Arquivo da categoria: Academias e Associações

Academia Pedralva de Letras e Artes (1947)

A Academia Pedralva Letras e Artes foi fundada em 20 de fevereiro de 1947 por Pedro Batista Manhães, Almir Soares e pelo professor Walter Siqueira na cidade de Campos dos Goytacazes, situada no norte do estado do Rio de Janeiro.

Foi numa oficina de bicicletas, de Hermann Lessa, na antiga Rua Barão de Cotegipe, atual Governador Theotônio Ferreira de Araújo, onde funciona hoje a firma Neves e Irmãos, que nasceu a idéia da fundação da Academia Pedralva, formada pelas iniciais de seus três fundadores, poetas Pedro Baptista Manhães, Almir Maciel Soares e Walter Siqueira, todos, na época, jovens, inspirados e entusiastas pela poesia.

Mais tarde, já fundada, a Pedralva começou a se reunir efetivamente na residência do poeta-fundador Pedro Manhães, na Rua Conselheiro José Fernandes (ex-Rua dos Bondes), em frente à Primeira Igreja Batista de Campos, com a presença de dezenas de poetas, trovadores e cronistas da terra. Eram reuniões inteligentes, agradáveis, bem-humoradas, durante as quais eram servidos café e refresco amigos. Pedro foi sempre um gentleman.

A academia cresceu e por motivos vários, passou a realizar as suas reuniões no escritório do advogado e intelectual Walter Silva, pedralvense, no antigo Edifício Bartholomeu Lysandro (também conhecido por edifício d’A Brasileira). Mas não ficou por muito tempo. Crescendo e se projetando cada vez mais, a Pedralva foi abrigada pela Associação de Imprensa Campista (AIC), entidade pronta a atender às iniciativas comunitárias, em particular às culturais. Retornando, mais tarde, a se reunir na oficina de bicicletas, em outro endereço.

Na sede da AIC, a Pedralva, que contava também com jornalistas pedralvenses, realizou importantes e memoráveis reuniões e solenidades, com a participação de intelectuais campistas e visitantes e a presença constante de convidados e populares.

Com o passar do tempo, por exigências estruturais, a entidade passou a se chamar Academia Pedralva – Letras e Artes, editando livros e boletins, realizando palestras e conferências, programação de intercâmbio literário e a saudosa criação dos Salões Campistas de Trovas, de dois em dois anos.

Os salões de trovas marcaram época, desde a sua instituição em 1959. Até o último, em 1993, foram abordados os mais variados temas, contando invariavelmente com a participação de trovadores locais, nacionais e internacionais. Nesses períodos de realizações trovadorescas, a Pedralva trouxe a Campos, para palestras, manhãs, tardes e noites de autógrafos, lançamentos de livros e outras iniciativas, renomados nomes da cultura, como J. G. de Araújo Jorge, Hélio Teixeira, João Felício dos Santos, Vitor Visconti, Lourdes Povoa Bley, Aparício Fernandes, Zalkind Piatigorsky, Alice de Oliveira, Jacy Pacheco, Pedro Paulo Gavazzoni, Nabor Fernandes, Raul de Oliveira Rodrigues, Navega Cretton, Alípio Mendes, Aurélio Buarque de Hollanda, Herberto Sales, entre muitos e muitos outros. Os salões deixaram de ser realizados por questões financeiras.

A Academia Pedralva possui 40 cadeiras. Há 62 anos ininterruptos difunde a cultura campista pelo Brasil. Foi fundada em 20 de fevereiro de 1947, com sede no Palácio da Cultura (Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima), graças ao ex-prefeito Raul David Linhares Corrêa e mantida pelos prefeitos posteriores.

Foram presidentes, segundo arquivo, os pedralvenses Walter Siqueira (o poeta), Pedro Manhães, Walter Silva, Latour Neves Silva Arueira, Ebenézer Soares Ferreira, Herbson da Rocha Freitas, José Ferreira da Silva, Adamastor Barros da Cunha, Waldir Pinto de Carvalho, José Florentino Salles e Heloísa Helena Crespo Henriques.

A APLA tem hoje a administrá-la o cronista José Gurgel dos Santos, empossado em 2008. Nomes como os de José Viana Gonçalves, Aldiney de Souza Sá, Carlos Augusto Souto de Alencar, Geraldo Ferreira da Silva, Manoel Junqueira e Elias Rocha Gonçalves compõem a atual diretoria pedralvense.

Eis, em síntese, uma micro-história da Academia Pedralva Letras e Artes, que toda Campos dos Goytacazes conhece e admira pelos seus trabalhos culturais. Por fim, como muito bem disse, certa vez, o poeta Walter Siqueira, “o sonho de Almir Soares não se desfez com a sua morte: materializou-se na Academia que ele desejou ver triunfar e recebeu o cognome feliz de “Casa de Almir Soares””.

Acadêmicos

Cadeira no. 01

    Patrono Alberto Ferreira
    1º. Ocupante José Florentino Salles

Cadeira no. 02

    Patrono Alberto José Sampaio
    1º. Ocupante Andral Nunes Tavares
    2º. Ocupante Waldir Pinto de Carvalho
    3º. Ocupante Thelmo Lopes Albernaz

Cadeira no. 03

    Patrono Alberto Frederico de Morais Lamego
    1º. Ocupante José Moreira Machado
    2º. Ocupante José Gurgel dos Santos

Cadeira no. 04

    Patrono Alcides Carlos Maciel
    1º. Ocupante Joel Maciel Soares
    2º. Ocupante Jaélzia Denise Barreto Crespo Rangel

Cadeira no. 05

    Patrono Anthero Ferraz Manhães
    1º. Ocupante Murilo Abreu Henrique
    2º. Ocupante José Marques
    3º. Ocupante Sueli Maria Vasconcelos de Azevedo Petrucci

Cadeira no. 06

    Patrono Antônio Arêas Júnior
    1º. Ocupante Rosa Maria Soares
    2º. Ocupante Pedro Paulo Caputti
    3º. Ocupante Carlos Augusto Souto de Alencar

Cadeira no. 07

    Patrono Dalton Guimarães
    1º. Ocupante Hernon Viana
    2º. Ocupante Mário de Barros Wagner
    3º. Ocupante Fernando Siqueira
    4º. Ocupante Aldiney de Souza Sá

Cadeira no. 08

    Patrono Horácio Souza
    1º. Ocupante Ubirajara Cruz
    2º. Ocupante José Ferreira da Silva
    3º. Ocupante Jayro Rodrigues Faria

Cadeira no. 09

    Patrono Everardo Tinoco
    1º. Ocupante Lucas Vieira Neto
    2º. Ocupante José Ramos Bernardes Pinheiro
    3º. Ocupante Ruy Alves
    4º. Ocupante Carlos Luiz Azevedo Allemand
    5º. Ocupante Sônia Vasconcelos Tavares

Cadeira no. 10

    Patrono Joaquim Laranjeira
    1º. Ocupante Vero Baptista de Azevedo
    2º. Ocupante Jonas Lopes de Carvalho
    3º. Ocupante Anete Rodrigues Carneiro
    4º. Ocupante Amy Barbosa Costa

Cadeira no. 11

    Patrono Latelbe Barroso
    1º. Ocupante Walter Silva
    2º. Ocupante Eloy Barreto 3º. Ocupante Nísia Campos

Cadeira no. 12

    Patrono Mário Barroso
    1º. Ocupante Décio Aquino
    2º. Ocupante Genaro Teixeira Vasconcelos
    3º. Ocupante Jahel Ramalho Pereira
    4º. Ocupante Neiva de Souza Fernandes

Cadeira no. 13

    Patrono Narcisa Amália de Campos
    1º. Ocupante Gercy Pinheiro de Souza
    2º. Ocupante Luísa Lins Costa “Lysa” Castro

Cadeira no. 14

    Patrono Mário Fontoura
    1º. Ocupante Pedro Batista Manhães
    2º. Ocupante Marília Bulhões dos Santos Carneiro

Cadeira no. 15

    Patrono Oswaldo Tinoco
    1º. Ocupante Pedro Marins Rangel
    2º. Ocupante Joel Ferreira Mello

Cadeira no. 16

    Patrono Péricles Maciel
    1º. Ocupante Herval da Silva Coutinho
    2º. Ocupante Amaro Prata Tavares
    3º. Ocupante Ignácio Gonçalves de Azevedo

Cadeira no. 17

    Patrono Rufino Carneiro
    1º. Ocupante Pedro Dias de Carvalho
    2º. Ocupante Alceir Maia Mendonça

Cadeira no. 18

    Patrono Silvio Fontoura
    1º. Ocupante Prof. Walter Siqueira
    2º. Ocupante Luiz Omar Amerio Monteiro

Cadeira no. 19

    Patrono Thecilia Cruz
    1º. Ocupante Vilmar Ferreira Rangel

Cadeira no. 20

    Patrono Tomé da Costa Guimarães
    1º. Ocupante Pedro Gomes Nogueira
    2º. Ocupante Carlos Rodolfo Ferreira da Rocha
    3º. Ocupante Vitória Rangel França

Cadeira no. 21

    Patrono Phocion Serpa
    1º. Ocupante Ebenézer Soares Ferreira

Cadeira no. 22

    Patrono Aloísio Faria
    1º. Ocupante Floriana Eloy Ribeiro
    2º. Ocupante Jairo de Souza Pontes
    3º. Ocupante Paulo Muylaert Tinoco
    4º. Ocupante Gil Wagner Quintanilha

