiba-PR

Noel Rosa, a tua essência
que ao centenário desdobra,
não mede a breve existência…
mas a grandeza da obra!!!
Neide Rocha Portugal – Bandeirantes-PR

Noel Rosa eternamente
ouvirá nossos louvores,
pois sempre estará presente
nas vozes de seus cantores!
Renata Paccola – São Paulo-SP

Atingindo o apogeu,
é verdade bem sabida:
Noel Rosa não morreu
-mudou o estilo de vida…
Ruth Farah Nacif Lutterback – Cantagalo-RJ

“Eu sou da Vila” proclama,
com orgulho, Noel Rosa!
O poeta ganhou fama
e a Vila ficou famosa!
Therezinha Dieguez Brisolla – São Paulo-SP

Ante o samba, que o fascina,
Noel Rosa nem vacila,
trocou logo a medicina
pelo “feitiço” da Vila.
Wandira Fagundes Queiroz – Curitiba-PR

MENÇÃO ESPECIAL
Em ordem alfabética

Noel Rosa, na viagem
além de um rico troféu,
levou sambas , bagagem
para Deus ouvir, no céu.
Adilson Maia – Niterói-RJ

Enaltecer Noel Rosa
simplesmente numa trova,
é missão muito espinhosa
que o trovador pôs à prova…
Amael Tavares da Silva – Juiz de Fora-MG

Noel Rosa, sem desgaste,
jamais teu brilho descamba…
em Vila Isabel fundaste
o Estado Maior do Samba!
Carolina Ramos – Santos -SP

Noel de Medeiros Rosa,
nascido em Vila Isabel,
mestre no verso e na prosa,
no samba – foi bacharel!
Djalda Winter Santos – Rio de Janeiro-RJ

Noel Rosa, quem diria,
sem cigarro e sem chapéu,
chegou só, sem parceria,
pra fazer samba no céu.
Francisco José Pessoa – Fortaleza-CE

Noel Rosa, esse talento,
partiu da Vila tão cedo…
Mas, por Noel, canta o vento
e dança até o arvoredo.
Hegel Pontes Juiz de Fora-MG

Noel Rosa, o menestrel…
que pôs feitiço no samba,
provou que a Vila Izabel
é terra de gente bamba!…
Jorge Roberto Vieira – Niterói-RJ

Calçadas em partituras,
Noel Rosa ali deixou,
sua Vila em escrituras
grande herança que ficou!
Lucia Helena de Lemos Sertã – Nova Friburgo-RJ

Noel Rosa, qual canário,
em nossa memória estrila
cantando, no centenário,
o seu Feitiço da Vilia!…
Marcos Antônio de Andrade Medeiros – Lagoa Nova, Natal-RN

Noel Rosa tem feitiço
nos sambas de qualidade
e louvá-lo é compromisso
dos sambistas de verdade!
Rodolpho Abbud –Nova Friburgo-RJ

Fonte:
Roberto Pinheiro Acruche

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I Prêmio Mac de Poesia (Resultado Final)

Promoção:
MAC: Instituto Cultural Manoel Antonio de Carvalho
Rua Eduardo Porto,612,Cidade Jardim-Belo Horizonte-Cep-30380-060-BH
Anfitriã-Coordenadora-Geral: Norma Sueli de Souza
Realização:
MAC/BH/MG/Brasil, Clube Brasileiro da Língua Portuguesa, Academia de Letras do Brasil-Minas Gerais.
Curadora: Sílvia Araújo Motta

POEMAS:

VENCEDORES:

1º Lugar: NOVAS DIMENSÕES _ Luiz Gondim de Araújo Lins (RJ)

2º Lugar: CELEBRAÇÃO _ João Bosco de Castro (MG)

3º Lugar: ERUPÇÕES DO SILÊNCIO III _ Victor Manuel da Clara Dias (Seixal/Portugal)

MENÇÃO HONROSA:

1º Lugar: FÚRIAS DE UMA SAUDADE _ Paulo César Coelho (RJ)

2º Lugar: VAZIOS _ Hildebrando Souza Menezes Filho (SC)

3º Lugar: ÉS A ENERGIA _ Belkiss Diniz Ribeiro da Glória (MG)

4º Lugar: FLOR CADENTE _ Paulo Silas Rodrigues Sena (CE)

MENÇÃO ESPECIAL:

1º Lugar: SONETO DA AMIZADE _ Ana Maria da Silva (PE)

2º Lugar: 6 TROVAS _ Maria Beatriz Silva (RJ)

3º Lugar: ROÇA VAZIA _ Eduardo Rennó Gomes (MG)


TROVAS:

VENCEDORES:

1º Lugar: Wanda de Paula Mourthé (MG)

2º Lugar: Arlindo Tadeu Hagen (MG)

3º Lugar: Almira Guaracy Rebelo (MG)

MENÇÃO HONROSA:

1º Lugar: Thereza Costa Val (MG)

2º Lugar: Relva do Egypto Rezende Silveira (MG)

3º Lugar: Auxiliadora de Carvalho e Lago (MG)

4º Lugar: Lygia Gomes de Pádua (MG)

MENÇÃO ESPECIAL

1º Lugar: Gabriel Bicalho (MG)

2º Lugar: Maria Carmem de O. A. Ximenes (MG)

3º Lugar: Alair de Almeida (MG)

ESCOLA ESTADUAL PROFESSOR PEDRO ALEIXO:

