Arquivo da categoria: varal de trovas

Varal de Trovas n.49 – Nemésio Prata Crisóstomo (CE) e Roberto Pinheiro Acruche (RJ)

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Varal de Trovas n. 48 – Elton Carvalho (RJ) e Apollo Taborda França (PR)

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Varal de Trovas n 45 – Renata Paccola (São Paulo/SP) e Clenir Neves Ribeiro (Nova Friburgo/RJ)

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Varal de Trovas n 44 – Elbea Priscilla Souza e Silva (Caçapava/SP) e Maria Nascimento Santos Carvalho (Rio de Janeiro/RJ)

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Varal de Trovas n 43 – Miguel Russowski (Joaçaba/SC) e Prof. Garcia (Caicó/RN)

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Varal de Trovas n 42 – Roberto Pinheiro Acruche (São Francisco de Itabapoana/RJ) e Severino Uchoa (Aracajú/SE)

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Varal de Trovas n 40 – Clevane Pessoa (Belo Horizonte/MG) e José Feldman (Maringá/PR)

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Varal de Trovas n 38 – Clevane Pessoa (Belo Horizonte/MG) e Hermoclydes Siqueira Franco (Rio de Janeiro/RJ)

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Varal de Trovas n 37 – Amália Max (Ponta Grossa/PR) e Wanda de Paula Mourthé (Belo Horizonte/MG)

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Varal de Trovas n 36 – Ademar Macedo (Natal/RN) e Francisco Macedo (Natal/RN)

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Varal de Trovas n 35 – Cyroba Ritzman (Curitiba/PR) e Maria Eliana Palma (Maringá/PR)

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Varal de Trovas n 34 – Cornélio Pires (São Paulo/SP) e Pedro Mello (São Paulo/SP)

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Varal de Trovas n 33 – Wandira Fagundes Queiroz (Curitiba/PR) e Francisco José Pessoa (Fortaleza/CE)

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Varal de Trovas n 32 – Laurindo Rabelo (Rio de Janeiro/RJ) e Valquiria Gesqui Malagoli (Jundiaí/SP)

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Varal de Trovas n 31 – Gislaine Canales (Balneário Camboriú/SC) e Vânia Ennes (Curitiba/PR)

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Varal de Trovas n 30 – Alba Krishna Topan Feldman (Maringá/PR) e Silvia Moreira (Uberaba/MG)

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Varal de Trovas n 29 – Helena Kolody (Curitiba/ PR) e Soares da Cunha (Governador Valadares/ MG)

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Varal de Trovas n 28 – Geraldo Trombin (Americana/ SP) e Clevane Pessoa (Belo Horizonte/ MG)

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Varal de Trovas n 27 – Alberto Paco (Maringá/PR) e Ademar Macedo (Natal/RN)

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Varal de Trovas n 26 – Wilma Mello Cavalheiro (Pelotas/ RS) e Luiza Pontes Rosa (Curitiba/ PR)

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Varal de Trovas n 25 – Sergio Ferreira da Silva (São Paulo/ SP) e Pedro Mello (São Paulo/ SP)

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Varal de Trovas n 24 – Carolina Ramos (Santos/ SP) e Nei Garcez (Curitiba/ PR)

 

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Lenda do Negrinho do Pastoreio

Era o tempo da escravidão e um menino negrinho, pretinho que nem carvão, humilde e raquítico era escravo de um fazendeiro muito rico, mas por demais avarento. Se alguém necessitasse de um favor, não se podia contar com este homem. Não dava um níquel a ninguém e seu coração era a morada de uma pedra, não nutria qualquer sentimento por ninguém, a não ser por seu filho, um menino tão malvado quanto seu pai, pois afinal, a fruta nunca cai muito longe da árvore. Este dois eram extremamente perversos e maltratavam o menino-escravo desde do raiar do dia, sem lhe dar trégua. Este jovenzinho não tinha nome, porque ninguém se deu sequer o trabalho de pensar algum para ele, assim respondia pelo apelido de “negrinho”.