Cadeira no. 23

    Patrono Gastão Machado
    1º. Ocupante Latour Neves Silva Arueira
    2º. Ocupante Celso Cordeiro Filho

Cadeira no. 24

    Patrono Claudinier Martins
    1º. Ocupante Orávio de Campos Soares

Cadeira no. 25

    Patrono Silvio Cardoso Tavares
    1º. Ocupante Plinio Bacelar da Silva
    2º. Ocupante Oldemar Pimentel Tavares
    3º. Ocupante Helio Bulhões Mayerhofer

Cadeira no. 26

    Patrono Ulysses Martins
    1º. Ocupante Coriolano Henriques da Silva
    2º. Ocupante Dr. Walter Siqueira

Cadeira no. 27

    Patrono Joaquim de Melo
    1º. Ocupante Afrânio Maciel
    2º. Ocupante Manoel Junqueira Vieira

Cadeira no. 28

    Patrono Campos Sobrinho
    1º. Ocupante Gastão de Barros Wagner
    2º. Ocupante Sérgio Soares Fernandes
    3º. Ocupante Vera Lúcia Gonçalves Manhães Moço

Cadeira no. 29

    Patrono João Antunes de Freitas
    1º. Ocupante Herbson da Rocha Freitas

Cadeira no. 30

    Patrono Belo da Gama Bilot
    1º. Ocupante Denancy de Melo Anomal
    2º. Ocupante Geraldo Ferreira da Silva

Cadeira no. 31

    Patrono Abelardo N. Vasconcelos
    1º. Ocupante Antonio Miguel
    2º. Ocupante Roberto Pinheiro Acruche

Cadeira no. 32

    Patrono Antonio Sarlo
    1º. Ocupante Constantino Gonçalves
    2º. Ocupante José Carlos Fontes
    3º. Ocupante José Viana Gonçalves

Cadeira no. 33

    Patrono Átila Moreira
    1º. Ocupante Octacílio Cruz Peixoto
    2º. Ocupante Manoel Leandro Filho
    3º. Ocupante Eduardo Augusto de Souza
    4º. Ocupante Elias Rocha Gonçalves

Cadeira no. 34

    Patrono João Barreto da Silva
    1º. Ocupante Elmar Rodrigues Martins
    2º. Ocupante Walnize Carvalho de Lemos

Cadeira no. 35

    Patrono João Batista Tavares da Hora
    1º. Ocupante Edson de Souza Neto
    2º. Ocupante Ana Lúcia Rodrigues Gomes

Cadeira no. 36

    Patrono Júlio Nogueira
    1º. Ocupante Nilo Terra Arêas
    2º. Ocupante Antonio Morgado Pinto
    3º. Ocupante Hyran Tinoco Botelho
    4º. Ocupante Aylton Damas dos Santos
    5º. Ocupante Heloísa Helena Crespo Henriques

Cadeira no. 37

    Patrono Laert Chaves
    1º. Ocupante Antônio Roberto Fernandes

Cadeira no. 38

    Patrono Manoel Ferreira de Souza
    1º. Ocupante Paulo Muylaert Tinoco
    2º. Ocupante Manoel José de Assis
    3º. Ocupante Haroldo Werneck
    4º. Ocupante Agostinho da Conceição Rodrigues Filho

Cadeira no. 39

    Patrono Thiers Cardoso
    1º. Ocupante Artur Gomes Abreu
    2º. Ocupante Wellington Paes

Cadeira no. 40

    Patrono Thiers Martins Moreira
    1º. Ocupante Jerônimo Ribeiro
    2º. Ocupante Adamastor Barros da Cunha

Fonte:
Wikipedia

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Academia Feminina Mineira de Letras (Vaga para Acadêmica Efetiva, até 9 de outubro)

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2 de outubro de 2013 · 13:12

Olga Agulhon* (Concursos da Academia de Letras de Maringá :Histórico) Parte 2, final

    Com a participação e o apoio de todos os escritores, amigos, prefeitura, imprensa, empresas e parceiros, que nos ajudam a tornar possível a realização desses concursos literários, novamente plantamos… Nasceu o IV Concurso Literário “Cidade de Maringá”, que atingiu estrondoso sucesso, recebendo inscrição de 1.197 textos de escritores de quase todos os estados brasileiros e várias regiões de Portugal, sendo 153 sonetos, 659 trovas, 14 textos de dramaturgia, 227 poemas e 144 crônicas.
 
Nessa quarta edição do concurso homenageamos, como nome dos troféus: Divanir Braz Palma, mecenas e grande incentivador da literatura maringaense; o artista plástico Reynaldo Costa, criador do brasão de nossa Academia; o filósofo, educador e diretor do SESC de Maringá, Antonio Vieira; e os acadêmicos Francisco Jorge Ribeiro e Antonio Facci, falecidos em 2008.

    Fizemos ainda uma homenagem póstuma a Antonio Roberto Fernandes e Nádia Huguenin, dois grandes escritores, e amigos, que faleceram em novembro de 2008.
A partir desse certame, valorizando ainda mais o troféu a ser conquistado por cada um dos talentosos escritores participantes, passamos a premiar, como vencedores, dez textos em trova e apenas cinco nas demais modalidades.

Uma novidade foi a inserção da modalidade dramaturgia, que nos proporcionou a grata satisfação de conhecer belíssimas peças, dentre as quais apenas uma foi premiada, conforme o regulamento do concurso.

Os vencedores na modalidade trova – troféu Francisco Jorge Ribeiro, foram:
Arlindo Tadeu Hagen (Belo Horizonte – MG),
Darly O. Barros (São Paulo – SP),
Domingos Freire Cardoso (Ílhavo – Portugal),
Edna Valente Ferracini (São Paulo – SP),
Francisco José Pessoa (Fortaleza – CE),
José Messias Braz (Juiz de Fora – MG),
José Ouverney (Pindamonhangaba – SP),
Maria de Fátima S. Oliveira (Juiz de Fora – MG),
Neide Rocha Portugal (Bandeirantes – PR) e
Pedro Ornellas (São Paulo – SP).

    Na modalidade poema livre – troféu Divanir Braz Palma, foram vencedores:
Antônio Rosalvo Accioly (Nova Friburgo – RJ),
Danieli Aparecida dos Santos Benatti (Maringá – PR),
Emerson Mário Destefani (Maringá – PR),
Maurício Cavalheiro (Pindamonhangaba – SP) e
Vilmar Ferreira Rangel (Campos dos Goytacazes – RJ).

Vencedores na modalidade soneto – troféu Reynaldo Costa:
Edmar Japiassú Maia (Rio de Janeiro – RJ),
Jaime Pina da Silveira (São Paulo – SP),
Lucília A. T. Decarli (Bandeirantes – PR),
Maria Helena Oliveira Costa (Ponta Grossa – PR) e
Neide Rocha Portugal (Bandeirantes – PR). 

Na modalidade crônica – troféu Antonio Facci, os vencedores foram:
Élbea Priscila de Sousa e Silva (Caçapava – SP),
Maria José Lindgren Alves (Rio de Janeiro – RJ),
Renato Benvindo Frata (Paranavaí – PR),
Sebas Sundfeld (Tambaú – SP) e
Volpone de Souza (Bragança Paulista – SP). 

    A vencedora da modalidade dramaturgia – troféu Antônio Vieira – foi Coracy Teixeira Bessa (Salvador – BA), com a peça O rio azul, que durante a festa de premiação, nos dias 19, 20 e 21 de junho de 2009, foi encenada pela Companhia Teatro & Ponto Produções Artísticas, com a direção de Márcio Alex Pereira.

    A festa de premiação aconteceu juntamente com o IV Encontro das Academias de Letras do Paraná, que teve a participação de presidentes e outros representantes de 16 academias de letras, sendo algumas de outros estados brasileiros.

        Além da encenação da peça teatral vencedora, o evento contou com uma extensa programação, da qual destacamos:
apresentação da dupla Pedro Ornellas e Campos Sales, Os Trovadores do Campo;
Oficina de Haicai ministrada pela escritora Lena de Jesus Ponte, do Rio de Janeiro – RJ;
apresentação de “A música erudita e seus poemas”, com o pianista Júlio Enrique Gómez e a poetisa Roza de Oliveira, de Curitiba – PR;
apresentação do espetáculo “O menino que ganhou uma boneca”, com a Cia. Teatral Tipos & Caras, texto e direção da acadêmica Majô Baptistoni; e
show com o grupo Novo Trio, de Maringá – PR.

A comissão julgadora do IV Concurso Literário “Cidade de Maringá” foi composta pelos acadêmicos: Antonio Augusto de Assis, Antonio Roberto de Paula, Dari Pereira, Florisbela Margonar Durante, Hulda Ramos Gabriel, Jaime Vieira, Jeanette Monteiro De Cnop, Luiz Alexandre Solano Rossi, Majô Baptistoni, Maria Eliana Palma, Nilsa Alves de Melo, Olga Agulhon e Rogério Recco.

Depois veio o V Concurso Literário “Cidade de Maringá”, com 936 textos inscritos (597 trovas, 82 sonetos, 151 poemas livres e 106 crônicas), consagrando alguns escritores e revelando outros.