POEMAS DOS ALUNOS VENCEDORES

1º Lugar: DESTINO _ João Marcos Araújo de Souza

2º Lugar: SONHOS _ Marquison Queiroz Santos

3º Lugar: A PAZ _ Atilon dos Santos Chaves

MENÇÃO HONROSA

1º Lugar: AMOR _ Carmem Freitas de Jesus

2º Lugar: INSPIRAÇÃO _ Gilliard Ramos dos Santos

3º Lugar: ALEGRIA _ Lucas Teixeira Santos

4º Lugar: VIDA _ Tuany Luíza Rodrigues Soares

MENÇÃO ESPECIAL

1º Lugar: DESEJO_ Ezequiel Marques da Silva

2º Lugar: SONHOS_ Pedro Henrique Andrade Silva Santos

3º Lugar: PAZ _ Bárbara Silva de Oliveira

Fonte:
Clube Brasileiro da Lingua Portuguesa BH MG Brasil

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3ª Etapa do Projeto de Trovas Para Uma Vida Melhor (Resultado do Tema Fé)

RESULTADO DAS AVALIAÇÕES DO PRIMEIRO CONCURSO –
TEMA: FÉ

NACIONAL

GRUPO 1

1º LUGAR
O que ao mais simples conforta
– e o torna feliz, até –
é saber que o céu tem porta
…e uma das portas é a FÉ!
HÉRON PATRÍCIO – UBT/SP
POUSO ALEGRE- MG

2º LUGAR
Que sozinho ninguém é
eu garanto a todos vós,
pois se em Deus nós temos fé,
temos Deus dentro de nós!
HUMBERTO RODRIGUES NETO
SÃO PAULO – SP

3º LUGAR
Se a batalha é dura, enfrenta!
E a fé perdida renova;
é quando ruge a tormenta
que o bom marujo se prova!
PEDRO ORNELLAS
SÃO PAULO – SP

MENÇÃO HONROSA

1. Meu Deus! Perdoe a franqueza
Deste humilde São Tomé
Que crê, sem muita firmeza,
Mas pede um pouco de fé.
CYRO MASCARENHAS RODRIGUES
BRASÍLIA – DF

2. Quem com fé vive seus dias
e semeia paz e amor
colherá sempre alegrias
na seara do senhor.
LEONILDA YVONNETI SPINA
LONDRINA – PR

3. Quando a minha fé se esmera,
penso que tudo se alcança.
Por longa que seja a espera,
não perco nunca a esperança!
PROF. GARCIA
CAICÓ – RN

4. Fé, bela joia que enfeita
o escrínio de nossa crença!
Que, sendo forte e perfeita,
não há vendaval que a vença!
ANGELICA VILLELA SANTOS
TAUBATÉ – SP

5. Quem caminha destemido
com fé na vida que tem,
não faz, nem teme alarido
vive apenas para o Bem!
NILTON MANOEL
RIBEIRÃO PRETO – SP

MENÇÃO ESPECIAL

1. Porque a “Fé move a montanha”,
não posso deixar de crer
que esta saudade (tamanha!)
vai um dia perecer.
MARINA GOMES DE SOUZA VALENTE
BRAGANÇA PAULISTA – SP

2. Fé, palavra pequenina,
que possui forças tamanhas.
Quem a tem, se determina
até a mover montanhas!
ADEMAR MACEDO
NATAL – RN

3. A Fé que eu trago comigo
me tornou agradecida,
pois, com ela, hoje, eu consigo,
aceitar a própria vida!
DELCY CANALLES
PORTO ALEGRE – RS

4. Bendito é aquele que crê
e com fé, sempre maior,
dobra os joelhos e vê
adiante um mundo melhor!!!
ERCY MARIA MARQUES DE FARIA
BAURU – SP

5. Nesta casa bem singela,
da fé não abrimos mão!
Só será bem-vindo nela
quem tem Deus no coração!
GENILTON VAILLANT DE SÁ
VITÓRIA – ES

NACIONAL
GRUPO 2

1º LUGAR
Junto ao mar a murmurar,
renovei a fé em Deus
e a canção surgiu do olhar
que brilhou nos olhos teus.
MIFORI
SÃO JOSÉ DOS CAMPOS – SP

2º LUGAR
Nunca me sinto sozinho,
estribado em minha fé,
se eu fraquejo no caminho,
meu Deus me mantém de pé.
RAYMUNDO DE SALLES BRASIL
SALVADOR – BAHIA

3º LUGAR
Se fé remove montanha,
a esperança é garantida.
E se Cristo te acompanha,
sempre há luz em tua vida
AYDA BOCHI BRUM
SANTIAGO – RS

MENÇÃO HONROSA

1. A fé que vive em nossa alma
é nosso perene abrigo,
é força que nos acalma
quando nem resta um amigo.
ANGELA TOGEIRO
BELO HORIZONTE – MG

2. A fé renova a esperança,
traz alento ao coração
daquele que não se cansa
de implorar a Deus:”Perdão!…”
ANGELA GUERRA
RIO DE JANEIRO – RJ

3. Eu sou como um peregrino
que vive em função da FÉ
na força do Pai (divino)
do Cristo de Nazaré.
TARCÍSIO JOSÉ FERNANDES LOPES
BRASILIA – DF

4. Meu norte, meu horizonte,
o guia que me orienta,
é o sinal da fé na fronte,
feito em cruz, com água benta..
DARLY O. BARROS
SÃO PAULO -SP

5. Olhei nos olhos da Santa,
depositei minha fé,
a minha crença era tanta
que chorei na Santa Sé.
LUIZ MORAES SANTOS.
SÃO JOSÉ DOS CAMPOS – SP

MENÇÃO ESPECIAL

1. É bom deitar e dormir
podendo crer no amanhã
quando se enfrenta o porvir
fazendo a fé de guardiã.
MARIA CECILIA GRANER FESSEL
PIRACICABA – SP

2. A fé é sublime estrela
que brilha na escuridão.
Os olhos não podem vê-la
quem pode é o coração.
JOSÉ REINALDO DE MELO PAES
MACEIÓ – ALAGOAS

3. Implorei para Jesus
com olhar cheio de fé
que me desse uma luz,
encontrar um tal José.
SONIA NOGUEIRA
FORTALEZA – CEARÁ