Seus afazeres não eram condizentes com seu porte físico, não parava o dia inteiro. O Sol nascia e lá já estava ele ocupado com seus afazeres e mesmo ao se por, ainda se encontrava o negrinho trabalhando. Sua principal ocupação era pastorear. Depois de encerrar seu laborioso dia, juntava os trapos que lhe serviam de cama e recebia um mísero prato de comida, que não eram suficientes para repor as energias perdidas pelo sacrificado trabalho.

Mesmo sendo tão útil, considerado mestre do laço e o melhor peão-cavaleiro de toda a região, o menino era inúmeras vezes castigado sem piedade.

Certa vez, o estanceiro atou uma carreira com um vizinho que gabava-se de possuir um cavalo mais veloz que seu baio. Foi marcada a data da corrida e o negrinho ficou encarregado de treinar e montar o famoso baio, pois sabia seu patrão, não haver ninguém mais capaz que ele para tal tarefa.

Chegando o grande dia, todos os habitantes da cidade, vestindo suas roupas domingueiras, se alojaram na cancha da carreira. Palpites discutidos, apostas feitas, inicia-se a corrida.

Os dois cavalos saem emparelhados. Negrinho começa a suar frio. pois sabe o que lhe espera se não ganhar. Mas, aos poucos toma a dianteira e quase não há dúvida de que seria vencedor. Mas, eis que o inesperado acontece, algo assusta o cavalo, que para, empina e quase derruba Negrinho. Foi tempo suficiente para que seu adversário o ultrapasse e ganhe a corrida.

E agora? O outro cavalo venceu. Negrinho tremia feito “vara verde” ao ver a expressão de ódio nos olhos de seu patrão. Mas o fazendeiro, sem saída, deve cobrir as apostas e põe a mão no lugar que lhe mais caro: o bolso.

Ao retornarem à fazenda, o Negrinho tem pressa para chegar a estrebaria.

– Aonde pensa que vai? pergunta-lhe o patrão.

– Guardar o cavalo sinhô! Balbuciou bem baixinho.

– Nada feito! Você deverá passar trinta dias e trinta noites com ele no pasto e cuidará também de mais 30 cavalos. Será seu castigo pelo meu prejuízo. Mas, ainda tem mais, passe aqui que vou lhe aplicar o devido corretivo.

O homem apanhou seu chicote e foi em direção ao menino:

– Trinta quadras tinha a cancha da corrida, trinta chibatadas vais levar no lombo e depois trata de pastorear a minha tropilha.

Lá vai o pequeno escravo, doído até a alma levando o baio e os outros cavalos à caminho do pastoreio. Passou dia, passou noite, choveu, ventou e o sol torrou-lhe as feridas do corpo e do coração. Nem tinha mais lágrima para chorar e então resolveu rezar para a Nossa Senhora, pois como não lhe foi dado nome, dizia-se afilhado da Virgem. E, foi a “santa solução”, pois Negrinho aquietou-se e então cansado de carregar sua cruz tão pesada, adormeceu.

As estrelas subiram aos céus e a lua já tinha andado metade de seu caminho, quando algumas corujas curiosas resolveram chegar mais perto, pairando no ar para observar o menino. O farfalhar de suas asas assustou o baio, que soltou-se e fugiu, sendo acompanhado pelos outros cavalos. Negrinho acordou assustado, mas não podia fazer mais nada, pois ainda era noite e a cerração como um lençol branco cobria tudo. E, assim, o negrinho-escravo sentou-se e chorou…

O filho do fazendeiro, que andava pelas bandas, presenciou tudo e apressou-se em contar a novidade ao seu pai. O homem mandou dois escravos buscá-lo.

O menino até tentou explicar o acontecido para o seu senhor, mas de nada adiantou. Foi amarrado no tronco e novamente é açoitado pelo patrão, que depois ordenou que ele fosse buscar os cavalos. Ai dele que não os encontrasse!

Assim, Negrinho teve que retornar ao local do pastoreio e para ficar mais fácil sua procura, acendeu um toco de vela. A cada pingo dela, deitado sobre o chão, uma luz brilhante nascia em seu lugar, até que todo lugar ficou tão claro quanto o dia e lhe foi permitido, desta forma, achar a tropilha. Amarrou o baio e gemendo de dor, jogou-se ao solo desfalecido.