Nessa quinta edição do certame homenageamos como nome dos troféus: Antonio Mestriner, coordenador do “Prêmio de Leitura Rotary Club de Maringá” desde 1989; o jornalista e escritor Laurentino Gomes, autor dos best-sellers “1808” e “1822”; e os acadêmicos Cássia Arruda e Emílio Germani, que nos deixaram, respectivamente, em novembro de 2009 e junho de 2010.

    Fizemos ainda uma homenagem póstuma aos escritores Fernando Vasconcelos e Milton Nunes Loureiro, que faleceram em 2010, deixando a saudade plantada no coração de inúmeros amigos trovadores.

Na modalidade trova – troféu Emílio Germani, destacaram-se como vencedores:
Arlindo Tadeu Hagen (Belo Horizonte – MG),
Carolina Ramos (Santos – SP),
Éderson Cardoso de Lima (Niterói – RJ),
Héron Patrício (São Paulo – SP),
Josafá Sobreira da Silva (Rio de Janeiro – RJ),
José Ouverney (Pindamonhangaba – SP),
Márcia J. de Barros Moreira (Juiz de Fora – MG),
Maria Helena Oliveira Costa (Ponta Grossa – PR),
Maria Lúcia Daloce (Bandeirantes – PR) e
Neide R. Portugal (Bandeirantes – PR).

Em soneto – troféu Antonio Mestriner, venceram:
Alba Helena Corrêa (Niterói – RJ),
Edmar Japiassú Maia (Rio de Janeiro – RJ),
Gilson Faustino Maia (Petrópolis – RJ),
José Messias Braz (Juiz de Fora – MG) e
Lucília Alzira Trindade Decarli (Bandeirantes – PR).

Premiados na modalidade poema livre – troféu Cássia Arruda:
Antônio Rosalvo R. Accioly (Nova Friburgo – RJ),
Carlos Brunno Silva Barbosa (Valença – RJ),
Larí Franceschetto (Veranópolis – RS),
Roberto Resende Vilela (Pouso Alegre – MG) e
Rosana Dalle Leme Celidonio (Pindamonhangaba – SP).

Na modalidade crônica – troféu Laurentino Gomes, os vencedores foram:
André Telucazu Kondo (Jundiaí – SP),
Élbea Priscila de Sousa e Silva (Caçapava – SP),
Fábio Augusto Antea Rotilli (Maringá – PR),
Renato Benvindo Frata (Paranavaí – PR) e
Sebas Sundfeld (Tambaú – SP).

A festa de premiação foi realizada nos dias 24, 25 e 26 de junho de 2011, com uma rica programação. Na noite cultural do primeiro dia, aberta ao público, houve o lançamento dos livros:
Coletânea 2011 da ALM;
o livro do concurso, com os textos premiados;
“Diários de Solidão”, de Carlos Brunno Barbosa (Valença – RJ); e
“Contos do Sol Nascente”, de André Kondo (Jundiaí – SP).

Também tivemos a apresentação das crônicas premiadas, feita pelos próprios autores;
o espetáculo “Da Semente à Flor”, com o Coral Adulto da Fundação Luzamor; e
uma excelente palestra, com Laurentino Gomes, sobre “O Brasil de hoje, o renovado interesse pela história e a necessidade do uso de uma linguagem mais acessível para atrair o novo leitor que está entrando no mercado editorial”.

Na manhã seguinte, maringaenses e escritores visitantes foram agraciados com uma revoada de versos (trovas e poemas) e o Coral Cocamar, além das apresentações: “A música erudita e seus poemas”, com o músico Júlio Enrique Gómez e a poetisa Roza de Oliveira, de Curitiba – PR; e “Meu Amigo Guimarães – Revivendo Guimarães Rosa”, com o acadêmico Nivaldo Donizete Mossato.

Após a inesquecível solenidade de premiação, realizada no sábado à noite (dia 25/06), com grande público, a Oração Ecumênica em Trovas, de autoria do poeta Antonio Augusto de Assis, encheu de emoção o encerramento do evento na manhã fria de domingo. 

Pela primeira vez, realizamos um concurso de trovas relâmpago e ficamos entusiasmados com o resultado. Com o tema “Canção”, saíram vencedores:
1º lugar – Josafá Sobreira da Silva (Rio de Janeiro – RJ),
2º lugar – Carolina Ramos (Santos – SP),
3º lugar – Francisco José Pessoa (Fortaleza – CE).

Com o tema “Cocamar”, os vencedores foram:
1º e 3º lugares – José Ouverney (Pindamonhangaba – SP),
2º lugar – Maria Lúcia Daloce (Bandeirantes – PR).

Essa festa foi realmente inesquecível…

Lançamos, agora, este livro com o resultado de novos concursos de grande êxito: o VI Concurso Literário “Cidade de Maringá”, com o tema Preguiça para trovas humorísticas e Labor para as demais modalidades, que teve um concurso paralelo, com o tema Cooperativismo, em homenagem ao Jubileu de Ouro da Cocamar Cooperativa Agroindustrial; o I Concurso Literário “Maria Mariá”, com o tema O Labor da Mulher; e o II Concurso Literário “Antonio Facci”, com o tema Cooperar, também em homenagem aos 50 anos da Cocamar.

    É uma grande honra para a Academia de Letras de Maringá, para a UBT – Seção Maringá, para os nossos parceiros e para toda a “Cidade Canção” poder contar com o apoio de tantos talentos, alguns dos quais se tornaram amigos, e outros que se mostraram irmãos: de prosa, verso e alma.

O sucesso é fruto de um trabalho sério, competente e entusiasta.

    Depois de elaborado o regulamento, a divulgação é feita por meio de jornais, informativos e revistas literárias, programas de rádio e televisão, sites, comunidades do orkut e cartas endereçadas a centenas de escritores.

    Os trabalhos inscritos chegam às mãos da coordenadora, que guarda consigo uma cópia, grampeada ao envelope fechado, contendo os dados do escritor. As outras cópias, com título e pseudônimo, são distribuídas aos membros da comissão julgadora, que não têm, de maneira nenhuma, como identificar o autor.

    Cada membro da comissão, após as leituras necessárias, escolhe os 20 melhores textos, segundo sua avaliação. Vencida essa etapa, toda a comissão se reúne, quantas vezes forem necessárias, e, dentre os textos selecionados, são eleitos os vencedores.

Concursos literários são eventos que trazem grandes benefícios para Maringá. Por vários meses são divulgados na mídia em geral e na literária: dezenas de informativos especializados em literatura, além de colunas de jornais e revistas, programas de rádio e televisão etc. O nome da cidade promotora, em cada edição dos concursos, chega aos olhos e ouvidos de centenas de poetas e prosadores, em geral homens e mulheres de elevado nível cultural, muitos dos quais ligados aos meios de comunicação.

As entidades parceiras são vinculadas como instituições que valorizam a cultura em suas mais diversas manifestações, incentivam a leitura e a produção literária, bem como contribuem com a educação, a formação de leitores e a descoberta de novos talentos.

Os textos vencedores são publicados em coletâneas distribuídas gratuitamente aos participantes dos concursos, a bibliotecas, escolas e outras entidades culturais.
 

A doação dos livros, principalmente às escolas e bibliotecas públicas do município, é um incentivo à leitura e à produção literária, beneficiando a população por várias gerações.

    Iniciamos com 322 participantes e hoje registramos, ao final deste livro, os nomes de 850 escritores de quase todos os estados brasileiros e várias regiões de Portugal. Sucesso!

Todos os nossos plantios foram feitos com carinho em solo adubado, as lavouras foram bem conduzidas, as ervas daninhas capinadas, as adversidades controladas, e as colheitas… têm sido fartas, e abençoadas.
   
(* texto da acadêmica Olga Agulhon, ex-presidente da ALM e coordenadora geral dos concursos literários da entidade)

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Olga Agulhon (Concursos da Academia de Letras de Maringá: Histórico) Parte 1

   

Em 2002, a Academia de Letras de Maringá, com o apoio da União Brasileira de Trovadores – seção Maringá, resolveu promover um concurso literário, homenageando o poeta Ary de Lima. A ideia surgira quando ainda era presidente o inesquecível acadêmico Galdino Andrade, que esteve à frente da ALM por duas gestões, de setembro de 1997 a setembro de 2001.

No meio do caminho, em 12 de agosto de 2002, perdemos Galdino Andrade, que partiu com sua pelerine para a eternidade.

Restou aos demais acadêmicos e trovadores o compromisso de levar até o fim o projeto já iniciado. O presidente Antonio Facci, então, designou-me como coordenadora geral dos trabalhos, tendo como objetivo tornar realidade o sonho do nosso primeiro concurso. Desse dia em diante, eu teria a honra e assumiria a responsabilidade de coordenar, até o presente (julho de 2013), todos os concursos literários promovidos pela Academia.

Esse primeiro certame teve “Amizade” como tema para trovas, e tema livre para poemas e contos. Recebemos 902 textos (106 contos, 181 poemas e 615 trovas) da lavra de 322 escritores de 08 regiões de Portugal e 15 estados brasileiros: Paraná, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, São Paulo, Santa Catarina, Espírito Santo, Pará, Paraíba, Ceará, Goiás, Bahia, Amazonas e Alagoas.

A festa de premiação aconteceu nos dias 14 e 15 de março de 2003, nas dependências do hotel Cidade Verde.