4. Quero ser sábio, Senhor,
pra ser humilde, e com fé,
crer na Encarnação do Amor
na Virgem de Nazaré.
ADAMO PARQUARELLI
SÃO JOSÉ DOS CAMPOS – SP

5. De Deus promessa é segura,
se tiveres fé e esperança;
toda crença te assegura:
– depois da chuva a bonança.
BARÃO DE JAMBEIRO
JAMBEIRO – SP

NACIONAL
GRUPO 3 – DE ALUNOS

1º LUGAR
Tenho muita fé em Deus,
que ilumina os meus caminhos,
que cuida dos filhos seus
e também dos passarinhos.
JOÃO VICTOR C. BATISTA
Profª Teresa Benedita
E.E. “Cel. Eduardo José De Camargo”
PARAIBUNA – SP

2º LUGAR
Com fé, amor e esperança,
oramos e agradecemos;
sem nenhuma desconfiança,
com Jesus nós venceremos.
DANIELA BARRETO FIGUEIREDO – 8ª A
Profª Helô
E.E. “Cel. Eduardo José de Camargo”
PARAIBUNA – SP

3º LUGAR
A fé que anima e ajuda
a se ter vida melhor.
Pois, sem fé, Deus nos acuda!
Tudo o mais será pior!
VITOR DE OLIVEIRA BELISÁRIO – 12 ANOS – 7ª B
Profª Edna Maria
E.E. “Dr. Cerqueira César”
PARAIBUNA – SP

MENÇÃO HONROSA

1. Nada nos é impossível,
se temos fé em Jesus,
que nos tornará posssível
enxergar de novo a luz.
BRUNA DE SOUZA GOMES – 1º B
E.E. “Cel. Eduardo José de Camargo”
PARAIBUNA – SP

2. Na vida há que se ter fé
e ter Deus no coração,
com Jesus de Nazaré,
tendo amor e compaixão.
GRAZIELA ANTUNES SANT’ANA ALVARENGA
E.E. “Cel. Eduardo José de Camargo”
PARAIBUNA – SP

3. A palavra fé é vida!
Fé que nos pede atenção,
para ser muito querida,
amada de coração.
CLAUDIA SANTANA SOARES LOPES – 15 ANOS – 1ª A
Profª Edna Maria
E.E. “Dr. Cerqueira César”
PARAIBUNA – SP

4. Em meu Deus eu tenho fé.
Abençoa meu Senhor!
Com fé me mantenho em pé
para aumentar meu valor.
TIAGO FELIPE VITAL
Profª Edna Maria
E.E. “Dr. Cerqueira César”
PARAIBUNA – SP

5. Nossa alma é tão divina
e nos traz muita alegria.
Nossa fé tão pequenina
que a reforço todo dia.
ANA GRAZIELE SANTOS SOUSA
Profª Helô
E.E. “Cel. Eduardo José de Camargo”
PARAIBUNA – SP

MENÇÃO ESPECIAL

1. O meu Pai é o Senhor!
Restaura a fé e a alegria,
com paz e com louvor,
venceremos a nostalgia.
ROSÁRIA APARECIDA ALVES DA SILVA – 16 ANOS – 1ª B
Profª Edna Maria
E.E. “Dr. Cerqueira César”
PARAIBUNA – SP

2. Com a fé que todos temos,
sempre em Deus acreditando;
com amor,agir devemos,
a bondade praticando.
LARISSAH DE PAULA DIOGO
Profª Helô
E.E. “Cel. Eduardo José de Camargo”
PARAIBUNA – SP

3. Eu tenho fé em meu Deus.
Ele é o meu Salvador;
Ele ama os filhos seus
e alivia qualquer dor.
SAMUEL DE. O. SANTOS
Profª Teresa Benedita
E.E. “Cel. Eduardo José de Camargo”
PARAIBUNA – SP

4. Fé em Deus pode aumentar,
estudando a religião,
aprendendo sempre orar,
fazendo meditação.
RÚBIA MIRELA C. SILVA
E.E. “Cel. Eduardo José de Camargo”
PARAIBUNA – SP

5. Veja ao olhar para o céu
como ele está a brilhar!
Na prisão sem escarcéu,
presos têm fé de escapar.
LEDA F. DA SILVA
Prof. Vicente
E.E. “Cel. Eduardo José de Camargo”
PARAIBUNA – SP

GRUPO INTERNACIONAL

A) LINGUA PORTUGUESA

1º LUGAR
Eu quero viver a vida,
tendo a Fé por companheira.
Dia a dia renascida…
Percorrendo a vida inteira!
MARIA JOSÉ VIEGAS DA CONCEIÇÃO FRAQUEZA
ALGARVE – PORTUGAL

2º LUGAR
Ter fé em Deus nesta vida
é ter consolo na morte,
é ter asas na partida,
é ter na Terra o seu norte!
GISELA ALVES SINFRÓNIO
OLHÃO – PORTUGAL

3º LUGAR
Se for vivida sem FÉ
Jamais faz sentido a vida
Nosso antes e depois é
Cinza nas trevas perdida.
EUCLIDESCAVACO
CANADÁ

MENÇÃO HONROSA

1. Crer em Deus, sem duvidar,
seguir sempre a sua voz,
só a fé pode escutar
porque está dentro de nós.
ANTÓNIO JOSÉ BARRADAS BARROSO
PAREDE – PORTUGAL

2. Esta Fé que me alimenta
enche minh’alma de cor!
É bálsamo que fermenta
e se transforma em amor…
FERNANDO MÁXIMO
AVIS – PORTUGAL

3. Se a Fé a sentimos bem,
cá dentro do coração,
já não somos “Zé-ninguém”:
temos Deus por Salvação!
JUDITE RAQUEL NEVES FERNANDES
GÓIS – PORTUGAL