Danado como ele só e, não satisfeito com já fizera ao escravo, o filho do fazendeiro, aproveitou a oportunidade de praticar mais uma maldade dispersa os cavalos. Feito isso, correu novamente até seu pai e contou-lhe que Negrinho havia encontrado os cavalos e os deixara fugir de propósito. A história se repete e dois escravos vão buscá-lo, só que desta vez seu patrão está decidido em dar cabo dele. Amarrou-o pelos pulsos e surrou-o como nunca. O chicote subia e descia, dilacerando a carne e picoteando-a como guisado. Negrinho não agüentou tanta dor e desmaiou. Achando que o havia matado, seu senhor não sabia que destino dar ao corpo. Enterrá-lo lhe daria muito trabalho e avistando um enorme formigueiro jogou-o lá. As formigas acabariam com ele em pouco tempo, pensou.

No dia seguinte, o cruel fazendeiro, curioso para ver de que jeito estaria o corpo do menino, dirigiu-se até o formigueiro. Qual sua surpresa, quando o viu em pé, sorrindo e rodeado pelos cavalos e o baio perdido. O Negrinho montou-o e partiu a galope, acompanhado pelos trinta cavalos.

O milagre tomou o rumo dos ventos e alcançou o povoado que alegrou-se com a notícia. Desde aquele dia, muitos foram os relatos de quem viu o Negrinho passeando pelos pampas, montado em seu baio e sumindo em seguida por entre nuvens douradas. Ele anda sempre a procura das coisas perdidas e quem necessitar de seu ajutório, é só acender uma vela entre as ramas de uma árvore e dizer:

Foi aqui que eu perdi
Mas Negrinho vai me ajudar
Se ele não achar
Ninguém mais conseguirá!

Esta é a mais linda e popular lenda fraternal gaúcha. Ela representa um grito de repúdio aos maus-tratos com o ser humano. Reflete a consciência de um povo (gaúchos) que deliberadamente condenou a agressão e a brutalidade da escravidão. É uma lenda sem dono, sem cara, sem raça é a lenda de todos nós, que lutamos dia-a-dia nesta terra de excluídos.

O Negrinho do Pastoreio é a formatação de um arquétipo do inconsciente coletivo e podemos vê-lo como uma manifestação de uma consciência coletiva repleta de ideologias que são transmitidas pela cultura e linguagem que nós utilizamos quando estamos sujeitos a algo.

A escravidão ainda persiste, embora incógnita e camuflada, mostra sua terrível face nas sub-habitações circunvizinhas às metrópoles. Esta questão social, tem a cada dia afastado a classe média de uma consciência do real problema e que por medo ou omissão, mantêm-se afastada e enclausurada em suas fortalezas gradeadas.

A lenda do Negrinho do Pastoreio possui versões no Uruguai e na Argentina, lugares onde praticamente a escravidão inexistiu, portanto, aqui configura-se uma verdadeira “exportação” da lenda gaúcha. A sua versão mais antiga é a de propriedade de Apolinário Porto Alegre, “O Crioulo do Pastoreio” de 1875, quando ainda existia a escravidão no país. João Simões Lopes Neto, publicou em 1913 as “Lendas do Sul”, onde concretizou algumas alterações, introduzindo o baio, as corujas e a Nossa Senhora.

No Rio Grande do Sul, o Negrinho é símbolo da Caixa Econômica Estadual. É encontrada outra homenagem à ele na sede do Governo do Estado, no Salão Nobre que leva o seu nome. Lá encontramos afrescos do famoso pintor Aldo Locatelli que reconta sua história na versão de Lopes Neto.

