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Gena Maria (Divagações Poéticas)

O POETA QUANDO CHORA

Suas palavras são coloridas
como as cores do arco-íris
O poeta quando chora
Deixa a emoção falar mais alto
e transporta para o papel
toda a sua dor contida

O poeta quando chora
escreve seus lindos versos
deixando o coração falar
sobre a dor que tem no peito
falando do amor, da saudade
da tristeza, sem maldade

O poeta quando chora
dizendo tudo que sente
leva consigo outros amores
outros corações também
machucados pela
mesma dor do amor

O poeta quando chora
leva a todos os cantos seus versos
emocionando sempre com suas
líricas palavras de amor e dor

O poeta quando chora
faz chorar também, quem ama
quem sente saudade de um amor,
que se foi deixando em seu lugar,
alegria, tristeza e a dor!
FALANDO DE AMOR…

Como é bom falar de amor!
Sentir o coração bater forte
Saltitante, como se fosse pular
Do nosso peito em chamas!

Como é bom amar e sentir-se amado
Saber que mesmo estando longe
Tem alguém pensando em você…
Com a mesma saudade e a mesma saudade…
É uma vontade de estar junto, de se abraçar
Como se aquele momento fosse o último!

Como é bom beijar e sentir que
O mesmo desejo está nos lábios
De quem nos beija, com o mesmo ímpeto
Da paixão adolescente, ofegante e desejoso
De que esta emoção nunca se acabe!

Como é bom amar e ouvir
A voz do seu amado dizendo…
Muitas vezes, bobagens… Outras vezes,
Palavras profundas e sinceras!

Como é bom amar e poder dizer:
“Eu amo você meu amor e,
vou amá-lo eternamente!”

PROCURO UM AMOR

Procuro um amor
Que me faça sonhar… realizar fantasias…
Esquecer o ontem… viver o hoje
sem pensar no amanhã…

Procuro um amor
Que me veja linda por dentro e bela por fora
Ouvindo-me com atenção e me fazendo carinhos

Procuro um amor
Que ao findar do dia chegue saudoso de meus beijos
Abraçando-me com saudade, dizendo palavras de amor

Procuro um amor
Que não me troque por amigos ao entardecer
E ao chegar me procure com muito ardor

Procuro um amor
Que me ame acima de tudo e de todos
Que me faça sentir o quão importante sou

Procuro um amor
Que ao anoitecer me beije com carinho
Que tire minha roupa, me ame inteira…
Que me faça ir aos céus pedindo mais e mais…
Que me faça sentir, que sou a mulher de sua vida

Procuro um amor
Maior que eu, maior que nós, único e grandioso
Para que eu esqueça que nesta vida conheci
Alguém como você…
DE TOMBOS EM TOMBOS

Tanto fiz, tanto fiz que acabei assim
Sem você e muito machucada!
Ontem, seu amor era só meu…
Hoje, ele é de quem estiver por perto…
Amanhã sei lá, de quem será!
Nesta vida, o amor é assim
sempre nos pregando peças!
Quando pensamos que amamos,
de repente, descobrimos que não!
Quando pensamos ser amados,
de repente, somos abandonados!
E assim vamos levando a vida
de tombos em tombos…
E cada vez que nos levantamos
duma queda, esquecemos
rapidinho da dor…
Levamos outra rasteira e para
o chão novamente somos lançados…
E, lá ficamos inconformados
prometendo não mais
cair em ciladas…
Até que nosso sensível coração
sobreponha a nossa razão…
E de novo somos lançados
a uma nova chama da paixão!
Será que não existe um amor
total, completo, eterno entre
um homem e uma mulher?
Será que temos sempre
que amar sem ser amado
E ser amado sem amar?
Isto me lembra aquela música antiga…
“Quem eu quero não me quer…
Quem me quer mandei embora…
E por isso já não sei o que
será de mim agora…”
Mas, desta vez eu juro, eu prometo não
mais cair e, também não mais derrubar…
Assim quem sabe, serei feliz…
Bem mais feliz!

CADERNINHO DE MUSICAS

Meu caderninho de músicas
Só letras de amor escrevi
Cantei a paixão e a dor
E de amor quase morri

Nas letras e nas canções
Muita tristeza e algumas alegrias
Um amor mal resolvido
Uma traição, um reencontro…
E muitos beijos!

Uma despedida sem volta
Um encontro, um recomeço.
Um amor á primeira vista
Beijos ardentes
Promessas não cumpridas
E abraços “calientes!”.

Um coração “espinhado”
E um adeus para finalizar!
Ás vezes uma vida é rompida
Mas há os reencontros
Para não mais separar!

Ficaria horas
Lendo as músicas e ouvindo
Os famosos a cantar
Como é bom a adolescência
E voltar a amar!

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Arquivado em A Poetisa no Papel, Marília, Poesias, São Paulo