4. Se com fé fores rezar
a Deus Pai Nosso Senhor,
para tua alma salvar
reza pois com mui fervor…
ANTÓNIO BOAVIDA PINHEIRO
LISBOA – PORTUGAL

MENÇÃO ESPECIAL

1. De joelhos, com fervor,
com a fé duma oração,
crente no seu grande amor,
ao meu Deus peço perdão.
OLÍVIA ALVAREZ MIGUEZ BARROSO
PAREDE – PORTUGAL

2. A Fé é bendita jóia
que Deus tem para salvar;
como no mar uma bóia
que não deixa naufragar!
CLARISSE BARATA SANHCES
GÓIS – PORTUGAL

3. Sim…, é a fé que nos salva,
diz o povo e tem razão,
para salvar a minha alma
a Deus eu peço perdão…
ACIOLIMDA SPRANGER
LAGOS – PORTUGAL

4. Fé foi sempre companheira
em todos os maus momentos.
Não crer em Deus, é asneira,
Em fase de sofrimento.
JORGE A. G. VICENTE
F.R. SUISSE

5. Que tenho fé: eis a prova
do meu saber, sem ter arte;
para mandar minha trova
levar Paz a toda a parte!
ISAURA MARTINS
LAMEIRAS -TÁBUA – PORTUGAL

COMISSÃO JULGADORA
FRANCISCO GARCIA – RN
MYRTHES MAZZA MASIERO – SP
GISLAINE CANALES – SC
ALFREDO BARBIERI – SP
DELCY RODRIGUES CANALES – RS
JOEL H. BASRBIERI – SP
ANTONIO AUGUSTO DE ASSIS – PR
CLÁUDIO DE MORAIS – SP
LUCIA HELENA DE LEMOS SERTÃ – RJ
MARIA DA GRAÇA STINGLIN DE ARAÚJO – PR
ADAMO PASQUARELLI – S P
ARLINDO TADEU – MG
=======================
GRUPO INTERNACIONAL
B) LÍNGUA ESPANHOLA

1° LUGAR
Fe, es creer en lo increíble,
¡y con todo el corazón!
¡Haciendo ver lo imposible
fácil, hasta sin razón!
CARLOS IMAZ ALCAIDE –
FRANCIA

2° LUGAR
Cuando es grande nuestra fe,
tiene senda despejada
para avanzar con buen pié,
hacia la meta soñada.
HILDEBRANDO RODRÍGUEZ –
VENEZUELA

3° LUGAR
Porque eres mi compañera,
te adoro sin condición.
De suave rostro sincera,
¡dulce FE del corazón¡
MIGUEL ÁNGEL MUÑOZ CORTÉS –
ESPAÑA

MENCIÓN HONROSA

1. Si existe amor en la tierra
siempre habrá felicidad,
se acabará toda guerra
y habrá FE en la humanidad.
ALICIA MEDINA GALLEGOS –
MÉXICO

2. La fe es saber que posees
lo que a Dios ya le pediste
y si en verdad te lo crees
en tu vida está y existe…
ÁNGELA DESIRÉE PALACIOS –
VENEZUELA

3. Es la fe verde esperanza,
fiel y dulce compañía,
nos devuelve la confianza
y nos llena de armonía.
GISELA CUETO LACOMBA –
CUBA

4. Si tenemos fe y certeza
de alcanzar un ideal,
lograremos la destreza
para llegar al final.
HÉCTOR JOSÉ CORREDOR CUERVO –
COLOMBIA

5. La Fe mueve montañas
y me hacen un hombre nuevo,
la llevo aquí en mis entrañas
porque a Dios con Fe me aferro!
RICARDO DUCOING –
MÉXICO

MENCIÓN ESPECIAL

1. La Fe libera al cristiano
de la angustia del mañana,
así no camina en vano
desde hora más temprana…
DIOSELINA IVALDY DE SEDAS –
PANAMÁ

2. La fe de poder amarte
es la fe que por ti siento.
Sin fe jamas podre darte
la fe de mi pensamiento.
MANUEL SALVADOR LEYVA MARTINEZ –
MÉXICO

3. La FE escala las montañas.
Exlamando ¡Llegaré!
Pues dentro de las entrañas
sabe ella que me esforcé.
LIBIA BEATRIZ CARCIOFETTI –
ARGENTINA

4. El Libro que Dios nos diera …
Esto dice :… ” Es pues la Fe
substancia de lo que espera ,
¡demostración que no vé !
MIGUEL ANGEL ALMADA –
BRASIL

5. La fe que tengo en tu amor
logrará salvar en mí
el necesario valor
de seguir la lucha aquí.
RAMÓN ROJAS MOREL –
ARGENTINA

COMISIÓN JUZGADORA
Dolores Roche – Francia
Eunate Goikoetxea – España
Constanza Calderón – USA
Julio Sarre Iguíniz – México
==========================

Para Participar:

TEMAS –
VIRTUDES – Bons hábitos práticos que devem ser vividas em todas as circunstâncias, favoráveis ou adversas:
– FÉ – de 15/01 a 28/02/11 – resultado até 20/03/2011 (encerrado)
– ESPERANÇA – de 01/04 a 30/05/2011– resultado: 20/06/2011
– CARIDADE – de 01/07 a 30/08/2011 – resultado até 20/09/2011
– PRUDENCIA – de 01/10 a 30/11/2011 – resultado até 20/12/2011
– JUSTIÇA – de 01/07 a 30/08/2011 – resultado até 15/09/2011
– TEMPERANÇA – de 02/01 a 01/03/2012 – resultado até 30/04/2012

Apenas uma trova inédita por trovador (a), via Internet:

As trovas em língua portuguesa serão enviada a mifori14@yahoo.com.br

e as trovas em Língua espanhola serão enviadas a CoLibriRoseBeLLe@aol.com (a partir desta 3ª Etapa)

O tema deverá constar da trova: 4 versos setessílabos, rimando o 1º com o 3º e o 2º verso com o 4º tendo sentido completo.