    Na modalidade conto foram vencedores:
Carlos Bruni Fernandes (São Paulo – SP),
Maria Auxiliadora de Oliveira (Aparecida – SP) e
Sérgio Bernardo (Rio de Janeiro – RJ).

Receberam menções honrosas:
Alexandru Solomaon (São Paulo – SP),
Déa Miranda (Pará de Minas – MG),
Helton Reginaldo Cenci (Maringá – PR),
Joana D’arc da Veiga (Nova Friburgo – RJ),
Miguel Limberger (Sobradinho – RS),
Raymundo Honorato Nogueira (Jacarezinho – PR) e
Viviane da Conceição Terra (Campos dos Goytacazes – RJ).

Com poemas livres foram vencedores:
Larí Franceschetto (Veranópolis – RS),
Sebastião Ferreira Macedo (Londrina – PR) e
Sebas Sundfeld (Tambaú – SP).

As menções honrosas foram conquistadas pelos escritores:
Maria Lua (Nova Friburgo – RJ),
Maria Guilhermina Kolimbrowsky (São Paulo – SP),
Mário Salvador Filho (Campos dos Goytacazes – RJ),
Neide Rocha Portugal (Bandeirantes – PR),
Pilar Reynes da Silva Casagrande (Rio Claro – SP),
Sérgio Bernardo (Rio de Janeiro – RJ) e
Sonia Pereira da Silva (Santo Amaro – SP).

    Na modalidade trova os vencedores foram:
Carolina Ramos (Santos – SP),
João Freire Filho (Rio de Janeiro – RJ) e
José Maria M. de Araújo (Rio de Janeiro – RJ).

Ganharam menções honrosas:
Clenir Neves Ribeiro (Nova Friburgo – RJ),
Élbea Priscila Souza e Silva (Caçapava – SP),
Japyra Vasconcelos (Belo Horizonte – MG),
Maria Theresa Cavalheiro (São Paulo – SP),
Neide Rocha Portugal (Bandeirantes – PR) e
Therezinha Dieguez Brisolla (São Paulo – SP).

    As comissões julgadoras foram formadas por membros da ALM e professores dos cursos de Letras do Cesumar e da Universidade Estadual de Maringá, que nos deram a honra de suas participações.

    Julgaram os contos os professores doutores do Departamento de Letras da UEM: Aécio Flávio de Carvalho, Lúcia Osana Zolin, Marisa Corrêa Silva e Milton Hermes Rodrigues.

    Os poemas livres foram julgados pelo poeta Jaime Vieira, pela coordenadora do curso de Letras do Cesumar, Rosemary Kendrick Oliveira e Silva, e pelos professores mestres Fábio Morais e Cristina Constantino.

    Julgaram as trovas: Antonio Augusto de Assis, Dari Pereira, Jeanette Monteiro De Cnop e Olga Agulhon.

    Repetindo o sucesso do concurso “Ary de Lima”, em 2004 promovemos o nosso segundo concurso, chamado Concurso Literário “Cidade de Maringá”, que passaria a ser o nome definitivo dos concursos da ALM.

    Apesar da exigência de um tema único para todas as modalidades, tivemos um total 750 textos inscritos (420 trovas, 160 poemas, 78 sonetos e 92 crônicas).

O tema “Mensagem de incentivo à cordialidade”, sugestão do nosso presidente de honra A. A. de Assis, não poderia ser mais oportuno. O mundo precisa urgentemente de mais amor, de mais poesia, fraternidade, ficção, fantasia e cordialidade entre as pessoas. Além de serem belíssimas produções literárias, os textos, transformados em livro, foram utilizados como instrumento de conscientização nas salas de aula de nossas escolas.

Os premiados ficaram hospedados no hotel Deville, e a festa de premiação aconteceu no dia 4 de dezembro de 2004, no Centro Português de Maringá.

Como parte da programação, realizamos uma exposição de telas da artista plástica e escritora Neide Rocha Portugal, na sala de exposições do Teatro Regional Calil Haddad.

A Academia homenageou, nesse concurso, grandes nomes das letras maringaenses, que enfeitam o céu: Altamiro Avelino da Silva, France Luz, Galdino Andrade (primeiro presidente da ALM) e Odete Salata Mendes.

    Na modalidade trova – troféu Altamiro Avelino da Silva, foram vencedores: Izo Goldman (São Paulo – SP),
Maria Madalena Ferreira (Magé – RJ),
Pedro Ornellas (São Paulo – SP),
Sebas Sundfeld (Tambaú – SP) e
Severino Belló (Angra dos Reis – RJ).

Receberam menções honrosas os escritores:
Clenir Neves Ribeiro (Nova Friburgo – RJ),
Janete de Azevedo Guerra (Bandeirantes – PR),
Neide Rocha Portugal (Bandeirantes – PR),
Regina Célia de Andrade (Magé – RJ) e
Sérgio Bernardo (Nova Friburgo, RJ).

    Na modalidade poema livre – troféu Odete Salata Mendes, foram vencedores:
Edvandro Pessoato (Belém – Pará),
Élbea Priscila de Sousa e Silva (Caçapava – SP),
Neide Rocha Portugal (Bandeirantes – PR),
Roberto Resende Vilela (Pouso Alegre – MG) e
Sebas Sundfeld (Tambaú – SP).

Receberam menções honrosas:
Dalmir Penna (Volta Redonda – RJ),
Larí Franceschetto (Veranópolis – RS),
Maria Cristina Bonnafé (São Paulo – SP),
Rubens Cavalcanti da Silva (Santo André – SP) e
Sarah Casagrande (Maringá –PR).

    Na modalidade soneto – troféu Galdino Andrade, os vencedores foram:
Edmar Japiassú Maia (Rio de Janeiro – RJ),
Josafá Sobreira da Silva (Rio de Janeiro – RJ),
Luna Fernandes (Rio de Janeiro – RJ),
Pedro Viana Filho (Volta Redonda – RJ) e
Roberto Resende Vilela (Pouso Alegre – MG).

Menções honrosas:
Arlindo Tadeu Hagen (Juiz de Fora – MG),
Edmar Japiassú Maia (Rio de Janeiro – RJ),
Emilia Peñalba de Almeida Esteves (Portugal),
Hermoclydes Siqueira Franco (Rio de Janeiro – RJ) e
José Tavares de Lima (Juiz de Fora – MG).

    Na modalidade crônica – troféu France Luz, foram vencedores:
Derotheu Gonçalves da Silva (Maringá – PR),
Elisabeth Souza Cruz (Nova Friburgo – RJ),
Maria Cristina Bonnafé (São Paulo – SP),
Matusalém Dias de Moura (Iúna – ES) e
Renato Alves (Rio de Janeiro – RJ).

    As menções honrosas ficaram com os escritores:
Coracy Teixeira Bessa (Salvador – BA),
Fábio Augusto Antea Rotilli (Maringá – PR),
Maria Cristina Bonnafé (São Paulo – SP),
Maria da Luz Portugal Werneck (Curitiba – PR) e
Therezinha Dieguez Brisolla (São Paulo – SP).

    A comissão julgadora foi composta pelos acadêmicos A. A. de Assis, Dari Pereira, Eliana Palma, Florisbela Margonar Durante, Jeanette Monteiro De Cnop e Olga Agulhon.

    Uma grata satisfação proporcionada por esse concurso foi a descoberta do talento de Derotheu Gonçalves da Silva, de Maringá, que se tornou membro efetivo da ALM em setembro de 2005.

    No III Concurso Literário “Cidade de Maringá”, realizado em 2006/2007, com tema “Colheita” para todas as modalidades, foi ultrapassada a marca de 1.000 textos: foram inscritos 1.009 trabalhos, sendo 603 trovas, 121 sonetos, 176 poemas livres e 109 crônicas.

    Os homenageados nessa edição do concurso foram os escritores maringaenses Elidir D’Oliveira, falecido em 10 de fevereiro de 2007, e Benedito Moreira de Carvalho, falecido em 21 de maio de 2000. Homenageamos também o escritor carioca Waldir Neves, falecido em 24 de janeiro de 2007; e o presidente da Cocamar, Luiz Lourenço, com quem a ALM tem feito grandes parcerias para a promoção da leitura e da literatura maringaense.

    Considerando os textos premiados como sendo todos vencedores, eliminamos as menções honrosas e concedemos troféu e diploma para 10 vencedores em cada modalidade, classificando-os por ordem alfabética.

    Na modalidade crônica – troféu Luiz Lourenço, foram vencedores:
Alba Helena Corrêa (Niterói – RJ),
Coracy Teixeira Bessa (Salvador – BA),
João Freire Filho (Rio de Janeiro – RJ),
Larí Franceschetto (Veranópolis – RS),
Marina Gomes de Souza Valente (Bragança Paulista – SP),
Marlene Ana Kiewel (Curitiba – PR),
Nádia Huguenin (Nova Friburgo – RJ),
Renato Alves (Rio de Janeiro – RJ),
Sônia Maria Sobreira da Silva (Rio de Janeiro – RJ) e
Therezinha Dieguez Brisolla (São Paulo – SP).