Inúmeros poetas e trovadores, já cantaram e escreveram sobre esta lenda, sendo que o mais famoso dos poemas pertence à Barbosa Lessa (abaixo)

Negrinho do Pastoreio
Barbosa Lessa

“Negrinho do Pastoreio
Acendo essa vela pra ti
E peço que me devolvas
A querência que eu perdi

Negrinho do Pastoreio
Traz a mim o meu rincão
Eu te acendo essa velinha
Nela está o meu coração

Quero rever o meu pago
Coloreado de pitanga
Quero ver a gauchinha
A brincar na água da sanga

E a trotear pelas coxilhas
Respirando a liberdade
Que eu perdi naquele dia
Que me embretei na cidade”.

Fonte:
http://www.rosanevolpatto.trd.br

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Varal de Trovas n 23 -Barreto Coutinho (Recife/ PE) e Cidoca da Silva Velho (Jundiaí/ SP)

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Varal de Trovas n 22 – Ialmar Pio Schneider (Porto Alegre/ RS) e Jeanette De Cnop (Maringa/ PR)

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Varal de Trovas n 21 – A A de Assis (Maringá/ PR) e Nemesio Prata Crisostomo (Fortaleza/ CE)

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Varal de Trovas n 20 – Emilia Penalba Esteves (Porto/Portugal) e Dorothy Jansson Moretti (Sorocaba/SP)

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20 de julho de 2013 · 21:44

Varal de Trovas n 19 – Cristiane de França Borges Brotto (Curitiba/PR) e Antonio Juraci Siqueira (Belém/PA)

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Varal de Trovas n 18- Antonio Juraci Siqueira (Belém/PA) e Austregésilo de Miranda Alves (Senhor do Bonfim/ BA)

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Varal de Trovas n 17 – Edmar Japiassu Maia (Nova Friburgo/ RJ) e Dáguima Veronica (Santa Juliana/ MG)

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Varal de Trovas n 16 – Arlene Lima (Maringá/PR) e Pedro Emilio (São Fidélis/ RJ)

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Varal de Trovas n. 15 – Izo Goldman (São Paulo/SP) e Arlindo Tadeu Hagen (Belo Horizonte/MG)

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Varal de Trovas n 14 – Ialmar Pio Schneider (Porto Alegre/RS) e Cônego Benedito Vieira Telles (Maringá/PR)

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Varal de Trovas n 13 – Mara Melinni (Caicó/RN) e Wanda de Paula Mourthé (Belo Horizonte/MG)

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Varal de Trovas n 12 – Hermoclydes S. Franco (Rio de Janeiro/RJ) e Nemesio Prata Crisóstomo (Fortaleza/CE)

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Varal de Trovas n 11 – Jose Feldman (Maringá/PR) e Mario de Sá-Carneiro (Lisboa/Portugal)

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Varal de Trovas n 10 – A. A. de Assis (PR) e Aloísio Alves da Costa (CE)

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Nota:
Aloísio Alves da Costa nasceu em 1935, em Umari/CE e faleceu em 2010, em Fortaleza/CE.

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Varal de Trovas n 9 – José Ouverney (SP) e Pedro Mello (SP)

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José Ouverney (1949) (de Pindamonhangaba) criador do maior e melhor site de trovas (http://falandodetrova.com.br) e 
Prof. (quase mestre) Pedro Mello (1977) (da capital paulista), que possui o blog de trovas http://blogdopedromello.blogspot.com.br/, são ambos Magníficos Trovadores.

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Varal de Trovas n 8 – Cyroba Ritzman (PR) e Emilia Penalba Esteves (Portugal)

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Varal de Trovas n 7 – Izo Goldman (SP) e Carolina Ramos (SP)

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Varal de Trovas n 6 – José Lucas de Barros (RN) e Heron Patricio (SP)

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Varal de Trovas n 5 – Francisco Macedo (RN) e Darly O Barros (SP)

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Varal de Trovas n. 4 – A. A. de Assis (PR) e Dáguima Veronica (MG)

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Varal de Trovas n. 3 – Izo Goldman (SP) e Edmar Japiassú Maia (RJ)

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Varal de Trovas n. 2 – José Lucas de Barros (RN)

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30 de junho de 2013 · 15:44

Varal de Trovas n.1 – Carolina Ramos (SP)

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29 de junho de 2013 · 23:37