Fonte:
Colaboração de Mifori

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Concurso Clube Da Simpatia 2009 – Portugal

Tema: NINHO

1º Prêmio
Não falte à criança um ninho,
não falte ao velhinho um lar;
e a ninguém falte carinho,
nem a alegria de amar!
António Augusto de Assis – Brasil

2º Prêmio
Há no futuro um caminho
por onde passa a esperança…
No passado existe um ninho
onde a saudade descansa!
Sebas Sundfeld – Brasil

3º Prêmio
O meu lar é o meu ninho,
bem recheado de afecto:
– O amor do meu filhinho
e a ternura do meu neto!
Maria de Lourdes Graça Cabrita – Portugal

MENÇÕES HONROSAS

No coração fiz um ninho
com fios de amor e bem,
pus-lhe dentro, com carinho,
as crianças de ninguém.
Glória Marreiros – Portugal

Em persistente trabalho,
um valente passarinho,
vence o medo do espantalho
e, nele, faz o seu ninho!…
Hermoclydes Siqueira Franco – Brasil

Quisera ser passarinho,
p’ra viver em liberdade
e poder voltar ao ninho,
quando sentisse… saudade!
Maria Madalena Ferreira – Brasil

Eu prezo tanto o meu lar
por ser aconchegadinho,
que chego mesmo a pensar
que é o céu, este meu ninho!
Fernando Máximo – Portugal
———

Fonte:
Colaboração de A. A. de Assis

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4º Concurso de Trovas do Projeto de Trovas para uma Vida Melhor (Resultado Final)

Tema – Fortaleza
Resultado oficial

GRUPO. 1 NACIONAL

1º Lugar
Nas tramas que a vida tece,
lutando contra a avareza,
se o Diabo me enfraquece,
Deus é minha Fortaleza!
GABRIEL BICALHO
MARIANA/MG
Delegado da UBT-Mariana-MG.

2º Lugar
A fortaleza da alma,
está na paz, no perdão,
na força da fé que acalma,
no silêncio da oração!!!
FRANCISCO GARCIA (PROF. GARCIA )
CAICÓ-RN

3º Lugar
Canto alegre, a fortaleza
que sempre cobriu meus passos;
porém escondo a fraqueza
de não contar meus fracassos.
CONCEIÇÃO PARREIRAS ABRITTA
BELO HORIZONTE- MINAS GERAIS

MENÇÃO HONROSA

1. Mesmo na dor, pus de pé,
com esperanças sem fim,
a Fortaleza de fé
que existe dentro de mim.
ADEMAR MACEDO
NATAL – RN

2. Encontrando fortaleza
nos poderes da oração,
rogo a Deus eu possa, à mesa,
repartir amor e pão.
MIGUEL RUSSOWSKY
JOAÇABA – SC

3. Não falo da “Fortaleza”
capital do Ceará,
mas da constante firmeza
que a fé em Cristo nos dá.
ROZA DE OLIVEIRA
UBT CURITIBA PR

MENÇÃO ESPECIAL

1. Só peço a Deus fortaleza
para levar minha cruz:
– mais vigor (vindo a fraqueza);
nas trevas, ver Sua luz!
GERALDO LYRA
RECIFE – PE

2. É forte o meu bem-querer,
aqui o perigo não medra…
A fortaleza em meu ser
construí, pedra por pedra!
RENATO ALVES
RIO DE JANEIRO/RJ

GRUPO. 1 INTERNACIONAL

1º Lugar
Se eu tivesse a Fortaleza
que Cristo teve na Cruz,
tinha sempre, com certeza,
pouca sombra e muita Luz!
GISELA ALVES SINFRÓNIO
OLHÃO – PORTUGAL

2º Lugar
Sendo o meu melhor amigo
Cristo é minha fortaleza,
meu terno porto de abrigo,
minha chama sempre acesa!
FERNANDO MÁXIMO
AVIS – PORTUGAL

3º Lugar
Por mais que te julgues forte,
nessa tua fortaleza
não há ninguém que suporte
as forças da Natureza!
MARIA JOSÉ FRAQUEZA
FUZETA – PROVÍNCIA: ALGARVES -PORTUGAL

Não houve trova pontuada para receber Menção Honrosa nem Menção Especial, neste grupo.

COMISSÃO JULGADORA DO GR.1
NACIONAL E INTERNACIONAL – FORTALEZA:

1. Adamo Pasquarelli – SP
2. Lisieux Souza – MG
3. Luiz Antonio Cardoso – SP
4. Myrthes Massa Masiero – SP
5. Zelia Maria Carvalho de Figueiredo – RN

GRUPO. 2 NACIONAL

1º Lugar
Sobreviver é uma arte.
É driblar a natureza,
tendo a fé como estandarte
e Deus como fortaleza.
MYRTHES MAZZA MASIERO
S.J.CAMPOS/SP

2º Lugar
Não existe ser que agrida
ou faça perder a calma,
de quem tem sua guarida
na fortaleza da alma!
FLÁVIO DE AZEVEDO LEVY
CAMPINAS – SÃO PAULO

3º Lugar
Quando uma mágoa me lança
nas trevas de uma tristeza,
dá-me o Senhor a esperança,
dá-me o Cristo a fortaleza!
HUMBERTO RODRIGUES NETO
PIRITUBA – SP

MENÇÃO HONROSA

1. Na minha grande fraqueza,
Num poço fundo, sem luz,
Descobri a FORTALEZA,
Da mão firme de Jesus.
RAYMUNDO DE SALLES BRASIL
SALVADOR/BAHIA

2. Se no destino há tristeza,
de encontro às pedras, eu sigo,
construindo a fortaleza
que me servirá de abrigo.
MÁRCIA SANCHEZ LUZ
ARARAS/SP