    Na modalidade poema livre – troféu Benedito Moreira de Carvalho:
Edmar Japiassú Maia (Rio de Janeiro – RJ),
Josafá Sobreira da Silva (Rio de Janeiro – RJ),
Lúcia Helena Sertã (Nova Friburgo – RJ),
Márcio Vicente da Silveira Santos (Sete Lagoas – MG),
Maria Aparecida Barbosa Biasão (Maringá – PR),
Maria Cristina Bonnafé (São Paulo – SP),
Maria Lúcia Daloce Castanho (Bandeirantes – PR),
Neide Rocha Portugal (Bandeirantes – PR),
Roberto Resende Vilela (Pouso Alegre – MG) e
Sarah de Oliveira Passarella (Campinas – SP).

    Os vencedores na modalidade soneto – troféu Waldir Neves foram:
Alba Helena Corrêa (Niterói – RJ),
Cecim Calixto (Curitiba – PR),
Edmar Japiassú Maia (Rio de Janeiro – RJ),
Héron Patrício (Pouso Alegre – MG),
José Tavares de Lima (Juiz de Fora – MG),
Maurício Cavalheiro (Pindamonhangaba – SP),
Pedro Ornellas (São Paulo – SP),
Roberto Resende Vilela (Pouso Alegre – MG),
Thereza Costa Val (Belo Horizonte – MG) e
Thereza Costa Val (Belo Horizonte – MG).

    Vencedores na modalidade trova – troféu Elidir d’Oliveira:
Darly O. Barros (São Paulo – SP),
Eduardo A. O. Toledo (Pouso Alegre – MG),
Elen de Novais Félix (Niterói – RJ),
José Ouverney (Pindamonhangaba – SP),
José Tavares de Lima (Juiz de Fora – MG),
José Teixeira Cotta (Juiz de Fora – MG),
Pedro Ornellas (São Paulo – SP),
Vanda Fagundes Queiroz (Curitiba – PR),
Waldir Neves (Rio de Janeiro – RJ) e
Wanda de Paula Mourthé (Belo Horizonte – MG).

    A festa de premiação foi realizada nos dias 20, 21 e 22 de abril de 2007, nos salões do Bristol Metrópole Hotel.

    A comissão julgadora foi novamente composta pelos acadêmicos A. A. de Assis, Dari Pereira, Eliana Palma, Florisbela Margonar Durante, Jeanette Monteiro De Cnop e Olga Agulhon.
–––––––––––––
continua…

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Associação Gaúcha de Escritores

História

Em 1981, um grupo de escritores iniciou as atividades da AGES, entidade que busca reunir e representar os escritores; preservar seus interesses e direitos; preservar nosso patrimônio cultural; estimular quaisquer expressões e atividades culturais; atuar em defesa das liberdades democráticas e da livre manifestação de pensamento em todas as suas formas; combater os preconceitos e promover a convivência pacífica com base em justas relações de intercâmbio; participar no desenvolvimento e no progresso cultural do RS e do Brasil.

Relação dos sócio-fundadores
Alfredo Nery Paiva
Alfredo Roberto Bessow
Antonio Carlos Resende
Antonio Hohlfeldt
Ary Quintella
Carlos Carvalho
Carlos Reverbel
Carlos Saldanha Legendre
Celso Pedro Luft
Cesar Alexandre Pereira
Dilan Camargo
Donaldo Schüler
Humberto Zanatta
Ivette Brandalise
Ivo Bender
Jaime Cimenti
Jayme Paviani
Jorge Rein
José Eduardo Degrazia
José Guaraci Fraga
Kenny Braga
Laci Osório
Luiz Antonio de Assis Brasil
Luiz Coronel
Luiz de Miranda (primeiro presidente da Associação)
Luiz Pilla Vares
Lya Luft
Mario Quintana
Moacyr Scliar
Ozy Pinheiro Souto
Paulo Kruel de Almeida
Ruy Carlos Ostermann
Sergio Faraco
Sergio Jockymann
Sergio Napp
Tarso Genro
Tau Golin

Diretoria atual:

Presidente: Maria Eunice (Marô) G. Barbieri
Vice-Presidente Administrativo: Marcelo Spalding
Vice-Presidente Social: Sérgio Napp
Vice-Presidente Cultural: Waldomiro Manfrói
Secretaria Geral: Ana Maria de Souza Mello
Tesouraria: Christian David
Diretoria de Comunicação: Lu Thomé
Diretoria de Relações Públicas: Celso Sisto

ATIVIDADES

CONSELHO ESTADUAL DE CULTURA
Com muita satisfação, vimos comunicar que a AGEs foi inscrita para as Eleições do Conselho Estadual de Cultura, biênio 2004/2005, no Segmento Cultural Livro e Literatura. Por conseqüência, desde janeiro temos no Conselho um membro titular, a poeta Maria Carpi, e sua suplente, a escritora Marô Barbieri. Sem dúvida, esta é uma grande conquista para a AGEs e todo seu corpo associativo.

PALAVRA NOVA
O Palavra Nova é um evento mensal organizado pela AGES com o objetivo de reunir seus sócios e degustar um pouco do mundo da palavra. A cada edição um escritor gaúcho é homenageado com a leitura de trechos de sua obra e responde a algumas curiosidades dos espectadores. Em 2002, quando o evento começou a ser realizado, foram homenageados autores como Sérgio Napp, Liberato Vieira da Cunha, Ruy Carlos Ostermann e Fernando Neubarth.

JANTAR DOS PATRONÁVEIS
Desde 2002 a Associação tem a tradição de promover o Jantar dos Patronáveis, realizado em parceria com a CDL. O jantar é uma oportunidade única de se conhecer pessoalmente os 10 indicados para patrono da Feira do Livro de Porto Alegre do corrente ano.

JANTAR DE CONFRATERNIZAÇÃO
A cada seis meses os sócios da Associação se reúnem ao redor de uma bela mesa para conversar sobre literatura e rever os amigos. Estes jantares também são belas ocasiões para se prestar justas homenagens. No inverno de 2002 homenageou-se os indicados a Patrono da Feira do Livro, e em Dezembro de 2002, início do verão, final do ano, foi a vez de homenagear os ex-Presidentes da AGES.

ENCONTRO GAÚCHO DE ESCRITORES
O Encontro Gaúcho de Escritores é uma tradição da AGEs desde as primeiras gestões. Os sócios são convidados a participar de um ciclo de palestras durante o fim de semana em determinada cidade do interior do estado. Em 2003 foi realizado o I Encontro Gaúcho de Escritores em Bento Gonçalves.

FEIRAS DO LIVRO
A Associação Gaúcha de Escritores é convidada a participar de diversas Feiras do Livro ou eventos culturais do Rio Grande do Sul e até de outros Estados. A sua diretoria representa a Associação nestes eventos. A partir de 2003 a idéia é convidar os sócios a também participar em nome da AGES para que possamos estar presentes num maior número destes eventos.

PRÊMIO ‘LIVRO DO ANO’
O prêmio é uma escolha de escritores para escritores onde todo livro publicado pode ser indicado. No entanto, a escolha será feita apenas por associados da AGEs em sete categorias: Narrativa Longa, Narrativa Curta, Crônica, Poesia, Literatura Juvenil, Literatura Infantil e Não-ficção.

Os premiados

NARRATIVA LONGA
2009: A parede no escuro – Altair Martins
2008: Contramão – Henrique Schneider
2007: Por que sou gorda, mamãe? – Cíntia Moscovich
2006: O reino de Macambira – José Eduardo Degrazia
2005: Estudo das teclas pretas – Luiz Paulo Faccioli
2004: A Margem Imóvel do Rio – Luiz Antonio de Assis Brasil
2003: Dores, amores e assemelhados – Claudia Tajes

CONTO
2009: Trocando em miúdos – Luiz Paulo Faccioli
2008: Olhos de morcego – Leonardo Brasiliense
2007: Transversais do tempo – Tailor Diniz
2006: O gato escarlate – Luiz Coronel
2005: Arquitetura do Arco-íris – Cintia Moscovich
2004: Mínimos Múltiplos Comuns – João Gilberto Noll
2003: A rua dos secretos amores – Jane Tutikian

CRÔNICA
2009: Agora eu era – Cláudia Laitano
2008: Cartas à minha neta – Armindo Trevisan
2007: O amor esquece de começar – Fabrício Carpinejar
2006: O olhar médico – Moacyr Scliar
2005: A lei primordial – Franklin Cunha
2004: Tipo Assim – Kledir Ramil
2003: Todos os meses – Valesca de Assis e Ana Maldonado

POESIA
2009: Prosa do mar – Marlon de Almeida
2008: Meu filho, minha filha – Fabrício Carpinejar
2007: O herói desvalido – Maria Carpi
2006: As sombras da vinha – Maria Carpi
2005: O sonho nas mãos – Armindo Trevisan
2004: A Força de Não Ter Força – Maria Carpi
2003: Biografia de uma árvore – Fabrício Carpinejar

NÃO-FICÇÃO
2009: A matéria encantada, por Xico Stockinger: ode a um guerreiro – Armindo Trevisan
2008: Crianças no asfalto – Marcelo Spalding
2007: O crepúsculo da arrogância – Sergio Faraco
2006: Crônica: o vôo da palavra – Walter Galvani
2005: Travessia da Amazônia – Airton Ortiz
2004: O Rosto de Cristo – Armindo Trevisan
2003: Lágrimas na chuva – Sergio Faraco

INFANTIL
2009: Cida, a Gata Maravilha – Luiz Paulo Faccioli
2008: Iberê menino – André Neves e Christina Dias
2007: A almofada que não dava tchau – Celso Gutfreind
2006: Bolacha Maria – Carlos Urbim
2005: O cavaleiro da mão-de-fogo – Mario Pirata
2004: Pestilóide e o Sumiço da Chuva – Marô Barbieri
2003: Fera domada – Celso Gutfriend

JUVENIL
2009: A cor do outro – Marcelo Spalding
2008: Mais ou menos normal – Cíntia Moscovich
2007: Adeus conto de fada – Leonardo Brasiliense
2006: Debaixo de mau tempo – Caio Riter
2005: Atrás da porta azul – Caio Riter
2004: J F e a Conquista de Niu Ei – Jane Tutikian
2003: Aconteceu também comigo – Jane Tutikian

Fonte:
Associação Gaúcha de Escritores

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Academia Paraense de Letras

A Academia Paraense de Letras (APL) foi fundada a 3 de maio de 1900, em sessão presidida pelo então governador Paes de Carvalho, no Teatro da Paz. Naquela ocasião, fundava-se, também o Instituto Histórico e Geográfico do Pará (LHGP). Falaram, pela APL Passos de Miranda, e, pelo IHGP Barroso Rebelo. Infelizmente não ficou ata da fundação, registrada, tão-só, pelos jornais da época . Eram 30 sócios efetivos e perpétuos. A 10 de agosto de 1913, na sede do Ateneu Paraense, Luiz Barreiros presidiu sessão que incorporou mais um membro ao quadro de associados. Na oportunidade recebeu o colar e o diploma a primeira mulher a ter acesso àuma Academia de Letras, Guili Furtado.

A entidade passou por longos períodos de apatia, vez em quando ressurgindo das próprias cinzas (em 1920, em 1928, em 1936), afinal retomando sua caminhada em 1940 com a reforma dos estatutos e a filiação à Federação das Academias de Letras do Brasil.

Oswaldo Viana foi o grande impulsionador nessa fase, reconstituindo a história da Casa com dados e elementos da imprensa.

Em 1946 empossava-se o mais jovem de todos os acadêmicos do mundo, Jurandyr Bezerra, eleito com apenas 18 anos. Georgenor de Souza Franco elegia-se um pouquinho mais velho, 23 anos de idade.

O decano da APL, mais de quarenta anos (40) anos de vida acadêmica, Thoríbio Lopes, era aceito nessa safra.

Sem sede sua até 7 de setembro de 1976, quando o Governador Aloysio Chaves fez a doação por permuta, do prédio onde hoje se acha instalada, sito à Rua João Diogo, 235, em Belém do Pará, o sonho de instalações próprias quase se realiza em 1940 com Eduardo Azevedo Ribeiro na presidência e em 1954 presidida por Ernesto Cruz.

A 7 de agosto de 1955, diretor de biblioteca, Bruno de Menezes viu aprovada proposta de aluguel de uma sala ao menos para agasalhar os livros postos à sua guarda e “viviam um pouco…” (Georgenor Franco – A maior vitória da Acadêmia – separata da Revista da APL – 1977-1978)” … na casa de cada acadêmico e outro tanto numa estante da antiga Escola Normal”.

Alugou-se o primeiro andar de um edificio na Rua Santo Antônio, 49, onde funcionaria, depois, o escritório de Otávio Mendonça. No auditório ali preparado é que foi recepcionado, a 29 de dezembro daquele ano, o presidente da Academia Brasileira de Letras, Peregrino Júnior. Cattete Pinheiro e Magalhães Barata, na chefia do governo estadual, tentaram, cada um a seu tempo, doar uma sede que abrigasse, em definitivo, aqueles de quem se diz que são detentores da imortalidade acadêmica.

A 29 de janeiro de 1959, doente e com febre alta, ao que se sabe a última cerimônia a que compareceu como governador constitucional, Barata inaugurava como sendo a sede da Academia, o primeiro andar do prédio da Rua 13 de Maio,47, um edifício antigo, com dois enormes apertados lances de escada.

Afinal a pretensão foi formalizada na administração de Moura Carvalho, em Lei de 19 de agosto de 1960.

A doação por permuta, da sede definitiva, esta que hoje abriga a APL, se deu por decreto legislativo, editado no dia 6, no Diário Oficial do Estado, datado de 3 de dezembro de 1975, com obras de recuperação arquitetônica e de adaptação fisica, efetivadas em dez meses, orçadas em 950 mil cruzeiros.

Uma placa de bronze foi aposta à entrada do número 235 da Rua João Diogo, perpetua a gratidão dos acadêmicos a Aloysio da Costa Chaves.

A Academia Paraense de Letras objetiva concorrer para o desenvolvimento cultural do Pará, no setor artístico e científico. Promove anualmente Concursos Literários. Mantém ótima Biblioteca denominada Dr. Acilino de Leão, em homenagem ao médico, escritor, jornalista, professor de Medicina e ex-presidente da APL, por três (3) vezes. Atualmente a “Biblioteca Dr. Acilino de Leão” tem por seu Diretor o Dr. Denis Cavalcante, médico e acadêmico ocupante da Cadeira no. 15 da APL.

A ACADEMIA PARAENSE DE LETRAS publica revistas e obras literárias; apóia atividades culturais e mantém correspondência com suas congêneres no Brasil e de outros países do mundo.

Do seu quadro associativo fazem parte 40 sócios efetivos e perpétuos que são eleitos pelos associados. Estes analisam os candidatos e suas obras literárias e elegem quem deverá ocupar a cadeira vaga pelo falecimento do seu último ocupante.

Por fim, vale ressaltar que foi Domingos Antônio Raiol – o Barão de Guajará –conceituado e ilustrado intelectual vigiense, quem fundou nossa Academia Paraense de Letras, a terceira mais antiga do Brasil, antecedida apenas pela Academia Brasileira de Letras e pela Academia Cearense.

ACADEMICOS

CADEIRA Nº 01 – IVANILDO FERREIRA ALVES
PATRONO: Artur Otávio Nobre Viaria
OCUPANTES POSTERIORES: Manoel Lobato, Cândido Marinho da Rocha (Presidente de 1970 a 1974), Abelardo Santos e Rafael Costa.

CADEIRA Nº 02 – NAZARENO BASTOS TOURINHO
PATRONO: Álvares da Costa
OCUPANTES POSTERIORES: Misael Seixas e Wenceslau Costa

CADEIRA Nº 03 – ALCYR BÓRIS DE SOUZA MEIRA
PATRONO: Acrísio Mota (Sócio-Fundador)
OCUPANTES POSTERIORES: Remígio Fernandes, Elias Viana, Raul da Costa Braga e José Rodrigues da Silveira Netto.

CADEIRA Nº 04 – ZENO AUGUSTO BASTO VELOSO
PATRONO: Antônio Marques de Carvalho
OCUPANTE POSTERIORES: Eládio Lima, Romeu Mauriz e Otávio Mendonça.

CADEIRA Nº 05 – ANTONIO JOSÉ DE MATTOS NETO
PATRONO: Bento Miranda
OCUPANTES POSTERIORES: Rainero Maroja, Eldonor Magalhães Lima e Ildefonso Pereira Guimarães.

CADEIRA Nº 06 – LEONAM GONDIM DA CRUZ
PATRONO: Bezerra de Albuquerque
OCUPANTES POSTERIORES: Abelardo Leão Conduru e Arthur Napoleão Figueiredo.

CADEIRA Nº 07 – BENEDITO WILSON CORREIA DE SÁ
PATRONO: Barão de Guajará (Domingos Antônio Raiol – Sócio-Fundador)
Primeiro Presidente da Academia Paraense de Letras.
OCUPANTES POSTERIORES: João da Costa Palmeira (Presidente de 1937 a 1938), Ernesto Horádo Cruz (Presidente de 1954 a 1956 e de 1958 a 1962), Waldemar Henrique da Costa Pereira e Wilson Dias da Fonseca.

CADEIRA Nº 08 – GENGIS FREIRE DE SOUZA
PATRONO: Bruno Seabra
OCUPANTES POSTERIORES: José Carlos Flexa Ribeiro, Garibaldi Brasil, Levy Hall de Moura e José Guilherme de Campos Ribeiro.

CADEIRA Nº 09 – ÉDSON RAYMUNDO PINHEIRO DE SOUZA FRANCO
PATRONO: Barão de Marajó
OCUPANTES POSTERIORES: Alcebíades Buarque de Lima e Thoríbio Lopes.

CADEIRA Nº 10 – PEDRO MIGUEL ROUMIÉ
PATRONO: J. Barbosa Rodrigues
OCUPANTES POSTERIORES: Estevão de Oliveira, José Maria Hesketh Conduru, Augusto Ebremar de Bastos Meira e Carlos Alberto Rocque.

CADEIRA Nº 11 – JARBAS GONÇALVES PASSARINHO (Presidente de 1964 a 1967)
PATRONO: Carlos Nascimento
OCUPANTES POSTERIORES: Amazonas de Figueiredo e Avertano Rocha (Presidente de 1952 a 1954).

CADEIRA Nº 12 – SYLVIA HELENA TOCANTINS DE MELLO EDER
PATRONO: D. Antonio Macedo Costa
OCUPANTES POSTERIORES: J. Eustáquio de Azevedo, Paulo Oliveira e D. Alberto Gaudêncio Ramos (Presidente de 21.11.1985 a 3.5.1986).