MENÇÃO ESPECIAL

1. Os vendavais da existência
são vencidos, com certeza,
por quem tem a paciência
moldada na Fortaleza!
MARIA EMÍLIA LEITÃO MEDEIROS REDI
PIRACICABA/SP

2. O caminho de JESUS
é luz, amor e beleza.
Percorrê-lo nos conduz
a uma eterna Fortaleza.
ZÉLIA MARIA CARVALHO DE FIGUEIREDO
NATAL/RN

GRUPO. 2 INTERNACIONAL

1º Lugar
A fortaleza se mede
no enfrentar da verdade,
o forte não é quem pede,
mas quem o dá, de vontade.
OLÍVIA ALVAREZ MIGUEZ BARROSO
PAREDE – PORTUGAL

2º Lugar
Que ninguém tenha receio
Se a vida foi de incerteza,
Mas teve Deus por esteio
A servir de fortaleza!
JUDITE RAQUEL NEVES FERNANDES
GÓIS/PORTUGAL

3º Lugar
Fortaleza é uma virtude
da pessoa com bondade,
viverá com plenitude
e terá felicidade.
JAMIL WILLIAM PISCOYA AYALA
PERU

MENÇÃO HONROSA

A fortaleza da vida,
que o mundo anima e conduz,
é a fé rejuvenescida
nos caminhos de Jesus,
MAIMA MAZZA PRADAT
TOULON – FRANÇA
.

MENÇÃO ESPECIAL

Busco o dom da fortaleza
Numa alma de eleição.
Para encontrar a beleza
Dentro do seu coração.
ISAURA MARTINS
S. JOÃO DA BOAVISTA/PORTUGAL

COMISSÃO JULGADORA DO GRUPO. 2
NACIONAL E INTERNACIONAL

1. Ademar Macedo – RN
2. José Valdez – SP
3. Maurício Cavalheiro – SP
4. Miguel Russowsky – SC
5. Vicente Liles de Araújo Pereira – SP

GRUPO. 3 – ALUNOS

1º LUGAR
Deus é minha fortaleza
e nada me faltará,
com Ele não há tristeza,
pois Ele me salvará.
FELIPE AUGUSTO DOS SANTOS NOGUEIRA.
PARAIBUNA-SP

2º LUGAR
Paraíso é Fortaleza
Que parece uma história
lugar de muita beleza
Que retenho na memória.
DAVI FARIA BARROS
8ª A – EE “CEL. E.J.CAMARGO”

3º LUGAR
Quem tropeçou e caiu,
e logo se ergueu, com calma,
não tem a força dum rio,
mas tem fortaleza de alma.
JOÃO TIAGO BLASQUES DE OLIVEIRA BARROSO
PAREDE – PORTUGAL

MENÇÃO HONROSA

01. Aqui dentro do meu eu,
posso dizer com certeza:
coração que Deus me deu
é a minha fortaleza.
CAMILA DE CÁSSIA DA COSTA ALVES
3º A – EE”CEL. E.J.CAMARGO”

02. A fortaleza é castelo
e reino de seu senhor,
não precisa de ser belo,
mas, precisa ter amor.
CATARINA BLASQUES DE OLIVEIRA BARROSO
PAREDE – PORTUGAL
.

MENÇÃO ESPECIAL

01. Esta vida me avalia,
traz alegria e tristeza,
é abismo, é reta, é folia,
é uma grande fortaleza.
TAILA DE JESUS SANTOS MIRANDA
CEMPORCENTO

02. Nos dias que olho o mar
já vejo a sua grandeza,
e a alegria de te amar
faz de ti uma fortaleza.
TAÍS A. DE FARIA PRADO
8ª A – EE “CEL. E.J.CAMARGO”

03. Explicar esta grandeza
parece quase impossível,
só mesmo com fortaleza
é que pode ser cabível.
ANA DAIR DOS SANTOS MORAES
3º B – EE “CEL. E.J.CAMARGO”

COMISSÃO JULGADORA DO GR.3
ALUNOS NACIONAL E INTERNACIONAL

1. Cláudio de Morais – SP
2. Delcy Rodrigues Canalles – RS
3. Francisco Garcia – RN
4. Gislaine Canales – SC
5. Lucia Helena de Lemos Sertã – RJ

LEMBRETES:

01. Estas trovas e seus respectivos autores constarão do 1º Livro de Trovas desta 1ª Etapa do Projeto de Trovas Para Uma Vida Melhor, a ser editado em dezembro deste ano de 2008. As demais trovas serão deletadas, conforme regulamento do concurso.

02. Após os concursos: Faremos Cirandas de trovas, iniciando com as trovas classificadas. Os demais trovadores, cujas trovas foram deletadas, conforme normas do Concurso, poderão inscrevê-las na Ciranda.

03. As trovas que estiverem em desacordo com as normas da UBT (União Brasileira de Trovadores) serão devolvidas para acertos, com orientação, caso contrário não farão parte da Ciranda em questão.

04. RETIFICAÇÃO: Esta primeira Etapa do Projeto de Trovas Para Uma Vida Melhor passa a ser constituída por seis (06) Concursos com os seguintes temas: SABEDORIA, ENTENDIMENTO, CONSELHO, FORTALEZA, CIÊNCIA E PIEDADE.

05. Esperamos aumentar o nº de participantes nos próximos concursos: Ciência e Piedade.

06. Nossos agradecimentos a todos que participaram, com suas trovas, como membros da Comissão Julgadora, como divulgadores e os nossos Parabéns a todos os Classificados.