CADEIRA Nº 13 – ORLANDO SALOMÃO ZOGHBI
PATRONO: D. Romualdo de Seixas
OCUPANTES POSTERIORES: D. Antonio de Almeida Lustosa, Murilo Menezes e Aláudio de Oliveira Melo.

CADEIRA Nº 14 – HÉLIO MOTA GUEIROS
PATRONO: Enéas Martins (Sócio-Fundador)
OCUPANTES POSTERIORES: Luís Barreiros (Presidente em 1913 e de 1931 a 1932), Miguel Pernambuco Filho e Carlos Augusto de Mendonça.

CADEIRA Nº 15 – DENIS OLIVEIRA GOMES CAVALCANTE
PATRONO: Ferreira Pena
OCUPANTES POSTERIORES: Raimundo Moraes, Paulo Eleuthétio Filho, José Coutinho de Oliveira e Victor Tamer.

CADEIRA Nº 16 – JOSÉ JURANDYR DE ARAÚJO BEZERRA
PATRONO: Frederico Rhossard (Sócio-Fundador)
OCUPANTE POSTERIOR: Carlos Marinho de Paula Barros.

CADEIRA Nº 17 – MARIA IZABEL DE OLIVEIRA BENONE
PATRONO: Felipe Patroni
OCUPANTES POSTERIORES: Ismaelino de Castro e Adalcinda Magno Camarão Luxardo.

CADEIRA Nº18 – AGILDO MONTEIRO CAVALCANTE
PATRONO: Gaspar Vianna
OCUPANTES POSTERIORES: Orlando Lima, Feliciano Seixas e Epílogo de Campos.

CADEIRA Nº19 – PAOLO RlCCI
PATRONO: Guilherme Miranda (Sócio-Fundador)
OCUPANTES POSTERIORES: Alves de Souza e Aloísio Alexandre Soares.

CADEIRA Nº 20 – VAGA
PATRONO: Inglês de Souza
OCUPANTES POSTERIORES: Alfredo Lamartine, lnocêncio Machado Coelho e Aldebaro Klautau e Benedicto Wilfredo Monteiro.

CADEIRA Nº 21 – CLÓVIS CUNHA DA GAMA MALCHER FILHO
PATRONO: Ignácio Moura
OCUPANTES POSTERIORES: Deodoro de Mendonça (Presidente de 1938 a 1940), Cióvis Silva de Moraes Rêgo.

CADEIRA Nº 22 – JOÃO PAULO DO VALLE MENDES
PATRONO: João Pedro de Figueiredo
OCUPANTES POSTERIORES: Alcides Gentil e Tomás Joaquim Celestino Nunes.

CADEIRA Nº 23 – NELLY CECÍLIA PAIVA BARRETO DA ROCHA
PATRONO: João Marques de Carvalho
OCUPANTES POSTERIORES: Apoliriário Moreira João Alfredo Mendonça, João Rodrigues Viana, Armando Bordallo da Silva e Edgar de Olinto Contente.

CADEIRA Nº 24 – HILMO DE FARIAS MOREIRA (Presidente de 1986 a 1996)
PATRONO: José Veríssimo
OCUPANTES POSTERIORES: Djard de Mendonça, Osvaldo Viana e Leônidas Monte.

CADEIRA Nº 25 – JORGE WILSON ARBAGE
PATRONO: Juvenal Tavares (Sécio-Fundador)
OCUPANTES POSTERIORES: Eduardo de Azevedo Ribeiro (Presidente de 1940 a 1945) e José Maria de Azevedo Barbosa.

CADEIRA Nº 26 – ACYR PAIVA PEREIRA DE CASTRO
PATRONO: João de Deus do Rêgo (Sócio-Fundador)
OCUPANTES POSTERIORES: Paulo Eleutério Sênior (Presidente do 1949 a 1951) e Líbero Luxardo.

CADEIRA Nº 27 – JÚLIO VICTOR DOS SANTOS MOURA
PATRONO: Júlio César Ribeiro de Souza
OCUPANTES POSTERIORES: Severino Silva, Edgar Proença, SiIvio Hall de Moura e Almir de Lima Pereira (Presidente de 2000 a 5.4.2003).

CADEIRA Nº 28 – JOSÉ UBIRATAN DA SILVA ROSÁRIO
PATRONO: Leopoldo Souza
OCUPANTES POSTERIORES: Paulo Maranhão, Paulo Maranhão Filho e Pedro José Mavtin de Mello.

CADEIRA Nº 29 – MANOEL JOSÉ DE MIRANDA NETO
PATRONO: Múcio Javrot
OCUPANTES POSTERIORES: Acilino de Leão Rodrigues (Presidente de 1930 a 1931, de 1932 a 1933 e de 1945 a 1949), Júlio Colares, Ernesto Bandeira Coelho e Mário Dias Teixeira.

CADEIRA Nº 30 – ÁPIO PAES CAMPOS COSTA (Cônego)
PATRONO: Manoel Barata
OCUPANTE POSTERIORES: H. Jorge Hurley.

CADEIRA Nº 31 – JOSÉ ILDONE FAVACHO SOEIRO
PATRONO: Medeiros Lima
OCUPANTES POSTERIORES: Martinho Pinto e Inácio de Souza Moitta.

CADEIRA Nº 32 – ALONSO ROCHA (Raimundo Alonso Pinheiro Rocha)
PATRONO: José da Natividade Lima
OCUPANTES POSTERIORES: Olavo Nunes e Bruno de Menezes (Presidente de 1956 a 1958).

CADEIRA Nº 33 – SALOMÃO LARÊDO
PATRONO: Olintho José Meira
OCUPANTES POSTERIORES: Augusto Meira e Cécil Meira.

CADEIRA Nº 34 – ROBERTO MONTEIRO DE CARVALHO
PATRONO: Paulino de Brito
OCUPANTES POSTERIORES: Heliodoro de Brito (Presidente de 1928 a 1930), Santana Marques e Inocêncio Machado Coelho.

CADEIRA Nº 35 – JOSÉ WILSON MALHEIROS DA FONSECA
PATRONO: Santa Helena Magno
OCUPANTES POSTERIORES: Cursino Louteiro da Silva e Daniel Queirna Coelho de Souza.

CADEIRA Nº 36 – PEDRO DE BRITO TUPINAMBÁ
PATRONO: Terencio Porto
OCUPANTES POSTERIORES: Augusto Correa Pinto Filho, José Rodrigues Pinagé e Orlando Chicre Miguel Bitar.

CADEIRA Nº 37 – OCTAVIO AVERTANO DE MACEDO BARRETO DA ROCHA
PATRONO: Teodoro Rodrigues (Sócio-Fundador)
OCUPANTES POSTERIORES: José da Rocha Moreira, José Sampaio de Campos Ribeiro (Presidente de 1951 a 1952 e de 1967a 1970).

CADEIRA Nº 38 – GEORGENOR DE SOUSA FRANCO FILHO
PATRONO: Luis Tito Franco de Almeida
OCUPANTES POSTERIORES: Osvaldo Orico (Presidente de 1936 a 1937) e Georgenor de Sousa Franco (Presidente de 1962 a 1964 e de 1974 a 20.11.1985).

CADEIRA Nº 39 – JOÃO CARLOS PEREIRA
PATRONO: Vilhena Alves (Sócio-Fundador)
OCUPANTES POSTERIORES: Cupertino Contente (padre), Otávio Meira e Clóvis Meira (Presidente de 1996 a 2000).

CADEIRA Nº 40 – JOSÉ DE RIBAMAR LIMA DA FONSECA
PATRONO: Vespasiano Ramos
OCUPANTES POSTERIORES: Elmano Queiroz, Luis Teixeira Gomes (Jaques Flores) e Silvio Meira.

Fonte:
Academia Paraense de Letras

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Rebra (Rede de Escritoras Brasileiras)

O que é a Rebra

Rede de Escritoras Brasileiras — REBRA — é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, que pretende reunir em associação o maior número de escritoras de nosso país que tenham compromisso público com a literatura, a cultura e a justiça social, entendendo que as idéias exprimidas pela palavra escrita tem a força de modificar a sociedade humana. E é justamente esse o principal objetivo e a missão da REBRA: o aprimoramento da sociedade brasileira em particular e da humanidade em geral, por meio da divulgação da palavra da mulher.

Foi fundada em 8 de março de 1999, para tentar corrigir a grande injustiça que as mulheres escritoras brasileiras, em particular, e as mulheres brasileiras, em geral, sofreram e continuam sofrendo ao serem permanentemente excluídas dos registros históricos de nossa sociedade.

Trabalham em conjunto com a organização mundial Women’s WORLD – Women’s World Organization for Rights, Literature and Development, com sede nos Estados Unidos da América.

No âmbito Latino-Americano, funciona também em parceria com a RELAT — Red De Escritoras Latinoamericanas, sediada no Peru e atuante nos países da América do Sul e México.

FINALIDADES

1. Proporcionar mútuo conhecimento e rápida troca de informações entre as escritoras mulheres do Brasil.

2. Divulgar as obras de suas associadas – nacional e internacionalmente – por meios eletrônicos e convencionais.

3. Manter viva, na memória cultural brasileira, as obras de nossas escritoras já falecidas, divulgando a história da literatura feminina do Brasil.

4. Desenvolver projetos literários, tais como: cursos, encontros, simpósios, concursos e congressos, assim como promover publicações visando as finalidades acima descritas.

5. Criar, em parceria com a iniciativa privada ou com órgãos governamentais, no âmbito nacional ou internacional, mecanismos que estimulem o mercado da literatura feminina, em particular, e da literatura em geral.

6. Expor a literatura brasileira feita por mulheres para o mundo inteiro, com o objetivo de modernizar e globalizar sua divulgação para o mercado literário.

7. Fazer valer os direitos da mulher escritora a um tratamento justo e igual ao dos homens escritores.

8. Manifestar-se publicamente todas as vezes que seus princípios sejam feridos.

9. Manter e ampliar laços de solidariedade e amizade entre mulheres que se ocupam do mesmo ofício e alimentam os mesmo ideais.

PRINCÍPIOS

1. Defender permanentemente os direitos universais da mulher.

2. Defender permanentemente os direitos do ser humano à liberdade de expressão.

3. Propiciar o exercício da solidariedade e da fraternidade sem qualquer restrição.

4. Promover o respeito e a preservação do patrimônio cultural da humanidade e do Brasil.

5. Promover o respeito à preservação do planeta e do meio ambiente.

6. Repudiar qualquer forma de violência à vida humana.

7. Repudiar publicamente qualquer forma de preconceito, velada ou explícita, ao gênero feminino.

8. Repudiar qualquer forma de preconceito de cor, raça, credo e gênero.

9. Lutar por justiça e igualdade, visando o bem estar do ser humano.

SERVIÇOS DISPONÍVEIS

01. HOMEPAGE, A GRANDE VITRINE MUNDIAL:

Todas as associadas da REBRA ganham um site trilíngüe (português – inglês – espanhol) na Internet, contendo foto, biografia, bibliografia e um pequeno texto de sua autoria, no qual a escritora poderá alterar seus dados e o conteúdo de sua própria página, através da “Área da Escritora”. Esse site será conectado ao site geral da associação e exposto ao mundo inteiro. Servirá como referência para agentes literários, editores, professores, leitores, interessados em lusofonia em geral. Dessa forma, a literatura feminina do Brasil será universalizada.

02. APRESENTAÇÃO VIRTUAL:

Uma vez construída a homepage de cada associada, será apresentada virtualmente a todas colegas escritoras por esse Brasil afora, para que, assim, possamos nos conhecer e interagir umas com as outras. Da mesma forma, será apresentada também para uma lista de 30.000 e-mails, pertencentes a profissionais da área literária do país e do exterior. Além disso, a página pessoal de cada sócia aparecerá randomicamente, em destaque na nossa página frontal: http://www.rebra.org.

03. INFORMAÇÃO:

Todas as associadas receberão, por correio eletrônico, notícias interessantes da área literária, como por exemplo: notícias de concursos, seminários, congressos, encontros, agentes literários, editores, etc.,

SONHOS E PROJETOS

01. ASSESSORIA JURÍDICA:

A REBRA planeja oferecer orientação jurídica, indicando às suas associadas, escritórios de advocacia de alto nível, especializados em direitos autorais.

02. NÚCLEOS ESTADUAIS:

Dentro de suas metas principais, a REBRA pretende organizar núcleos de escritoras associadas em todos os estados do Brasil. Logicamente, isso não poderá ser feito do dia para a noite. No entanto, já temos em andamento os núcleos estaduais do Rio Grande do Sul, do Rio de Janeiro e do Paraná.

03. PATROCÍNIO:

Conseguir patrocínio para promover bolsas de trabalho e concursos literários para as associadas, junto ao governo e iniciativa privada usando as diversas leis de benefícios fiscais.

04. RESGATE HISTÓRIA DA LITERATURA FEMININA NO BRASIL:

Expor – pela Internet – biografias e obras das mais importantes escritoras brasileiras que já se foram, cujas presenças estão sendo esquecidas por falta de dedicação da própria sociedade ao nosso patrimônio imaterial.

05. FEIRA DE LIVROS FEMININOS – São Paulo

06. CONGRESSO LATINOAMERICANO DE ESCRITORAS.

DIRETORIA EXECUTIVA

Presidente e Fundadora : Joyce Cavalccante
Romancista. Contista. Jornalista.

Secretária/Sócia Fundadora: Kátia Abud
Professora Doutora. Historiadora. Escritora.

Tesoureira / Sócia Fundadora : Sabine Cavalcante
Psicóloga. Contista.

SÓCIAS HONORÁRIAS

Lygia Fagundes Telles
Contista. Romancista.
Membro da Academia Brasileira de Letras

Nélida Piñon
Contista. Romancista.
Membro da Academia Brasileira de Letras
Ex-presidente dessa instituição

Nelly Novaes Coelho
Crítica Literária. Dicionarista.
Ex-presidente da Associação Paulista de Críticos de Arte.

Kina De Oliveira
Jornalista, psicóloga e escritora.
Presidente Honorária da AJEB
Associação das Jornalistas e Escritoras do Brasil.

Isaura Fernandes
Escritora, jornalista, poeta e artista plástica.
Graduada em Comunicação e Semiótica

Ana Mae Barbosa
Doutora em Arte-Educação
Ex-diretora do Museu de Arte Contemporânea(MAC-USP)
Presidente da International Society of Education through Art (InSea).

Rosely Boschini
Editora e presidente da CBL-Câmara Brsileira do Livro

MEMBROS HONORÁRIOS

João Scortecci
Editor. Poeta.

Steve F. Butterman
PHD – University of Miami, Fl – USA

Lúcio Alcântara
Médico, político e poeta

Claudio Pereira
Produtor cultural

Francisco Souto
Jornalista

Humberto Cavalcante
Empresário, Presidente do Ideal Clube

Danilo Santos De Miranda
Diretor Geral do SESC

Celso De Alencar
Poeta

Sergio Braga
Livreiro

João Soares
Escritor e empresário

Ednilo Soarez
Professor,empresário e escritor

Inácio De Loyola Brandão
escritor e jornalista

José Neûmane Pinto
Escritor e jornalista

REPRESENTANTES INTERNACIONAIS

Maria De Lourdes Leite
Portugal

Isabel Ortega
Espanha

Verônica Cavalcanti Esaki
Estados Unidos

Elza Suguitame
Japão

Mariana Brasil
Itália

Claudia Pacce
Nova Zelândia

Mara Freitas Herrmann
Alemanha

Adalgisa Muniz
Holanda

Regina Von Arx
Suiça

Diva Pavesi
França

Jacilene Brataas
Noruega

REPRESENTANTES NACIONAIS

Alcinéa Cavalcante
Amapá

Nilze Costa E Silva
Ceará

Sylvia Pellegrino
Paraná

Neida Rocha
Santa Catarina

Regina Lyra
Paraiba

Célia Labanca
Pernambuco

Maria Abadia Silva
Goiás

Martha Serrano
Bahia

PARA SE ASSOCIAR

INSTRUÇÕES PARA ASSOCIAR-SE

Para associar-se à Rede de Escritoras Brasileiras, você precisa preencher as seguinte condições:

1) Ser do sexo feminino.

2) Concordar e praticar os princípios que regem a nossa organização.

3) Ser brasileira nascida ou naturalizada; ou estrangeira que conheça e trabalhe com a língua portuguesa, no que se refere aos assuntos da cultura feminina brasileira.

4) Ser escritora publicada ou ainda inédita, tanto faz, com textos produzidos nas diversas áreas do conhecimento .

5) Ou então ser uma mulher que tenha contribuído notoriamente para a cultura literária brasileira.

Se você satisfaz essas condições e gostaria de se inscrever como associada e colaboradora da REBRA, assim como gozar dos benefícios de seus serviços e participar de seus eventos, preencha online todas as linhas do formulário de inscrição e o envie para nossa apreciação, clicando no botão que está no inferior desta página.

CONTRIBUIÇÃO ANUAL

A REBRA é uma associação não governamental e sem fins lucrativos. Mantém-se com eventuais doações de pessoas físicas ou jurídicas e, principalmente, com a contribuição anual de suas associadas, que é de R$200,00 (duzentos reais) ao ano.

Essa quantia deverá ser paga até quinze dias após a associada ter recebido a carta de boas vindas, como resposta ao seu formulário de inscrição. Nessa carta estão todas as informações bancárias necessárias ao procedimento. Caso contrário, ela ainda não será uma associada, e portanto, não terá direito aos benefícios de nossos serviços. Seu e-mail, no entanto, passará a fazer parte de nossa lista de divulgação.

Os seguintes vencimentos dessa contribuição se farão na data exata (dia e mês) em que completar anos a inscrição de cada associada.

Antes da anuidade de cada associada vencer, ela receberá um lembrete com orientações para proceder ao próximo pagamento.

Após efetuado o pagamento, cópia do comprovante do depósito bancário deve ser enviado à REBRA, constando a identificação com nome e número de inscrição da associada, por e-mail, correio ou fax, para nosso controle contábil e para que lhe seja enviado um recibo dedutível do imposto de renda.

O valor da contribuição anual foi obtido em 25 de janeiro de 2010. Qualquer reajuste confirmar em contatos: http://rebra.org/index.php?pg=rebramail.php

Fonte:
http://rebra.org/

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