Maria Inez
Delegada da UBT – PARAIBUNA – SP

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José Saramago (A Jangada de Pedra)

O romance se inicia com a narração de alguns casos insólitos – Joana Carda e a vara de negrilho, Joaquim Sassa e o arremesso de uma pedra ao mar, José Anaiço e os estorninhos e Pedro Orce e o tremor da terra e Maria Guavaira e o fio de lã – onde são interligados mais adiante na narrativa. A Península Ibérica acaba por se soltar do continente europeu. Joaquim Sassa fica sabendo do fenômeno ocorrido com José Anaiço, indo em sua procura para saber a correlação desses fatos com a desagregação da Península. Joaquim Sassa e José Anaiço partem em Dois Cavalos ( carro de Joaquim Sassa ) rumo à Venta Micena (Espanha) à procura de Pedro Orce , que sente constantemente a terra tremer. As autoridades, comprovando tal fenômeno, e, embora não consigam explicá-lo, pedem a Pedro Orce que não comente isso com ninguém. No encontro dos três, viajam à região fronteiriça da Espanha com a França para verem o fenômeno. Decidem por ir à Lisboa. A caminho da capital portuguesa, fazem uma pequena estada em Albufeira. O caos nesta e noutras cidades se torna generalizado. A população, sem ter moradia, começa a invadir os hotéis, que estão vazios por falta de turistas. Choques entre o povo e as tropas do governo geram um clima de intranqüilidade.

A parcela rica da Península ibérica acaba por abandoná-la, levando consigo boa parte de seus capitais por receio dos movimentos populares que aconteciam. Ao chegarem à Lisboa, hospedam-se no Hotel Bragança. O fenômeno dos estorninhos chama a atenção da imprensa, que descobre os nossos protagonistas. Manchetes nas redes de televisão, rádios e jornais levam as autoridades a buscarem Joaquim Sassa e Pedro Orce para averiguações. Joana Carda vai ao encontro do grupo por ser portadora de outro fenômeno (aludido no início do enredo). Joana Carda hospeda-se no Hotel Borges. O grupo empreende uma viagem à Ereira, onde Joana passou a viver depois de separada e se dá o fenômeno da vara de negrilho. Inicia-se um romance entre Joana e José Anaiço. Ao chegarem ao local do risco, encontram o Cão Constante, carregando um fio de lã azul à boca, que se junta ao grupo, afeiçoando-se a Pedro Orce. Os quatro seguem o cachorro que os leva à região da Galiza, hospedando-se no caminho na casa de Joaquim Sassa no Porto.

O destino do grupo é a casa de Maria Guavaira, viúva há três anos, portadora de outro fenômeno: “… não fiz mais do que desmanchar uma meia velha, dessas que serviam para guardar dinheiro, mas a meia que desmanchei daria um punhado de lã, ora o que aí está corresponde à lã de cem ovelhas, e quem diz cem diz cem mil, que explicação se encontrará para este caso,…”. Começa um idílio amoroso entre Maria Guavaira e Joaquim Sassa . O rádio noticia a probabilidade de colisão entre a Península e o arquipélago de Açores. Inicia-se outra etapa da viagem, em direção ao oeste peninsular. A viagem é feita pelo grupo em uma galera, pois Dois Cavalos não funcionara mais. Maria Guavaira conduz a galera que é puxada inicialmente por um, posteriormente por dois cavalos (Pigarço e Alasão). A evacuação do leste português é generalizada, deixando cidades abandonadas e a população em desespero.

Os governos português e espanhol se mostram ineficientes quanto ao amparo desse grande contigente de emigrantes. Já distantes da Europa, os Estados Unidos e o Canadá se preparam para dar as boas vindas à Península, começando a idealizar as novas relações estrangeiras entre esses dois grupos. Acontece o inesperado – a Península acaba por se desviar do arquipélago de Açores, mudando naturalmente seu curso ao norte. Todos reiniciam o retorno às suas casas. Nossos viajantes, entretanto, resolvem continuar viajando – agora em direção aos Pirineus. As duas mulheres do grupo acabam por ter relações com Pedro Orce, o que provoca um clima instável nos viajantes. Os viajantes permanecem juntos,mesmo com um certo ressentimento que predominava. Chegam ao fim da Península, extasiados com o espetáculo natural que presenciam. A Jangada de Pedra pára. Portugal fica voltado aos Estados Unidos e a Espanha para a Europa.

Pedro Orce ainda afirma que a terra treme, o que acaba por se confirmar com a retomada do movimento peninsular, que fica a girar em torno de seu próprio eixo durante um mês. “Dois Cavalos seguia devagar (…), agora os viajantes demoravam-se nos lugares (…)”. Por essa ocasião, as mulheres percebem que estão grávidas, não sabendo ao certo sobre a paternidade. O grupo encontra Roque Lozano, o qual viera em seu burro ( Platero) para ver o desregramento. Roque Lozano junta-se aos viajantes para retornar à sua casa (Zufre), como era idéia de todos. A Península começa a vagar rumo ao sul. Os Estados Unidos perdem o interesse de antes pelos povos peninsulares, onde “todas” as mulheres ficam grávidas. Joana Carda tem pressentimentos quanto a Pedro Orce . Este morre no momento em que a galera pára e ele não sente mais o tremor da terra. O grupo descansa para retomar a viagem.

O tempo da narrativa é psicológico. Embora haja referências cronológicas, elas não predominam, além de serem em grande parte imprecisas.

O espaço é a Península Ibérica a vagar pelo Oceano Atlântico.

Os narradores são múltiplos e alternados (variando entre 10 pessoa do singular e plural e 30 pessoa ), o que anula um pouca a presença do narrador tradicional.

Personagens principais: Joana Carda Portuguesa divorciada que mora na região de Ereira. Ao riscar o chão com uma vara de negrilho, os cachorros de Cerbère começam a ladrar, ação que não faziam a séculos. Joaquim Sassa Português (Porto), trabalha em um escritório, estando de férias por uma praia ao norte de Portugal. Lança uma pesada pedra no mar, espantando-se com a grande distância que ela vem a tomar antes de afundar. José Anaiço Português (Ribatejo) com o ofício de professor que fica sendo acompanhado constantemente por uma nuvem de estorninho. Pedro Orce Próximo dos sessenta anos, espanhol da região de Orce, farmacêutico no vilarejo de Venta Micena. Ele sente a terra tremer enquanto que os sismógrafos não conseguem detectar nenhum tremor. Maria Guavaira Habitante da região rural da Galiza, puxa um fio azul de lã de uma meia que se multiplica exageradamente em comprimento. É este fio, através do cão Constante, que traz os outros personagens acima à sua casa.

Linguagem e o estilo da obra O autor se utiliza de períodos e parágrafos muito longos (estes chegando às vezes a uma página ou mais). Há uma total erradicação dos sinais de pontuação (usando predominantemente a vírgula e o ponto). As falas de narrador e personagens são às vezes confundidas, onde o uso do discurso indireto livre é bastante influenciador. A metalinguagem também se faz presente no romance, onde se percebe leves doses de ironia. Dividida em 23 capítulos, a obra preserva o português lusitano (imposição do autor aos países de língua portuguesa), fazendo-se valer de expressões populares típicas de Portugal.

Fonte:
http://www.coladaweb.com/resumos/jangadapedra.htm

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1º Concurso Trova Une Versos (Resultado Nacional e Estadual)

Resultado Nacional

Tema Sonho

Trovas: 135
Estados / Paises Participantes:
(SP – 20) (SC – 02) (RJ – 09)

(PR – 09) (RS – 06) (PE – 04)

(PA – 01) (CE – 03) (MG – 03)
(Portugal – 09) (Argentina – 01) (USA – 01)

(França – 02)

Trova Ouro – 1º Lugar
( Miguel Russowsky – SC)
A primavera, suponho,
que tendo sonhos de amor,
faz, sim,com que cada sonho
nasça em forma de uma flor.

Trova Prata – 2º Lugar
(Regina Célia de Andrade – RJ)
Aquele que firme avança,
sem receio de fracassos,
mantém consigo a esperança
levando o sonho nos braços.

Trova Bronze – 3º Lugar
(Renata Paccola – SP)
Não há nada que retalhe
os poemas que componho,
pois cada verso é um detalhe
do tamanho do meu sonho!

Menção Honrosa

1ª menção honrosa
(João Paulo Ouverney – SP)
Poeta, és velho coreto
onde, na noite estrelada,
teus sonhos fazem dueto
com a voz da madrugada…

2ª menção honrosa
(Alba Christina Campos Netto – SP)
Morre o sonho, e as nossas vidas,
antes, caminhos iguais,
são duas trilhas perdidas
que não se cruzam jamais.

3ª menção honrosa
( Marina Gomes de Souza Valente – SP)
Pelas ruas, no passado,
nos realejos risonhos,
o periquito amestrado
passava vendendo sonhos.
——————————-
Menção Especial

1ª menção especial
(Marisa Vieira Olivaes – RS)
Se o mar da vida, tristonho,
faz meu sonho naufragar,
iço as velas de outro sonho
e outra vez volto p’ro mar!

2ª menção especial
(Renato Alves – RJ)
O sonho mais belo e ardente
da minha infância querida
virou cinzas, de repente,
nas fogueiras desta vida!

3ª menção especial
(Milton Sebastião Souza – RS)
Sonhar é o jeito mais certo
de dar um passo gigante:
o sonho traz para perto
o que parece distante.

4ª menção especial
(Domingos Freire Cardoso – PORTUGAL)
Trago um sonho pequenino
Guardado dentro do peito
Que é morar sempre um menino
Neste corpo de homem feito…

Resultado Estadual (RN)

Tema Lenda

38 Trovas Participantes

Trova Ouro – 1º Lugar:
(Ieda Lima – Caicó/RN)
O bilro, velho instrumento,
que entrelaçou tantas rendas,
tece, agora, num momento,
as rimas de minhas lendas.

Trova Prata – 2º Lugar:
(José Lucas de Barros – Caicó/RN)
Mais do que fadas e mitos,
num cernário encantador,
tenho sonhos tão bonitos,
que viram lendas de amor!

Trova Bronze – 3º Lugar
(José Lucas de Barros – Caicó/RN)
Juntei os sonhos dispersos
no chão da realidade
e pus na lenda dos versos
um poema de verdade.
________________
Menções Honrosas

1ª Menção Honrosa:
(Ademar Macedo – Natal/RN)
Arquivei na minha mente
lendas que trazem saudades,
e eu as vivo, simplesmente,
como se fossem verdades.

2ª Menção Honrosa:
(Mara Melinni de Araújo Garcia – Caicó/RN)
Tempo que reparte a vida,
faz o meu destino assim:
Vida é lenda dividida…
Parte é começo, outra é fim!

3ª Menção Honrosa
(Fabiano de Cristo Magalhães Wanderley – Natal/RN)
Confirmando as suas lendas,
por capricho, o velho mar,
cobre as areias de rendas,
quando a praia, vem beijar…
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Menções Especiais

1º Menção Especial:
(Francisco Neves Macedo – Natal/RN)
Eu vou trilhando esta senda
tão difícil da poesia,
e nela quero ser lenda,
eis meu “sonho fantasia”!

2ª Menção Especial:
(Joamir Medeiros – Natal/RN)
Mesmo vencendo a contenda,
e os medos da tenra idade,
o lobisomem é a lenda
que vive em minha saudade!

3ªMenção Especial
(Paulo Roberto da Silva – Caicó/RN)
Há na mente da criança
um ideal tão fecundo,
que toda desesperança
torna-se lenda no mundo.

4ªmenção Especial
(João Medeiros – Caicó/RN)
De formas tão diferentes,
entre ritos e oferendas…
do imaginário das gentes
surgiram mitos e lendas!

Fonte:
Colaboração por e-mail de
Helio Alexandre (Natal/RN)

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